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Cultura

Mitos e ritos africanos marcam espetáculo do grupo cultural Liberdade

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Em uma noite de muita cultura, a Prefeitura de Cuiabá trouxe à Capital o grupo Liberdade. Ao som do batuque dos tambores africanos, com uma mistura de mitos e ritos dos afrodescendentes, o Liberdade encantou os cuiabanos com o espetáculo “Quilombo da liberdade, origens”, na noite deste sábado (9), no Museu do Rio.

No palco, ao ar livre, os artistas de Brasília trouxeram a capoeira regional e da Angola, danças de puxada rede, de bastão e maculelê para a apresentação. A mistura dos elementos foi aplaudida por quem ali passou e parou para prestigiar a arte expressa pelos belos movimentos corporais.

Para a pedagoga Silvia Stering, a iniciativa do Município foi muito importante, pois resgata as raízes da cidade, que tem herança africana, como todo o Brasil, em um ano em que ela completa seu tricentenário.

“Cuiabá tem sua tradição e a cultura africana está arraigada nela. Trazer essas apresentações é promover um encontro de culturas e também uma forma de educar os mais jovens, que em sua maioria, não tem esse rico conhecimento”, ressaltou Silvia.

Responsável pela vinda do grupo a Cuiabá, o secretário-adjunto de Cultura, Justino Astrevo, destacou a luta da gestão atual em promover o resgate da cultura no Município.

“Mais um momento de arte oferecido ao cidadão cuiabano, totalmente gratuito, e com essa riqueza de elementos, que nos fazem lembrar nossa história. E para termos acesso a esse ensinamento, essa aula de conhecimento, o prefeito Emanuel Pinheiro vem colocando todos os esforços possíveis nos projetos que envolvam o âmbito cultural”, frisou o secretário.

Com mais de 20 anos de história, o grupo liberdade já percorreu várias regiões brasileiras. O espetáculo “Quilombo da liberdade, raízes” já foi apresentado em nove escolas pertencentes a duas cidades satélites do Distrito Federal – Gama e Ceilândia – assistido por mais de oito mil pessoas. O projeto também já foi apresentado nos estados da Bahia, Rio Grande do Norte e Pernambuco, onde foi visto por mais de 10 mil espectadores.

Idealizador do projeto, Roberto Oliveira, o mestre Cobra, agradeceu pela oportunidade e a expressou ressaltando a beleza da Capital e a alegria dos cuiabanos. “O grupo está muito feliz pela receptividade como foi acolhido. Cuiabá tem muito da arte que representamos. É uma cidade calorosa, que carrega em suas raízes uma bela história, cheia de cores, dança, música e amor. Isso agrega ao nosso trabalho, pois esse é o objetivo maior: em cada lugar que passarmos, levarmos um pouquinho de conhecimento, “finalizou o mestre.

O grupo faz sua última apresentação neste domingo (10), às 12h, na comunidade Quilombola de Mata Cavalo de Cima, em Nossa Senhora do Livramento.

Fonte: Secom-Cuiaba

Cultura

Mãe Bonifácia, Zé Bolo Flô e Massairo Okamura voltam a fechar às 18h

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Os Parques Estaduais Mãe Bonifácia, Zé Bolo Flô e Massairo Okamura, em Cuiabá, voltam a encerrar suas atividades às 18h devido ao fim do horário de verão. A alteração no horário de funcionamento nas unidades de conservação urbana é realizada todos os anos em respeito aos hábitos noturnos da fauna local. Dessa forma, as visitas aos três parques serão realizadas das 6h às 18h já a partir do próximo domingo.

Considerado o coração verde de Cuiabá, o Parque Estadual Mãe Bonifácia é um dos mais visitados. Para o gerente do Parque, Celso Benedito Pinheiro, é importante que os frequentadores já se organizem para a mudança que acontece neste final de semana. As alterações nos horários acontecem todos os anos seguindo o calendário do horário de verão e busca o equilíbrio entre a visitação e o respeito à natureza.

Proteção integral

As unidades de conservação Mãe Bonifácia, Zé Bolo Flô e Massairo Okamura são do tipo proteção integral. Nesses locais é permitido apenas o uso indireto dos recursos naturais; ou seja, aquele que não envolve consumo, coleta ou danos aos recursos naturais. Entre os usos indiretos dos recursos naturais podemos ter a recreação em contato com a natureza, turismo ecológico, pesquisa científica, educação e interpretação ambiental, entre outras.

Nesse sentido, uma série de regras precisam ser seguidas para que as unidades continuem cumprindo o seu papel biológico e social, entre elas, está a restrição quanto aos animais domésticos, por oferecerem risco à fauna local. Outro ponto importante: os animais não devem ser alimentados. Isso vale para os macacos, por exemplo, que não podem ingerir alimentos destinados a humanos. Também não é permitido o uso de skate, patins ou bicicletas no interior das unidades

Com relação às famílias com crianças, a Sema orienta para que supervisionem seus filhos, pois o espaço dos parques oferece diversos riscos, como galhos secos e pontiagudos, pedras, buracos, animais silvestres e outras situações que podem levar a quedas e ferimentos. Isso vale para as trilhas, parquinho e banheiros.

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