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Tecnologia

MTI disponibiliza serviços da SES no aplicativo MT Cidadão

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Com o papel de provedora de soluções de TI aos órgãos da Administração Pública Estadual, a Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação – MTI realizou mais um serviço, em parceria com a Secretária de Estado de Saúde (SES), oferecendo soluções ao cidadão usuário da Assistência Farmacêutica Estadual e ao profissional de saúde, de maneira assertiva, transparente e ágil.

Por meio do aplicativo MT Cidadão, a população pode verificar a existência do medicamento prescrito pelo profissional de saúde na relação de medicamentos distribuídos de forma gratuita; também pode ver a relação de documentos exigidos para a obter o medicamento de acordo com a patologia quando de responsabilidade do Estado; e identificar a competência para o fornecimento do medicamento (esfera da administração pública).

Com essa atualização no serviço, o profissional da Saúde também pode obter as informações atualizadas referentes aos protocolos estabelecidos por patologia para que o paciente possa ter direito à retirada dos medicamentos de forma gratuita na Farmácia de Componente Especializado, além de orientar o paciente corretamente com as informações atualizadas de como obter o medicamento.

A equipe da MTI atua no sentido de desenvolver o Governo Digital do Estado de Mato Grosso. A expectativa da ação é de atingir mais de 20 mil usuários da farmácia com os serviços.

MT CIDADÃO

Atualmente, o MT Cidadão disponibiliza serviços gratuitos para a população do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), Secretaria de Estado de Meio Ambiente(Sema), Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos (Ager), Instituto de Defesa Agropecuária (Indea), Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), Superintendência da Imprensa Oficial do Estado de Mato Grosso (Iomat), Secretaria de Estado de Saúde (SES), MT Saúde, Ouvidoria e Maps.

Alguns dos objetivos do aplicativo são: disponibilizar serviços públicos eletrônicos a todos os cidadãos sem restrição de tempo e local, sempre quando este último ofertar acesso à internet; disponibilizar serviços públicos eletrônicos com qualidade; aAcelerar e desburocratizar a prestação de serviços públicos do Executivo Estadual; promover a democratização de acesso a serviços públicos; prover transparência quanto aos órgãos da administração pública e seus respectivos serviços passíveis de serem disponibilizados em plataforma digital; promover a democratização para resgate da cidadania.

 

Fonte: MTI

Por Tatiane Salles

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Tecnologia

As 7 capitais brasileiras onde a energia solar é mais vantajosa

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Gerar a própria energia elétrica através de placas solares se consolidou no Brasil como um dos melhores investimentos atuais, mas em nenhuma cidade ele é mais atrativo do que em Teresina, Piauí.

É o que apontou o levantamento feito pela empresa do mercado livre de energia, a COMERC, que listou as capitais brasileiras onde a tecnologia traz retorno mais rápido ao consumidor.

Para o estudo, a empresa baseou-se nos valores da tarifa de energia cobrados pelas distribuidoras do país, principal variante na hora de estimar o tempo de retorno sobre o investimento em um sistema solar elétrico.

Conhecido também como payback, esse é o prazo para que o sistema “se pague” através da economia gerada na conta de luz durante os seus 25 anos de vida útil, e a qual pode chegar a até 95% do valor.

Assim, quanto mais alta for a tarifa de energia praticada, maior seria a conta de luz paga e, portanto, maior a economia mensal que o consumidor tem com o seu sistema fotovoltaico.

Além da tarifa, outras variantes também devem ser consideradas, como níveis de radiação solar, visto que um local com condições climáticas mais adequadas resulta em um sistema com maior geração.

Com a 16ª tarifa mais cara do Brasil, segundo o ranking elaborado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), a cidade de Teresina apresentou o menor payback para um sistema solar, de 2,86 anos.

Confira, abaixo, o ranking das 7 capitais brasileiras com o menor payback para um sistema solar:

1º Teresina – Piauí – 2,86 anos
2º Manaus – Amazonas – 3,0 anos
3º Campo Grande – Mato Grosso do Sul – 3,07 anos
4º Natal – Rio Grande do Norte – 3,08
5º Palmas – Tocantins / Recife – Pernambuco – 3,09 anos
6º Aracajú – Sergipe – 3,12 anos
7º Cuiaba – Mato Grosso – 3,15 anos

 

Fonte: Assessoria de Comunicação – BlueSol

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