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Interior

Piloto que estava desaparecido é encontrado em floresta no Nortão

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O piloto Maicon Semencio Esteves, de 27 anos, foi encontrado na tarde desta quarta-feira (07), pelas equipes de buscas.

Maicon desapareceu no  sábado  quando pilotava o avião modelo Neiva EMB-201A, que caiu e pegou fogo em uma floresta no distrito de União do Norte – Peixoto de Azevedo (197 km de Sinop).

De acordo com o gerente da propriedade, Cláudio Favoreto, ele estava deitado às margens de um rio, aparentava estar debilitado e com algumas queimaduras no braço e no rosto devido ao fogo que houve no avião. Esteves está sendo levado, de ambulância, até União do Norte e deve ser transferido para o Hospital Regional de Peixoto de Azevedo.

Ele foi localizado pelas equipes dos bombeiros, policiais e funcionários da fazenda, a cerca de 1,5 mil metros dentro da mata, nas proximidade de um rio. Maicon reside em Primeiro de Maio, no Paraná (455 km de Curitiba).

O gerente da fazenda, que viu o avião perdendo altitude e caindo na mata, fez as primeiras buscas, ainda no sábado, com funcionários. Desde domingo as equipes passaram a andar em vários pontos na mata. Eles se dividiram, soltaram rojões a cada 20 minutos para que Maicon pudesse identificar e saísse da floresta que é muito extensa e fechada. O Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) de Sorriso chegou a ser acionado para auxiliar nas buscas, mas não foi possível já que helicóptero segue em manutenção.

A causa do acidente ainda será investigada pelo Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa). Maicon também deve ser ouvido pela equipe para esclarecer a situação.

Fonte: Redação com informações do Só Noticias

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Interior

Justiça acata pedido do MP e manda bloquear bens de construtora que fez asfalto de péssima qualidade

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A Justiça acatou pedido do Ministério Público Estadual, por meio da 2ª Promotoria de Justiça Cível de Rondonópolis, e mandou indisponibilizar os bens móveis e imóveis, até o limite de R$ 4.276.441,97 dos proprietários da Macro Construtora Ltda por ter executado obras de pavimentação asfáltica de péssima qualidade em bairros de Rondonópolis.

De acordo com a ação, o governo do Estado de Mato Grosso promoveu a licitação Concorrência Pública nº 25/2014 tendo a Macro sagrado-se vencedora para executar a pavimentação asfáltica tipo TSD com capa selante, no prolongamento da Rua Barão de Rio Branco, ligação do Bairro José Sobrinho ao Residencial Geraldini, além de várias ruas do Bairro Monte Líbano e Residencial Padro Lothar.

O contrato do serviço foi de R$ 3.355.671,64 sendo aditado em mais R$ 818.807,97 para a implantação e pavimentação de ciclovia e pista de caminhada, além do canteiro central do prolongamento da Avenida Rio Branco, resultando no preço final contratado, medido e pago à construtora no valor de R$ 4.276.441,97.

Um dos itens do contrato deixa claro que: “todo o material a ser empregado na obra deverá ser comprovadamente de primeira qualidade, sendo respeitadas as especificações referentes aos mesmos”. Porém, não foi isso que aconteceu.

“A obra, totalmente medida, liquidada e paga à empresa foi pessimamente executada, visto que apresentou inúmeros e graves defeitos, não condizentes com a qualidade que a sociedade espera (e paga) com o dinheiro público, consoante os quatro laudos de vistoria juntados nos autos de investigação, dois efetuados pela Comissão de Fiscalização da própria Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística, e dois efetuados pela empresa contratada para supervisão da obra (Consórcio LBR/Esteio)”, destacou na ação o promotor de Justiça.

Um dos laudos emitidos diz que foram evidenciadas falhas “pontuais e construtivas do prolongamento da Avenida Rio Branco e da ciclovia do canteiro central, incluindo também trecho readequado, ressaltando que tais falhas precisam ser corrigidas, pois, o pavimento apresenta trecho com patologias severas, como panelas, erosão, danos em sarjetas, meio-fios e bocas-de-lobo, e, ante mesmo da entrega provisória, incluindo também a sinalização falha e, por estar em plena utilização pela comunidade local, a mesma também tem contribuído com interferência danosa ao pavimento, sobretudo, ao canteiro central”.

Na decisão, o juiz relata que diante das irregularidades, em 11 de maio de 2018, a empresa foi notificada para regularizar as pendências apontadas no laudo, sob pena de sanções, mas, em princípio não tomou providências visando sanar os problemas detectados na obra.

“Ante o exposto, defiro parcialmente a tutela de urgência requerida para o fim de determinar a indisponibilidade dos bens dos réus, excetuando bloqueio de contas judiciais. Oficie-se aos cartórios de registro de imóveis de Rondonópolis, Cuiabá, Barra do Garças, Pontal do Araguaia, Alto Araguaia, Pedra Preta, Poxoréu, Guiratinga, Porto Velho (RO) e Rolim de Moura (RO), para que averbem a indisponibilidade na matrícula dos eventuais imóveis encontrados em nome dos réus”, diz o magistrado na decisão.

 

Por Janã Pinheiro

Fonte: MP-MT

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