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Morador de rua suspeito de ameaçar criança em banheiro de igreja em Cuiabá diz que menino se assustou com ele

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O morador de rua Antônio Carlos de Oliveira Bernardo, suspeito de ameaçar um menino de 8 anos no banheiro da Igreja Nossa Senhora do Bom Despacho, em Cuiabá, disse em depoimento à Polícia Civil que o menino se assustou com ele.

Já o menino contou à polícia que homem entrou no banheiro e disse que ia matá-lo.

Segundo a Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica), o suspeito afirmou que é morador de rua e que frequenta a comunidade porque ganha comida e roupa.

“Ele declarou que lavava as mãos no banheiro externo no momento em que a criança abriu a porta de um dos boxes do banheiro que usava”, descreveu a Deddica sobre o depoimento do suspeito.

A criança teria se assustado quando o encontrou próximo a pia, provavelmente ‘por sua aparência suja’, ainda conforme as palavras de Antônio.

“Ele tentou acalmar o menino, mas sem tocá-lo, quando então o coroinha entrou no local e retirou a criança”, disse a Deddica.

O suspeito afirmou já ter passado por cinco internações psiquiátricas.

Agora, as declarações do suspeito serão confrontadas com demais atos de investigação, como oitivas de testemunhas, familiares, imagens das câmeras de segurança e exame psicossocial que o menino vai passar.

O caso

A ameaça passou a ser investigado pela Polícia Civil após denúncia de um dos padres da igreja.

Nas imagens do circuito de segurança da igreja, é possível ver o momento em que o homem passa pela lateral do templo, no pátio dos fundos.

Ele caminha até determinado ponto, para, encosta em uma mureta, observa, entra no banheiro e fecha a porta. A criança já estava dentro do banheiro. Quase quatro minutos se passam, até que um ‘coroinha’ sai correndo e vai até a porta do sanitário.

Fonte: G1-MT

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Jovens têm menos chance de contratação e mais de serem demitidos

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O mercado de trabalho é mais severo com as pessoas de 18 a 24 anos. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os jovens enfrentam mais dificuldades para conseguir trabalho e, quando empregados, são os mais vulneráveis à demissão.

“A probabilidade de o jovem estando desempregado conseguir emprego é menor do que os outros trabalhadores. E uma vez empregado, a probabilidade de ele ser demitido é muito maior do que a dos outros trabalhadores. É uma conjuntura muito ruim para os jovens”, analisa a diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, Maria Andreia Parente Lameiras.

Rio de Janeiro - Jovens participam do projeto Agentes de Promoção da Acessibilidade, no qual recebem noções de Libras, audiodescrição e legislação inclusiva  (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Entre as pessoas de 18 a 24 anos, houve retração de 1,3% na taxa de ocupação no trimestre móvel Fernando Frazão/Agência Brasil

De acordo com a Carta de Conjuntura publicada pelo instituto nesta nessa quarta-feira (20), o crescimento da população ocupada perdeu ritmo ao longo de 2018 e na passagem do ano. O estudo é feito com base nos dados da Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No trimestre (móvel) formado pelos meses de novembro e dezembro do ano passado e janeiro deste ano, a taxa de crescimento da ocupação (trabalho formal ou informal) foi de 0,9%. Entre as pessoas de 18 a 24 anos, não houve crescimento e sim, retração de 1,3%.

Segundo Andreia Lameiras, os jovens são mais penalizados porque têm menor experiência profissional e podem demandar mais treinamento para ingressar no trabalho. “Quando a economia está em crise, e uma empresa vai dispensar trabalhadores, [o empresário] acaba por afastar aqueles que julga que a saída irá impactar menos na produtividade”. Além disso, “sempre pesa o fato de que os mais jovens não são chefes de família”, lembrou a diretora.

Lameiras ressalta que mesmo no mercado informal e no trabalho por conta própria, os mais jovens desempregados têm mais dificuldades de ingresso. Assim, agrava-se a possibilidade de que desistam de procurar trabalho, mantenham-se como dependentes, e ingressem no contingente de “desalentados”. Em janeiro, a taxa de pessoas desalentadas (todas as idades) teve alta de 6,7% na comparação com o ano anterior.

Nota do Ipea acrescenta que a lenta recuperação do mercado de trabalho, com regressão da ocupação entre os mais jovens, “vem gerando aumento no número de domicílios que declararam não possuir renda de trabalho”.

De acordo com o Ipea, a Pnad do IBGE registrou cerca de 16 milhões de casas sem renda proveniente do trabalho no último trimestre de 2018, “o que equivale a 22,2% das quase 72 milhões de residências no país”. No mesmo período de 2017, a proporção era de 21,5%. Antes da recessão [final de 2013], o percentual era de 18,6%.

 

Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil

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