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Max Russi e prefeito buscam soluções para saúde e habitação em Barra do Garças

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O primeiro secretário da Assembleia Legislativa, o deputado Max Russi, e o prefeito de Barra do Garças, Roberto Farias, cumpriram agenda nessa quinta-feira (14) no governo do estado e na Superintendência  da Caixa Econômica Federal de Mato Grosso. Nas pautas, foram apresentadas reivindicações quanto a crise na saúde municipal e a busca da retomada das obras de 1500 casas populares, paralisadas desde 2014.

A interrupção dos repasses ao hospital regional da cidade, desde o ano passado, por parte do Executivo Estadual, tem gerado dificuldades a gestão. Russi e Farias cobraram soluções ao governador Mauro Mendes, que assegurou regulamentar a aplicação do aporte mensal e procurar medidas para sanar a dívida com o município, que ultrapassa R$ 14 milhões.

“Na data de ontem nós fizemos o pagamento de R$ 800 mil reais. É pouco ainda, frente as dificuldades e frente principalmente a dívida, que o estado tem com Barra do Garças. Mas nós iremos, nos próximos meses, manter essa regularidade de pagar todo mês uma parcela, daquilo que é devido pelo estado e, na seqüência, encontrarmos os mecanismos e o recurso, para que possamos então fazer a regularização dessa dívida, que o estado tem com Barra do Garças e com todos os municípios”, garantiu o governador.

Essa declaração levou certo alívio ao prefeito Roberto Farias, que está otimista.”Eu , como prefeito, e a Câmara de vereadores, daremos esse voto de confiança ao governador”, afirmou.

Para o deputado Max Russi, a atenção do governo do estado as questões apresentadas pelos municípios é fundamental para o que as demandas sejam efetivamente resolvidas. Ele avaliou a reunião como positiva. “O pagamento de parte dessa dívida não resolve os problemas, mas ameniza e facilita para o que prefeito Roberto possa estar tocando os trabalhos no município”, ponderou.

Conforme dados da Secretaria Municipal de Barra do Garças, no Hospital Regional são atendidos 8 municípios, que estão pactuados. Só para se ter uma idéia, no ano passado a unidade registrou 13.822 internações, 2.571 cirurgias, 50.989 exames laboratoriais, 6.014 raios-x, 1.440 partos, 2.520 ultrassonografias e 1.532 eletrocardiogramas.

Casas Populares

A outra agenda cumprida foi na Superintendência da Caixa Econômica Federal de Mato Grosso. As cobranças do prefeito Roberto Farias, intermediadas pelo deputado Max Russi, são para uma maior agilidade na conclusão das 1500 casas do Residencial Carvalho I, II e III.

Essas obras foram paralisadas em 2014, retomadas posteriormente e, conforme  o chefe do Executivo Municipal, enfrentam morosidade para uma finalização. “Novamente deu um estabilizada”, alegou.

Segundo o prefeito a Caixa Econômica declarou uma naturalidade nessa paralisação, devido a mudança do governo federal. “Dentro do cronograma da Caixa até setembro de 2019 será entregue, mas pode haver um atraso, devido a esse ajuste técnico. “, argumentou.

O deputado Max Russi considerou o encontro como produtivo e assegura que vai acompanhar todo o processo. “São pessoas que necessitam, famílias que precisam, que estão cobrando que cobram do agente político local. Estaremos buscando as respostas definitivas desses encaminhamentos”, garantiu.

Fonte: José Carlos Marques Pereira Júnior-Assessoria

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Pedido de empréstimo do governo tramita com dispensa de pauta

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Entrou em tramitação na sessão matutina desta quinta-feira (21), da Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei 310/2019, do governo do estado, que autoriza o Executivo a contratar operação de crédito externo junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird), com a garantia da União.

No projeto, que tramita com dispensa de pauta, o governo estadual mostra que o empréstimo é para quitar uma dívida em dólar que o estado possui com o Bank of America, conforme contrato de empréstimo firmado em setembro de 2012, autorizado pela Lei Estadual 8.919/2008.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), que presidia a sessão, destacou a necessidade de o projeto ter uma tramitação mais célere em função de que o empréstimo depende ainda de passar pela Secretaria do Tesouro Nacional e pelo Senado da República.

Apesar das explicações do presidente da Casa de Leis e do líder de governo, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), a matéria governamental provocou divergências em plenário. Os deputados Lúdio Cabral (PT), João Batista (Pros) e Elizeu Nascimento (DC) fizeram ressalvas. Depois de discussões sobre o projeto, o presidente Eduardo Botelho convidou o secretário de Fazenda do Estado, Rogério Gallo, para vir ao Parlamento, na próxima terça-feira (26), no Colégio de Líderes, para dar esclarecimentos aos deputados sobre a mensagem governamental.

Lúdio Cabral está preocupado com as contrapartidas que normalmente os governos precisam fazer quando buscam este tipo de empréstimo. “Qual é a nossa principal preocupação? A de que os empréstimos concedidos por essas instituições geralmente vêm com contrapartidas, exigências aos governos e nós temos muita preocupação com relação ao orçamento do estado, às contas públicas, aos gastos com servidores, com previdências e queremos esse esclarecimentos”, afirmou.

O deputado João Batista quer mais tempo para discutir o projeto. “Nós queremos mais tempo para conhecer. Concordo que o secretário venha nos trazer esses dados. Não fazer análise, mas socializar as informações. É interessante que traga esses números e possamos votar com segurança”, completou.

O deputado Elizeu Nascimento também quer debater o projeto governamental. “Nós tivemos o desprazer do governo anterior de fazer empréstimos e o estado, por conta disso, agora está na UTI. Sem ter conhecimento do que está escrito, das cláusulas, do que de fato se trata, não assinei nem assino nada”, disse o parlamentar.

O líder de governo na Assembleia, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), fez questão de destacar que é um projeto simplificado, que consta apenas os requisitos do Tesouro Nacional. O parlamentar observou que a troca de dívida, que é a proposta do governo para o pedido de empréstimo, vai gerar economia para os cofres públicos.

Conforme o parlamentar, “a negociação proposta pelo governo trará uma economia de R$ 763 milhões em juros e amortizações até 2022, ano em que se encerraria a dívida com Bank of America”. Outro detalhe da negociação – disse – o estado passaria a ter uma nova dívida, só que com melhores condições de pagamento: prazo alongado de 4 para 20 anos e com juros anuais passando dos atuais 5% ao ano para 3,5%.

Fonte: Assessoria

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