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Polícia Civil divulga fotos e pede denúncias para localizar envolvidos em morte de comerciante

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Buscando apoio da população através de denúncias, a Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa de Cuiabá (DHPP), da Polícia Judiciária Civil, divulgada a foto de dois homens procurados, por participação no homicídio do comerciante Geraldo Jamil Siman Moreira, 51, ocorrido no dia 18 de janeiro, no bairro Cidade Verde.

Todos os envolvidos na trama foram identificados pela Polícia Civil, nas investigações conduzidas pela DHPP. Sendo presos desde o mês de fevereiro, os mandantes Danielle Reis de Souza Siman (a esposa da vítima) e o seu amante Gabriel Brito Gabiato Pires e um dos executores, Atailson Espírito Santo.

Com os mandados de prisão em aberto, a Polícia Civil continua as buscas para localizar os suspeitos: Hermes Domingos de Oliveira, apontado como a pessoa contratada pelos mandantes para arrumar alguém para executar a vítima, e Ygor Henrique da Silva Martins, contratado por Hermes, para junto a Atailson matar o comerciante.

Segundo informações, o foragido Ygor foi o autor dos disparos de arma de fogo e companhia de Atailson que pilotava a motocicleta. A vítima foi morta com três tiros na cabeça, em frente à própria casa.

Denúncias:

Além do disque denúncia via 197, a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) conta com um canal exclusivo via WhatsApp para recebimento de informações referentes a captura de foragidos. Pelo telefone (65) 9 9971-7976 qualquer pessoa pode auxiliar as investigações. O sigilo é absoluto.

O caso

As investigações comandadas pela delegada Eliane de Moraes, o piloto e o executor ficaram dois dias de tocaia em uma casa abandonada, ao lado da residência da vítima, esperando o momento certo para assassiná-lo. No dia 17 de janeiro, a vítima, que tinha o costume de sair bem cedo de casa, se atrasou e o plano foi adiado. No dia seguinte, 18 de janeiro, às 5 horas da manhã, a vítima foi executada.

Inicialmente, com imagens de câmaras de segurança, que mostraram a motocicleta e pela placa os policiais chegaram até uma pessoa que informou aos policiais que havia vendido a motocicleta para Atailson.

Ao ser preso Atailson revelou que tinha sido contratado pelo filho do dono do supermercado, que fica em frente à casa da vítima. Essa pessoa foi identificada como sendo o jovem, Gabriel, que teve a prisão cumprida no dia 14 de fevereiro.

Após a prisão de Gabriel foi descoberto o plano sórdido alimentado pela esposa da vítima. Danielle mantinha há quase dois anos relacionamento extraconjugal com Gabriel. Ela dizia a ele que sofria constantemente agressões físicas do marido e que um de seus dois filhos era fruto de estupro praticado pelo esposo, e o segundo engravidou em momento que ele (marido) tinha se aproveitado  do seu estado de embriagues. Ela também falava ao amante que não mantinha relações sexuais com o marido.

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Operação da Polícia Civil apreende documentos e cartões de indígenas retidos em poder de agiotas

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Três mandados de busca e apreensão domiciliar com objetivo de apurar crimes de usura, apropriação indébita e estelionato praticados contra indígenas da etnia Xavante foram cumpridos pela Polícia Judiciária Civil,  na operação A’uwe deflagrada, na quinta-feira (21.03), pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças (509 km a Leste).

Segundo o delegado da Derf, Wyliney Santana Borges, a operação denominada “A’uwe” (que significa “Povo Xavante” na linguagem indígena), resultou na maior apreensão de documentos e cartões bancários pertencentes a indígenas em poder de agiotas no Estado de Mato Grosso.

As investigações demonstram que os suspeitos emprestam dinheiro para os indígenas, cobrando juros que variam entre 10% a 40% mensais, e como garantia de recebimento, retém os cartões bancários com as respectivas senhas das vítimas, somente devolvendo quando recebem o valor emprestado acrescido de juros.

Durante as buscas nas residências dos suspeitos, foram apreendidos 135 cartões bancários com senha dos indígenas, incluindo do programa federal “Bolsa Família”, além de 242 documentos pessoais e oficiais de índios, dentre eles carteira de trabalho, RGs, CPFs e títulos de eleitor.

Em uma das casas, foram encontradas ainda duas máquinas de cartões, que eram utilizadas para passar os cartões das vítimas, em que o dinheiro tinha como destino a conta bancária de um dos investigados, evitando que precisassem ir ao banco para sacar os valores.

Wilyney Santana explica que devido aos juros exorbitantes as vítimas entram em um ciclo que pode durar anos. “Neste período o indígena fica sem nenhum controle do recebimento de salário, aposentadorias e benefícios que recebem, e como precisam de dinheiro para sua subsistência, voltam novamente nos suspeitos, alimentando o ciclo interminável de empréstimos”, disse o delegado.

As investigações prosseguem tramitando pela Derf de Barra do Garças.

Fonte: Assessoria | PJC-MT

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