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Política MT

Medeiros se reúne com Bolsonaro e entidades dos profissionais de Segurança Pública

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O senador José Medeiros e o presidente eleito Jair Bolsonaro se reuniram, na manhã desta quinta-feira (06.12), com as principais entidades representativas nacionais dos profissionais de Segurança Pública. O vice-presidente eleito, general Mourão, também participou do encontro. Para Medeiros, o Brasil não pode manter o modelo “arcaico e falido” da área de Segurança Pública. “Vamos somar com o presidente, para transformar o atual  cenário e cumprir a promessa de um país seguro”, declarou.

Medeiros, que promoveu o encontro entre as entidades e o presidente eleito, afirmou que a esperança é que o novo governo trate a Segurança Pública como pauta prioritária e relevante para a sociedade. Para ele, o grupo que esteve reunido com o presidente Bolsonaro, tem conhecimento e potencial para colaborar com o novo governo. “São eles que vivenciam dia a dia a guerra nas ruas e experimenta a frustração de um sistema que foi montado para não funcionar”, destacou o senador.

Durante o encontro, o senador de Mato Grosso afirmou ainda que o formato adotado pelo Brasil para a área de segurança não se mostrou capaz de mudar o cenário de violência. “É urgente uma reforma no sistema de segurança pública nacional. Em todos os aspectos. É preciso melhorar a estrutura de toda área, reorganizar as carreiras, adequar o financiamento, ajustar o processo penal, revisar o sistema de justiça criminal e o sistema prisional”, enfatizou.

Entidades – O grupo levou a Bolsonaro a disposição para um grande pacto, deixando de lado a fragmentação, para repensar o sistema pensando em resultados a curto, médio e longo prazo e para a redução dos índices de violência. Os representantes das entidades presentes no encontro com o senador e o presidente eleito foram: Deolindo Paulo Carniel, da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais; Luís Antônio Boudens, da Federação Nacional dos Policiais Federais; Marcos Camargo, da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais; Marlom Jorge Teza, da Federação Nacional de Entidades Oficiais Militares Estaduais; Heder Martins de Oliveira, da Associação Nacional dos Praças; Bruno Telles, da Federação Nacional dos Peritos Oficiais; Wellington Corsino do Nascimento, da Associação dos Militares Estaduais do Brasil; José Robalinho Cavalcanti, da Associação Nacional dos Procuradores da República; Elisio Teixeira Lima Neto, da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público; Cel. BM Francisco Roberto de Matos Guedes, do Conselho Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil; Cel. Mauricio Rezende Gouveia, do Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares; Leonel Lucas, da Associação Nacional de Entidades Representativas de Policiais Militares e Bombeiros Militares; Flávio Werneck, do Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal; e Marcelo Azevedo, do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais do Estado de Goiás.

Política MT

Governo de MT estuda demissões de servidores efetivos em estágio probatório

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O governo estadual disse na sexta-feira (24) que não descartaria a possibilidade de demitir servidores em estágio probatório para conseguir equilibrar as contas públicas. Segundo o secretário Estadual de Fazenda, Rogério Gallo o executivo poderá adotar a providência que é permitido Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

De acordo com o secretário a situação econômica do estado é preocupante e o governo tem estudado alternativas para cumprir a LRF e a determinação do Ministério Público Estadual (MPE) de que haja controle rígido das despesas.

“Desde o início do ano, o governo tem comunicado a sociedade que nós temos que ter um equilíbrio nos gastos públicos”, reforçou.

Segundo Rogério, o governo não tem a intenção de demitir servidores. Entretanto é uma possibilidade, caso não haja outras alternativas.

“Essa é uma das possibilidades que a lei coloca. Tenho dito que isso não é desejável e não é o que o governo quer. Nós vamos adotar todas as medidas antes de chegar a algo tão contundente quanto isso”, afirmou.

Gallo comentou ainda que não adianta fazer gasto exclusivamente em pessoal e deixar as despesas de manutenção de hospitais, escolas, estradas em segundo plano. E reafirmo que além do controle de gastos relacionados aos servidores públicos, vem ponderando em outras áreas que também são fundamentais.

Caso as demissões sejam necessárias, seriam de servidores contratados e efetivos em estágio probatório. A medida teria um impacto de R$ 800 milhões na folha de pagamentos que, atualmente, está acima do previsto na LRF.

“Essa controle de gastos é como fazemos na economia doméstica, em casa. E mesmo que exonerássemos servidores efetivos em estágio probatório, talvez nós não conseguíssemos reduzir o gasto do poder executivo”, declarou ele.

O secretário explicou que, caso o governo opte por demitir, não seria uma alternativa ilegal, mas com base no que é permitido por lei.

Por G1

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