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Polícia Civil prende homem por abusar da filha e da sobrinha em Tangará da Serra

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A Delegacia da Polícia Judiciária Civil de Nova Lacerda (546 km a Oeste), com apoio de Comodoro (644 km a Oeste) cumpriu mandado de prisão em desfavor de G.S, 35 anos, acusado de estupro de vulnerável praticado contra duas adolescentes. Uma das menores, de 14 anos, é filha do acusado e a outra de 13 anos, sua sobrinha.

O fato foi registrado no dia 2 de janeiro de 2019, na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Tangará da Serra (239 km a Médio-Norte), que logo tomou todas providências investigativas e representou pela prisão do suspeito.

Segundo a comunicante, mulher do acusado e mãe da menor de 14 anos, a descoberta ocorreu quando foi questionar a sobrinha de 13 anos sobre fotos que ela teria postado em seu perfil nas redes sociais. Ao ser pressionada, a garota que tem 13 anos contou que sofria abuso desde os 9 anos, que era seu tio, G.S.

Ao contar sobre a situação a filha adolescente, a garota também revelou ter sido abusada pelo pai, desde os 9 anos. A menor disse que tomou coragem em contar a mãe após ouvir a revelação da prima.

Logo que foi denunciado, o suspeito fugiu de Tangará da Serra, mas uma denúncia chegou à Polícia Civil  informando que ele estaria na zona rural de Nova Lacerda. A a equipe de investigadores, acompanhada do Gilson Silveira do Carmo, foi até Gleba Santa Amélia e prendeu o suspeito, notificando-o sobre a ordem de prisão.

O suspeito deverá ser transferido para Tangará da Serra.

 

Fonte: Assessoria | PJC-MT

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Setor de Desaparecidos pede ajuda para localizar parentes de mulher

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Maria Lourenço Henride da Silva, 46 anos, procurou o Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), da Polícia Judiciária Civil, em Cuiabá, pedindo ajuda para encontrar sua mãe ou outro parente.

A mãe, que supostamente se chama Saturnina da Silva, nunca conheceu. “Quero encontrar meus pais. Quero encontrar minha mãe ou algum parente, um irmão, um primo, avó, tio. Alguém que seja do meu sangue. Tenho essa idade e até hoje não consegui descobrir quem são meus parentes. Quero saber minha origem”, contou.

Ela pouco se lembra de sua infância e juventude. Foi criada em casas de famílias, passou por lares assistenciais e também ficou internada na antiga Fundação Centro de Atendimento Socieducativo ao Adolescente (Febem).

“Fui criada na casa de famílias boas e na Febem. Tive o azar de não ser adotada por ninguém. Tanto é que minha certidão de nascimento foi feita quando eu tinha 14 anos, através dos exames que fazem das mãos (papiloscopia), dai que me deram um nome, uma idade, uma nacionalidade e o nome de uma suposta mãe, Santurnina  da Silva, mas eu não sei se é, de onde é”, fala. “Não tenho lembranças de rosto, de nome, de cidade, de nada”, complementa.

Maria Lourenço conta que já morou em São Paulo com uma família, que depois foi para Brasília, onde sofreu violência doméstica. “Dai eu fugi dessa casa e tive problemas e conheci um homem na rua (…) quando engravidei”, afirma.

Maria Lourenço Henride da Silva hoje mora no bairro Três Poderes, em Cuiabá ,  é mãe de quatro filhos.

Parentes dela podem estar morando na região de Cáceres ou na Baixada Cuiabana. Qualquer informação que possa ajudar na localização de paredes dela podem ser encaminhadas ao Setor de Desaparecidos da Polícia Civil no telefone (65) 3901-4823 ou (65) 9 9982-7766 (Whatsapp).

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