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Polícia

Polícia Civil prende acusado de roubo em stande de construtora em Várzea Grande

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Reconhecido como um dos autores do roubo no stande de vendas de uma construtora, Mateus Arruda dos Santos, 19, foi preso pela Polícia Judiciária Civil, na tarde de terça-feira (08.01), em ação dos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG).

O roubo ocorreu no final da tarde de 13 de julho de 2018, no stande de vendas da construtora MRV, na Estrada da Guarita, em Várzea Grande. Na ocasião, o suspeito e um comparsa invadiram o local em posse de um revólver calibre 38 e anunciaram o assalto, rendendo funcionários que estavam no estabelecimento.

No roubo, foram subtraídos um aparelho Iphone X, avaliado em R$ 7 mil, uma mochila com vários pertences da vítima, entre outros objetos. Segundo a delegada, Elaine Fernandes da Silva, além da grave ameaça exercida com emprego de arma de fogo, Mateus foi extremamente violento e agrediu uma das vítimas com coronhadas na cabeça.

“Com a identificação do suspeito, foi representado pela prisão preventiva do acusado, a qual foi deferida pela Justiça e devidamente cumprida pela equipe de policiais da Derf-VG”, disse a delegada.

Mandado Cumprido

Em outra ação, os investigadores da Derf-VG também prenderam Márcio César de Araújo Silva, 21, conhecido como “Maxixe”. O acusado é contumaz na prática de roubos em Várzea Grande e estava com mandado de prisão em aberto pela atuação nos crimes.

 

Fonte: Assessoria | PJC-MT

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Setor de Desaparecidos pede ajuda para localizar parentes de mulher

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Maria Lourenço Henride da Silva, 46 anos, procurou o Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), da Polícia Judiciária Civil, em Cuiabá, pedindo ajuda para encontrar sua mãe ou outro parente.

A mãe, que supostamente se chama Saturnina da Silva, nunca conheceu. “Quero encontrar meus pais. Quero encontrar minha mãe ou algum parente, um irmão, um primo, avó, tio. Alguém que seja do meu sangue. Tenho essa idade e até hoje não consegui descobrir quem são meus parentes. Quero saber minha origem”, contou.

Ela pouco se lembra de sua infância e juventude. Foi criada em casas de famílias, passou por lares assistenciais e também ficou internada na antiga Fundação Centro de Atendimento Socieducativo ao Adolescente (Febem).

“Fui criada na casa de famílias boas e na Febem. Tive o azar de não ser adotada por ninguém. Tanto é que minha certidão de nascimento foi feita quando eu tinha 14 anos, através dos exames que fazem das mãos (papiloscopia), dai que me deram um nome, uma idade, uma nacionalidade e o nome de uma suposta mãe, Santurnina  da Silva, mas eu não sei se é, de onde é”, fala. “Não tenho lembranças de rosto, de nome, de cidade, de nada”, complementa.

Maria Lourenço conta que já morou em São Paulo com uma família, que depois foi para Brasília, onde sofreu violência doméstica. “Dai eu fugi dessa casa e tive problemas e conheci um homem na rua (…) quando engravidei”, afirma.

Maria Lourenço Henride da Silva hoje mora no bairro Três Poderes, em Cuiabá ,  é mãe de quatro filhos.

Parentes dela podem estar morando na região de Cáceres ou na Baixada Cuiabana. Qualquer informação que possa ajudar na localização de paredes dela podem ser encaminhadas ao Setor de Desaparecidos da Polícia Civil no telefone (65) 3901-4823 ou (65) 9 9982-7766 (Whatsapp).

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