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Onda fitness impacta setor de alimentação saudável

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Há um ano no franchising, o Armazém Fit Store, rede de franquias que comercializa produtos saudáveis, possui 12 unidades em funcionamento e 38 em processo de abertura. Em 5 anos, a rede projeta atingir 500 unidades e tornar-se líder em seu segmento
Segundo o balanço realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor de alimentação cresceu quase 10% no segundo trimestre de 2018. Tal expansão é reflexo do crescimento de nichos específicos, como os de alimentação saudável. De olho no potencial do mercado, as empresárias Ayla Quintella e Tathiana Gava, fundaram o Armazém Fit Store, loja que comercializa produtos para quem busca uma alimentação saudável ou possui restrições alimentares. A ideia de abrir um negócio no setor surgiu quando as empresárias – e amigas – sentiram falta de um local que vendesse produtos para uma alimentação mais equilibrada que pudessem auxiliar em seus problemas de saúde, como gastrite e déficit de vitamina no corpo. A primeira unidade foi inaugurada em 2017, em Colatina, no Espírito Santo e, atualmente, a marca já possui 60 unidades vendidas em todo o país.

Com mais de 1.200 itens, como os chamados superalimento, alimentos glúten free, lactose free, produtos a granel, além de exclusividades, como azeite de avocado e bebidas diferenciadas, como os shakes de proteína, a loja foi um sucesso logo nos primeiros meses após a sua inauguração. A boa performance chamou a atenção de investidores e a holding de franquias Grupo 10X, do empresário David Pinto, tornou-se sócia do empreendimento com a missão de expandir a marca. O Armazém Fit Store planeja encerrar este mês com 22 unidades em funcionamento, 50 em processo de abertura e expectativa de chegar a 100 franquias comercializadas até o final do ano.

Somente no mês de setembro, 10 cidades receberão uma unidade da marca, como Santo André, Vila Velha, Manaus, Jundiaí, Salvador, Barra da Tijuca e Curitiba.

Planos de Expansão

Segundo os sócios da rede, o rápido processo de expansão acontece seguindo uma tendência natural de mercado. “Alimentação saudável é uma tendência mundial. A pessoas estão muito mais preocupadas com isso, substituindo produtos convencionais por outros mais saudáveis. Percebemos isso diariamente em nossas lojas, o que impacta diretamente em nosso crescimento, estamos animados pelo que está por vir e acreditamos que temos os diferenciais necessários para ser o nome mais lembrado no Brasil quando se fala em Alimentação Saudável”, afirma Lucas Quintella.

O Armazém Fit Store projeta faturar R$ 8 milhões em 2018. “Será um ano muito focado em inaugurações e com isso a expectativa é de um crescimento bastante ousado para 2019, quando projetamos faturar R$ 50 milhões.” Em 5 anos, a expectativa da rede é atingir 500 unidades, sangrando como maior rede de franquias de seu segmento.

Sobre a Armazém Fit Store
Fundada em fevereiro de 2017, em Colatina(ES), a Armazém Fit Store comercializa produtos em geral para uma alimentação saudável. Atualmente a empresa conta com mais 1200 itens e 80 fornecedores. Como diferencial, a loja aposta na exposição de produtos a granel, doces lowcarb, shakes e em uma decoração sustentável, com madeira de demolição e plantas. Em janeiro de 2018 a empresa se uniu ao Grupo 10X para franquear a marca, que hoje já conta com 60 unidades vendidas por todo país. Saiba mais em www.armazemfitstore.com.br

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Mato Grosso precisa ampliar produção de florestas em 500 mil ha

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“Cada indústria produtora de etanol consome em média de 15 a 20 mil hectares (ha) de floresta, ou seja, para cinco novas plantas serão 100 mil ha, o que equivale a 500 mil ha apenas para atender a demanda da indústria de etanol de milho”, afirmou o presidente da Associação de Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta), Glauber Silveira, durante o 2º Workshop Florestar 2018 – tecnologias e manejo de florestas plantadas, nesta sexta-feira (21), no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar MT).

As espécies florestais mais plantadas no estado são o eucalipto com 187 mil hectares e a Teca, com 89,6 mil hectares. De acordo com Glauber, até bem pouco tempo, ninguém queria madeira nem de graça, mas o cenário mudou. “Com a expansão da produção do etanol de milho, começamos a ter mercado com uma rentabilidade que pode ser equivalente a 23 sacas de soja por hectare ano”.

Fausto Takizawa, secretário-geral da Arefloresta, explica que a meta do Programa Produzir, Conservar e Incluir (PCI) até 2030 é atingir 800 mil ha plantados. Para isso, será necessário o plantio de 41 mil hectares de floresta por ano. No entanto, a média  dos últimos 10 anos foi de 14 a 16 mil ha por ano. “Para atingir esta meta será preciso R$313 milhões de reais em investimentos”.

Outro entrave, segundo ele, é que a floresta está distante da indústria do etanol. “A maior concentração da produção de Eucalipto está na região de Rondonópolis, mas a maior mercado consumidor está no circuito Lucas do Rio Verde, Sorriso e Sinop. Será preciso rever a região de ampliação do cultivo”. Fausto também abordou o receio dos produtores quando a concorrência da biomassa de origem não sustentável, o fato da plantação ser uma atividade secundária e a experiência negativa de alguns produtores. “Sabemos que há comprador e produtor e o Brasil detém a tecnologia, mas ingressar neste mercado exigirá competência e muito conhecimento”, esclarece.

O secretário adjunto de políticas agrícolas do Ministério da Agricultura (Mapa), Sávio Pereira, revela que no Canadá, que é um grande produtor florestal, as florestas levam quase um século para sua colheita, enquanto em Mato Grosso o resultado da Teca vem em 20 a 25 anos. “Nosso estado tem as condições ideais de clima, luminosidade e solo ideais”. Quando se trata do Eucalipto, em 5,5 anos, com adubação e manejo, é possível colher 400 a 420 metros de madeira, um resultado bem acima da média.

Ganha Ganha

A FS Bioenergia é uma das indústrias de etanol em fase de expansão em Mato Grosso. A empresa está duplicando a planta de Lucas do Rio Verde e iniciando a instalação de uma planta em Sorriso. Até o início do próximo ano, a indústria vai consumir 2 mil ha ano, ampliando para 5 mil ha a partir de 2023. De acordo com o gerente de Biomassa da empresa, Leonardo Bastos Pacheco, a capacidade da região do médio norte atende a demanda, mas com a vinda das novas indústrias de etanol de milho, haverá um déficit grande em pouco tempo.

Para garantir o produto pelos próximos anos, a empresa criou o projeto de fomento florestal com uma remuneração contratual fixa junto ao produtor. “Nós fazemos o contrato, fornecemos a linha de crédito e a assistência técnica, tornando o produtor um parceiro da empresa. Criamos um cluster da agroindústria entre produtor, empresa e agente financeiro, assegurando todas as partes”, pontua.

 

Fonte: Cairo Lustoza – Jornalista

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