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Política MT

Max Russi representa Assembleia em seminário “Ajuste Fiscal ou Desgoverno – Equilíbrio – Transparência – Eficiência”

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), destacou a importância da realização do seminário “Ajuste Fiscal ou Desgoverno – Equilíbrio – Transparência – Eficiência”, promovido pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) nesta quinta-feira (25). O parlamentar representou a Assembleia Legislativa na abertura do evento.

Max Russi ressaltou a importância de se buscar mecanismos de ajuste fiscal, nos tempos atuais em que grande parte do país passa por dificuldades de gestão pública, através desse intercambio de conhecimentos.

“Um grande seminário, em um momento em que a gente precisa estar trabalhando essa temática, que é tão importante para o desenvolvimento dos nossos municípios e também para o estado de Mato Grosso”, avaliou.

O deputado enfatizou ainda a participação de um dos principais palestrantes, o ex-governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, que teve como o principal foco, de sua apresentação, a construção de métodos de se enfrentar o colapso fiscal e financeiro, que se estende por todos os estados.

Hartung ficou conhecido por se destacar no enfrentamento da crise, durante a sua gestão no governo capixaba, aplicando nova políticas públicas. “Enriquece muito esse seminário a sua presença, sua palestra, sua experiência como gestor público, de alguém que já demonstrou, enquanto governador, enquanto gestor, uma gestão eficiente”, discursou Max.

A abertura do seminário “Ajuste Fiscal ou Desgoverno – Equilíbrio – Transparência – Eficiência” foi feita presidente do TCE-MT, conselheiro Gonçalo Domingos de Campos Neto. O evento, que discutiu estratégias para o ajuste fiscal da Administração Pública, por meio de palestras e debates com economistas, consultores, gestores e representantes do Poder Executivo e do Controle Externo, também contou com a participação do governador Mauro Mendes (DEM).

Fonte:José Carlos Marques Pereira Júnior

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Governo de MT estuda demissões de servidores efetivos em estágio probatório

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O governo estadual disse na sexta-feira (24) que não descartaria a possibilidade de demitir servidores em estágio probatório para conseguir equilibrar as contas públicas. Segundo o secretário Estadual de Fazenda, Rogério Gallo o executivo poderá adotar a providência que é permitido Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

De acordo com o secretário a situação econômica do estado é preocupante e o governo tem estudado alternativas para cumprir a LRF e a determinação do Ministério Público Estadual (MPE) de que haja controle rígido das despesas.

“Desde o início do ano, o governo tem comunicado a sociedade que nós temos que ter um equilíbrio nos gastos públicos”, reforçou.

Segundo Rogério, o governo não tem a intenção de demitir servidores. Entretanto é uma possibilidade, caso não haja outras alternativas.

“Essa é uma das possibilidades que a lei coloca. Tenho dito que isso não é desejável e não é o que o governo quer. Nós vamos adotar todas as medidas antes de chegar a algo tão contundente quanto isso”, afirmou.

Gallo comentou ainda que não adianta fazer gasto exclusivamente em pessoal e deixar as despesas de manutenção de hospitais, escolas, estradas em segundo plano. E reafirmo que além do controle de gastos relacionados aos servidores públicos, vem ponderando em outras áreas que também são fundamentais.

Caso as demissões sejam necessárias, seriam de servidores contratados e efetivos em estágio probatório. A medida teria um impacto de R$ 800 milhões na folha de pagamentos que, atualmente, está acima do previsto na LRF.

“Essa controle de gastos é como fazemos na economia doméstica, em casa. E mesmo que exonerássemos servidores efetivos em estágio probatório, talvez nós não conseguíssemos reduzir o gasto do poder executivo”, declarou ele.

O secretário explicou que, caso o governo opte por demitir, não seria uma alternativa ilegal, mas com base no que é permitido por lei.

Por G1

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