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Interior

Operação em Lambari D’Oeste apreende arma suspeita de usada em tiro na casa do prefeito

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Quatro pessoas foram presas em flagrante por posse e porte irregular de arma de fogo, no município de Lambari D’Oeste (339 km a Oeste), em operação da Polícia Civil realizada nesta quinta-feira (16), em conjunto com policiais militares da Força-Tática, Polícia Militar Ambiental, e policiais da Gerência de Operações Especiais (GOE), da Diretoria de Atividades Especiais, de Cuiabá;

Entre os presos está o vereador de Lambari D’Oeste, Jovelino Ferreira de Souza, que foi encontrado em sua casa na posse de uma espingarda calibre 22 e outra espingarda calibre 28, além de munições. Ele e outras três pessoas detidas em pontos distintos serão autuadas na posse e porte ilegal de arma de fogo. Após serem ouvidos eles deverão ter fiança aplicada nos valores de 3 a 5 salários mínimos, conforme as posses de cada um.

Conforme o delegado Miguel Macário Lopes, o objetivo da operação era apreender a arma usada no disparo efetuado no domingo (12), na porta da casa do prefeito de Lambari D’Oeste, Edvaldo Alves dos Santos. O tiro foi disparado por volta da meia noite, pouco tempo depois do prefeito e a esposa, que estavam em uma festa, chegarem em casa. O tiro arma calibre 12 quebrou a porta de vidro da entrada da residência.

Logo que acionada, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Rio Branco, começou a apuração e hoje cumpriu mandados de busca e apreensão contra possíveis pessoas suspeitas de envolvimento no disparo.

O delegado Miguel Macário Lopes informou o disparo tem motivação política, mas nenhuma das pessoas detidas confessam.

As armas de fogo serão encaminhadas para à perícia.

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Interior

Câmara de Nobres descumpre Lei de transparência; portal está desatualizado há mais de um ano

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Acompanhar a gestão financeira da administração municipal pela internet é um direito que moradores de todas as cidades brasileiras têm, desde 2011, com a lei de responsabilidade fiscal.

O princípio constitucional da publicidade e da  transparência, lei n. 12527/2011, que  determina que o poder público deve dar publicidade de seus atos, facilitando o acesso à informação aos cidadãos, com publicações de algumas informações por meio eletrônico e demais meios, está sendo desrespeitada pela Câmara Municipal, que não atualiza o portal do legislativo há mais de um ano.

Sob justificativa de que necessita de uma nova empresa para administrar o site, o atual presidente, André Avelino Bezerra já levou praticamente um semestre inteiro e não conseguiu finalizar a nova formatação.

A Câmara até contratou a mesma empresa que presta serviço para a prefeitura de Nobres para atualizar o portal transparência e enviar dados ao sistema Aplic do Tribunal de Contas, mas os atos, projetos, leis e indicações dos vereadores, continuarão sem divulgação.

O Tribunal de Contas está multando a maioria dos gestores que não empregam o que preconiza a lei de transparência e não será diferente com a Câmara de Nobres.

Na contramão, os parlamentares se arvoram em divulgar seus feitos e ações em suas próprias redes sociais o que acaba sendo ainda mais trágico, pois confundem o serviço do vereador, postando obras do executivo, como feitos deles próprios, usam fotos inadequadas e o pior de tudo é aguentar a “VERBORRAGIA”, utilizada.

Com os  erros crassos de português, que chegam a ser um verdadeiro desserviço ao leitor, principalmente aos adolescentes que estão no Ensino Fundamental que necessitam de textos concisos para aprender o bom e correto português, pagam o maior MICO, achando que estão prestando um serviço de comunicação, na verdade estão dando vexame publico.

A conotação social da trágica atitude do legislativo nobrense é que a maior parte dos vereadores não trabalha, pois não existe divulgação dos serviços realizados, isto pode implicar na reeleição de muitos, como aconteceu na última eleição, onde a população rejeitou a grande maioria reelegendo apenas dois vereadores, Adelian Messias e Zilmai Ferreira.

O que temos é uma página ultrapassada que apresenta links com erro, falta de informações e dados desatualizados. A lei determina que as páginas devem ser de fácil acesso e disponibilizar receitas e despesas em tempo real, informando inclusive o nome dos fornecedores. “Ao cidadão não pode ser negado o que está na lei.

“Ao cidadão cabe  ao Ministério Público ou associações que protegem o direito de acesso à informação.

 

 

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