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Interior

Polícia prende membro de facção que matou menor e mulher em Poconé

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Assessoria | PJC-MT

Acusado de integrar a organização criminosa, que ficou conhecida como o “grupo da vaquinha”, por arrecadar dinheiro junto a empresários para assassinar um adolescente, em Poconé (104 km ao Sul),  que vinha praticando uma série de roubos e furtos ao comércio da cidade.

O suspeito, Douglas Diego Borges, conhecido por “Xuxa”, foi preso por força de mandado de prisão, na tarde de terça-feira (07.08), na cidade de Poconé. Ele é apontado por fornecer carro e moto aos pistoleiros que assassinaram uma mulher e um menor de idade, no dia 29 de maio deste ano.

O suspeito foi identificado nas investigações do assassinato de Luzia Marisangela da Silva, 28, e Gilvan Gilberto Silva, 15 anos. Na ocasião, quatro pessoas, entre elas um empresário, que encomendou o crime, foram presas. Desde então, Douglas estava foragido, por integrar a quadrilha que praticou o crime. Ele foi preso em via pública da cidade pelos investigadores da Polícia Civil e encaminhado a cadeia pública local.

As vítimas foram surpreendidas quando acabavam de sair do Fórum do município. O adolescente que morreu e seu irmão, também menor de idade (J.E.S, 17, conhecido como Barbinha), prestavam depoimento no local sobre ocorrência anterior em que ambos foram apreendidos com armas de fogo. Em razão de menoridade, a prima (chamada por eles de “tia”) acompanhava os dois.

O trabalho de investigação da Polícia Civil apontou que o objetivo dos criminosos era matar “Barbinha”, mas o adolescente conseguiu escapar porque foi apreendido no final da oitiva no Fórum por equipe da Delegacia de Polícia de Poconé, colocado em viatura e encaminhado para ser ouvido na unidade. O irmão dele seguiu com Luzia em uma motocicleta e pela semelhança física teria sido confundido com “Barbinha”, e por isso assassinado.

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Interior

Empresas de transporte rodoviário devem fornecer horários corretos de embarque e desembarque

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O Ministério Público Federal em Mato Grosso (MPF), por meio da sua unidade em Barra do Garças, expediu recomendações às empresas de transporte rodoviário de passageiros que fornecem o serviço na região. As empresas devem promover adequações em seus sítios eletrônicos de venda online de passagens e disponibilizar informações expressas nos guichês presenciais acerca de qual horário praticado no serviço rodoviário de Barra do Garças, se o horário nacional de Brasília ou o horário do estado de Mato Grosso, e qual o horário praticado durante a vigência do horário de verão, dando ciência ao consumidor para que este possa programar a sua viagem, evitando transtornos.

As empresas notificadas pelo MPF são Aguatur Transportes e Turismo Ltda, Lopes & Oliveira Transportes e Turismo Ltda, Expresso Maia Ltda, Matriz Transportes, Moreira Ltda, Viação Ouro e Prata S/A, Rotas de Viação do Triângulo Ltda, Expresso São Luiz Ltda, Expresso Satélite Norte Ltda, Verde Transportes Ltda e Viação Xavante Ltda.

De acordo com o Inquérito Civil nº 1.20.004.000066/2018-59, que antecedeu a recomendação, estavam ocorrendo supostas irregularidades relativas ao direito do consumidor pela ausência de informações em relação ao horário praticado na prestação de serviços rodoviários em Barra do Garças. Foi apurado se as empresas concessionárias dos serviços públicos indicavam qual o horário da saída para viagem.

Conforme denúncia que ensejou a abertura do inquérito, a manifestante relata que tinha uma passagem para Uberaba/MG, em 03/01/18 às 12 horas, chegou à rodoviária às 11h30 e o ônibus já havia partido, vez que este segue o horário de Brasília e não o horário local (mesmo no horário de verão), o que não foi informado no momento da compra das passagens e não constava no bilhete. Assim, a falta de informação sobre o fuso horário considerado para a saída do ônibus acarretou no não embarque da manifestante, o que afetou seus planos e culminou na perda de um dia e trabalho, gerando prejuízos a ela e à empresa para a qual trabalha.

Após pesquisas nos sítios eletrônicos das empresas de ônibus que circulam em Barra do Garças, o MPF constatou que não há informação disponível no ato de compra da passagem pela internet, sobre o qual o horário utilizado, se o nacional de Brasília ou o horário de Mato Grosso, para embarque/desembarque de passageiros, nem informação acerca do horário praticado no horário de verão. Tal prática contraria o artigo 4º do Código de Defesa do Consumidor que estabelece que informação acerca do produto a ser comercializado deve ser clara e correta e, também, as normas editadas pela Agência Nacional dos Transportes Terrestres.

Nesse sentido, o MPF enaltece que o direito à informação é imprescindível ao aperfeiçoamento da relação de consumo, constituindo importante ferramenta de equilíbrio entre as partes, na medida em que possibilita a escolha consciente dos produtos ou serviços, bem como a orientação da forma correta de utilizá-los e os riscos que podem oferecer. Além disso, deve-se levar em consideração que a cidade de Barra do Garças em especial, mesmo pertencendo ao estado de Mato Grosso, que segue o fuso -4:00, segue o horário oficial de Brasília ordinariamente, e o horário de Cuiabá quando do horário de verão.

Dessa forma, as empresas notificadas devem informar ao MPF, no prazo de 30 dias quanto ao acatamento da recomendação. Em caso de recusa, serão adotadas as medidas legais necessárias a fim de assegurar a sua implementação.

 

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal
Procuradoria da República em Mato Grosso

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