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Polícia

Motorista de aplicativo é sequestrado e tem carro roubado em VG

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Um motorista  de aplicativo foi vítima de sequestro seguido de roubo na madrugada desta sexta-feira (11), no bairro Mapim, em Várzea Grande. Três homens se passaram por  3 passageiros anunciaram o assalto e abandonaram o refém na região do bairro Chapéu do Sol.

 

Segundo informações da Polícia Militar, a vítima denunciou o roubo de seu veículo Hyunday HB 20, de cor branca, por volta das 2h. O carro tinha rastreador, porém não havia sinal da localização no rastreamento.

Ele informou que uma mulher fez o contato para fazer a corrida e, ao chegar no local, 3 suspeitos entraram no veículo dizendo que iriam buscar duas mulheres no Centro da cidade e no caminho foi anunciado o roubo.

Um adolescente de 17 anos e Raquel Fernanda Gonçalves, 22, foram detidos.

 

 

Os policiais foram até a residência e a suspeita Raquel foi reconhecida pela vítima. Ao ser detida pelos PMs, dois suspeitos em duas motocicletas surgiram pela rua da casa em alta velocidade e tentaram fugir. O adolescente foi detido, já o outro suspeito que tentou atropelar um dos policiais conseguiu fugir. O policial ainda atirou contra o suspeito, mas ele não foi atingido.

 

Raquel e o adolescente foram encaminhados à Central de Flagrantes, onde foram autuados por roubo, sequestro e formação de quadrilha.

 

Além do carro, os bandidos levaram também o celular e uma corrente de ouro da vítima.

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Polícia

Setor de Desaparecidos pede ajuda para localizar parentes de mulher

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Maria Lourenço Henride da Silva, 46 anos, procurou o Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), da Polícia Judiciária Civil, em Cuiabá, pedindo ajuda para encontrar sua mãe ou outro parente.

A mãe, que supostamente se chama Saturnina da Silva, nunca conheceu. “Quero encontrar meus pais. Quero encontrar minha mãe ou algum parente, um irmão, um primo, avó, tio. Alguém que seja do meu sangue. Tenho essa idade e até hoje não consegui descobrir quem são meus parentes. Quero saber minha origem”, contou.

Ela pouco se lembra de sua infância e juventude. Foi criada em casas de famílias, passou por lares assistenciais e também ficou internada na antiga Fundação Centro de Atendimento Socieducativo ao Adolescente (Febem).

“Fui criada na casa de famílias boas e na Febem. Tive o azar de não ser adotada por ninguém. Tanto é que minha certidão de nascimento foi feita quando eu tinha 14 anos, através dos exames que fazem das mãos (papiloscopia), dai que me deram um nome, uma idade, uma nacionalidade e o nome de uma suposta mãe, Santurnina  da Silva, mas eu não sei se é, de onde é”, fala. “Não tenho lembranças de rosto, de nome, de cidade, de nada”, complementa.

Maria Lourenço conta que já morou em São Paulo com uma família, que depois foi para Brasília, onde sofreu violência doméstica. “Dai eu fugi dessa casa e tive problemas e conheci um homem na rua (…) quando engravidei”, afirma.

Maria Lourenço Henride da Silva hoje mora no bairro Três Poderes, em Cuiabá ,  é mãe de quatro filhos.

Parentes dela podem estar morando na região de Cáceres ou na Baixada Cuiabana. Qualquer informação que possa ajudar na localização de paredes dela podem ser encaminhadas ao Setor de Desaparecidos da Polícia Civil no telefone (65) 3901-4823 ou (65) 9 9982-7766 (Whatsapp).

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