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Max Russi pede reformas e adequações no Chapéu do Sol, em Várzea Grande

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, o deputado Max Russi (PSB), propôs a reforma e adaptação do pátio do Chapéu do Sol, em Várzea Grande, onde seriam realizados testes de direção pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT). A Indicação nº 1545/2019 foi apresentada pelo parlamentar durante a semana.

Essa demanda chegou ao deputado através de moradores da região, que alegam ter dificuldades em ter que se deslocar a outro município para fazer o teste, devido a distância. A alegação é de que após a inspeção do pátio, localizado no município, por falta de estrutura adequada, o local está fechado sem previsão de funcionamento.

“O local apresenta problemas de estrutura e por isso os testes práticos estão sendo realizados em Cuiabá ou Nossa Senhora do Livramento. De acordo com as pessoas que me apresentaram essa demanda, o pátio está precisando de algumas adequações, tais como meio-fio, prancha e rampa”, justificou Max Russi.

Ainda de acordo com a proposição, os trabalhos de adequação teriam até sido iniciados, porém foram paralisados, fazendo que com que os alunos precisem se dirigir a outras unidades.

“Faço esse apelo a prefeitura, para que esse trabalho seja feito e assim os alunos possam voltar a fazer esses testes em Várzea Grande. Fiz isso pedido e estarei acompanhando”, assegurou Max.

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Governo de MT estuda demissões de servidores efetivos em estágio probatório

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O governo estadual disse na sexta-feira (24) que não descartaria a possibilidade de demitir servidores em estágio probatório para conseguir equilibrar as contas públicas. Segundo o secretário Estadual de Fazenda, Rogério Gallo o executivo poderá adotar a providência que é permitido Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

De acordo com o secretário a situação econômica do estado é preocupante e o governo tem estudado alternativas para cumprir a LRF e a determinação do Ministério Público Estadual (MPE) de que haja controle rígido das despesas.

“Desde o início do ano, o governo tem comunicado a sociedade que nós temos que ter um equilíbrio nos gastos públicos”, reforçou.

Segundo Rogério, o governo não tem a intenção de demitir servidores. Entretanto é uma possibilidade, caso não haja outras alternativas.

“Essa é uma das possibilidades que a lei coloca. Tenho dito que isso não é desejável e não é o que o governo quer. Nós vamos adotar todas as medidas antes de chegar a algo tão contundente quanto isso”, afirmou.

Gallo comentou ainda que não adianta fazer gasto exclusivamente em pessoal e deixar as despesas de manutenção de hospitais, escolas, estradas em segundo plano. E reafirmo que além do controle de gastos relacionados aos servidores públicos, vem ponderando em outras áreas que também são fundamentais.

Caso as demissões sejam necessárias, seriam de servidores contratados e efetivos em estágio probatório. A medida teria um impacto de R$ 800 milhões na folha de pagamentos que, atualmente, está acima do previsto na LRF.

“Essa controle de gastos é como fazemos na economia doméstica, em casa. E mesmo que exonerássemos servidores efetivos em estágio probatório, talvez nós não conseguíssemos reduzir o gasto do poder executivo”, declarou ele.

O secretário explicou que, caso o governo opte por demitir, não seria uma alternativa ilegal, mas com base no que é permitido por lei.

Por G1

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