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Interior

Polícia Civil prende suspeito de matar gerente de fazenda em Sorriso

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O autor de um crime de homicídio ocorrido no município de Sorriso (420 km ao Norte) foi preso pela Polícia Judiciária Civil, na terça-feira (06.11), durante cumprimento de  mandados de prisão e busca e apreensão domiciliar. O trabalho de investigação foi realizado pela equipe  policial da Divisão de Homicídio e Proteção a Pessoa, da Delegacia de Polícia de Sorriso.

O suspeito, João Walchak Netto, 43 anos, teve a prisão preventiva decretada após ser identificado como autor do assassinato de Cleiton Domeni Naitzki, ocorrido em 12  de  agosto de 2017, dentro de sua residência  no bairro Jardim Porto Alegre, na cidade de Sorriso, com perfurações de arma de fogo.

Com o suspeito também foram apreendidas duas armas de fogo e munições.

A vítima, Cleiton Domeni Naitzki, 28 anos, trabalhava como gerente de uma propriedade rural na região. Os investigadores descobriram que a vítima mantinha relacionamento extraconjugal com a mulher de João Walchak, que era colega de trabalho de Cleiton.

O relacionamento amoroso da vítima com a mulher do suspeito está relacionado a  motivação do crime. Diante dos indícios colhidos pelos policiais civis e provas de autoria, a Polícia Civil representou pelo pedido de prisão de João Walchak, bem como pelo mandado de busca e apreensão domiciliar, deferidos pelo juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Sorriso.

Com as ordens judiciais expedidos, os policiais civis realizam buscas na casa do investigado, local em que foram localizados um rifle calibre 22 com registro vencido, contento dispositivo óptico de pontaria (luneta) e dispositivo de pontaria com emprego de luz (laser sight), e uma espingarda calibre 28, com oito munições.

Na Delegacia, além do mandado de prisão, João Walchak foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e munições, conforme artigo 16 do Estatuto do Desarmamento c/c artigo 16, inc. XVIII do R-105.

Depois de ser interrogado, o suspeito foi encaminhado para audiência de custódia, sendo mantido preso pelo Poder Judiciário

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Interior

Justiça acata pedido do MP e manda bloquear bens de construtora que fez asfalto de péssima qualidade

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A Justiça acatou pedido do Ministério Público Estadual, por meio da 2ª Promotoria de Justiça Cível de Rondonópolis, e mandou indisponibilizar os bens móveis e imóveis, até o limite de R$ 4.276.441,97 dos proprietários da Macro Construtora Ltda por ter executado obras de pavimentação asfáltica de péssima qualidade em bairros de Rondonópolis.

De acordo com a ação, o governo do Estado de Mato Grosso promoveu a licitação Concorrência Pública nº 25/2014 tendo a Macro sagrado-se vencedora para executar a pavimentação asfáltica tipo TSD com capa selante, no prolongamento da Rua Barão de Rio Branco, ligação do Bairro José Sobrinho ao Residencial Geraldini, além de várias ruas do Bairro Monte Líbano e Residencial Padro Lothar.

O contrato do serviço foi de R$ 3.355.671,64 sendo aditado em mais R$ 818.807,97 para a implantação e pavimentação de ciclovia e pista de caminhada, além do canteiro central do prolongamento da Avenida Rio Branco, resultando no preço final contratado, medido e pago à construtora no valor de R$ 4.276.441,97.

Um dos itens do contrato deixa claro que: “todo o material a ser empregado na obra deverá ser comprovadamente de primeira qualidade, sendo respeitadas as especificações referentes aos mesmos”. Porém, não foi isso que aconteceu.

“A obra, totalmente medida, liquidada e paga à empresa foi pessimamente executada, visto que apresentou inúmeros e graves defeitos, não condizentes com a qualidade que a sociedade espera (e paga) com o dinheiro público, consoante os quatro laudos de vistoria juntados nos autos de investigação, dois efetuados pela Comissão de Fiscalização da própria Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística, e dois efetuados pela empresa contratada para supervisão da obra (Consórcio LBR/Esteio)”, destacou na ação o promotor de Justiça.

Um dos laudos emitidos diz que foram evidenciadas falhas “pontuais e construtivas do prolongamento da Avenida Rio Branco e da ciclovia do canteiro central, incluindo também trecho readequado, ressaltando que tais falhas precisam ser corrigidas, pois, o pavimento apresenta trecho com patologias severas, como panelas, erosão, danos em sarjetas, meio-fios e bocas-de-lobo, e, ante mesmo da entrega provisória, incluindo também a sinalização falha e, por estar em plena utilização pela comunidade local, a mesma também tem contribuído com interferência danosa ao pavimento, sobretudo, ao canteiro central”.

Na decisão, o juiz relata que diante das irregularidades, em 11 de maio de 2018, a empresa foi notificada para regularizar as pendências apontadas no laudo, sob pena de sanções, mas, em princípio não tomou providências visando sanar os problemas detectados na obra.

“Ante o exposto, defiro parcialmente a tutela de urgência requerida para o fim de determinar a indisponibilidade dos bens dos réus, excetuando bloqueio de contas judiciais. Oficie-se aos cartórios de registro de imóveis de Rondonópolis, Cuiabá, Barra do Garças, Pontal do Araguaia, Alto Araguaia, Pedra Preta, Poxoréu, Guiratinga, Porto Velho (RO) e Rolim de Moura (RO), para que averbem a indisponibilidade na matrícula dos eventuais imóveis encontrados em nome dos réus”, diz o magistrado na decisão.

 

Por Janã Pinheiro

Fonte: MP-MT

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