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Cultura

Núcleo Coral UFMT apresenta “Sonhos de Natal” no próximo domingo (08.12)

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Marcando o encerramento da Temporada de 2019, os grupos que compõem o Núcleo Coral UFMT apresentarão o espetáculo “Sonhos de Natal”, no dia 08 de dezembro, às 18 horas, no Teatro Universitário. A entrada é um brinquedo, que poderá ser novo ou usado, desde que em boas condições.
No concerto, o Coral Infantil e Infantojuvenil da UFMT, o Coral da 3ª Idade da UFMT e o Laboratório Coral cantarão o repertório que foi trabalhado durante o ano, além de icônicas canções natalinas.
Para a diretora artística e maestrina do Coral UFMT, Dorit Kolling, o show realizado em apresentação única, reúne todo o esforço e brilhantismo dos regentes do Núcleo Coral UFMT.
“Foi um ano muito importante para o canto coral mato-grossense e os grupos do Núcleo Coral UFMT que marcaram presença em diversos momentos e apresentações que realizaram no ano de 2019, o que demonstra o crescente espaço do canto coral em nossa região”.
A Direção Artística do Núcleo Coral UFMT está a cargo da maestrina Dorit Kolling e o evento é uma realização da UFMT/PROCEV, Agenda Tricentenária e Coral UFMT.
OS GRUPOS
CORAL INFANTIL E INFANTOJUVENIL
Os Corais Infantil e o Infantojuvenil da UFMT são projetos de extensão que fazem parte do Núcleo Coral UFMT. Foram criados com o objetivo de propiciar uma vivência em arte para a comunidade mirim. Hoje, os dois coros unem cerca de 70 coralistas.
A equipe de trabalho do Coral Infantil e Infantojuvenil conta com os acadêmicos do curso de Música da UFMT e bolsistas de extensão, como a Luanna Fonseca, atual regente do Coral Infantil, Rômulo Aguiar e Blandina Martinho, e também os recém-formados em música, Gabriel Rodrigues Campos e Thaynne Aguiar. Além do servidor Adonys Aguiar que é o coordenador do projeto de extensão e o regente do Coral Infantojuvenil.
CORAL DA 3ª IDADE DA UFMT
O Coral da 3ª Idade da UFMT é um projeto de extensão do Núcleo Coral e do Departamento de Artes, coordenados pela profª Dorit Kolling, para desenvolver um trabalho músico-vocal para pessoas acima dos 60 anos.
Atualmente conta com cerca de 70 coralistas que tem como regentes as recém-formadas, Alexsandra Matos e Iasmin Medeiros, a acadêmica de música Layssa Morgana e o servidor Talles Matos.
LABORATÓRIO CORAL
O Laboratório Coral é um curso de extensão voltado às pessoas com pouca vivência em canto coral. Aberto à comunidade em geral, o Laboratório atualmente reúne cerca de 30 alunos-cantores. Na equipe de trabalho estão os servidores André Vilani e Adonys Aguiar.
SERVIÇO
Núcleo Coral da UFMT apresenta “Sonhos de Natal”
Data: 08 de dezembro de 2019
Horário: 18h
Local: Teatro Universitário da UFMT

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Cultura

Decreto presidencial oficializa Padre Theodor Amstad como patrono do Cooperativismo Brasileiro

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Assinado pela presidência da República e publicado nesta segunda-feira, 9 de dezembro, no Diário Oficial da União, o documento oficializa Padre Theodor Amstad como patrono do Cooperativismo Brasileiro. O reconhecimento é uma homenagem ao trabalho realizado pelo padre suíço, que fundou a primeira cooperativa de crédito da América Latina, em 1902, na cidade de Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul, e que atualmente é a Sicredi Pioneira RS, uma das 111 cooperativas de crédito filiadas ao Sicredi.

Padre Theodor Amstad teve um papel importante na construção do cooperativismo no Brasil. Hoje, esse modelo de sistema colaborativo para produção e distribuição de riquezas se perpetua em áreas como da educação, saúde, agricultura, turismo, construção civil, terceiro setor e na de finanças, como o Sicredi, um dos maiores sistemas de cooperativismo de crédito do país, que reúne mais de 4 milhões de associados espalhados por 22 estados brasileiros e Distrito Federal.

Amstad nasceu em 9 de novembro de 1851, em Beckenried, na Suíça, e chegou ao Brasil em 1885, período de grande imigração europeia no país. O padre se estabeleceu na região de Nova Petrópolis, há cerca de 100 km da capital Porto Alegre, e logo começou a prestar assistência econômica, social e cultural aos colonos alemães e italianos que viviam na região.

Sempre comprometido com o desenvolvimento social e econômico das comunidades locais, que na época viviam basicamente da produção agrícola, Theodor criou a Bauernkasse, a Caixa de Economia e Empréstimos Amstad, na comunidade de Linha Imperial em Nova Petrópolis, cidade que desde 2010 leva o título de Capital Nacional do Cooperativismo.

A Bauernkasse seguiu o modelo “Raiffeisen”, surgido na Alemanha, em 1862, voltado aos agricultores mais pobres, que não tinham garantias a oferecer, mas que precisavam de recursos para desenvolver suas produções. Esse modelo se espalhou pela Itália, França, Holanda, Áustria e Inglaterra e chegou ao Brasil.

Segundo Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu), o pioneirismo do padre Theodor Amstad deu origem a um modelo de negócio que hoje está presente em aproximadamente metade dos municípios brasileiros.

“Graças a sua luta e visão de mundo mais justo e igualitário, hoje temos milhões de brasileiros em cooperativas de crédito que desenvolvem trabalhos de suma importância econômica e social. A história do Sicredi tem ligação direta com a trajetória de Theodor Amstad. Foi ele quem nos ensinou a caminhar nos fez andar e nos deu a inspiração para continuarmos disseminando a cooperação entre as pessoas”, comenta Dasenbrock, que também destaca a importância dos programas Crescer e Pertencer, realizados pelo Sicredi com o objetivo de promover formação cooperativa para associados, colaboradores e comunidade em geral.

De acordo com o Banco Central, no Brasil já são mais de 10 milhões de associados ao Cooperativismo de Crédito e mais de 3,9 milhões deste total entraram para o segmento nos últimos cinco anos. “Em muitos municípios, as cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras presentes, o que contribui para a inclusão financeira e o desenvolvimento local das comunidades”, explica Dasenbrock.

Amstad morreu no dia 7 de novembro de 1938, na cidade de São Leopoldo (RS). O padre também ficou conhecido por percorrer mais de 100 mil quilômetros montado em uma mula para levar seu conhecimento e apoio às comunidades do interior do Rio Grande do Sul. Sua história é preservada fisicamente na comunidade Linha Imperial em Nova Petrópolis, onde fica o Memorial Padre Amstad. Cerca de três mil visitantes passam anualmente pelo local para conhecer um pouco mais da história do patrono do cooperativismo brasileiro.

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