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Cuiabá

Márcia Pinheiro é uma das 300 mulheres homenageadas em Mostra Cultural

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São mulheres que ofereceram grandes contribuições para a história da cuiabania, de todas as áreas e vertentes

A primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, foi uma das 300 mulheres homenageadas da Mostra Cultural: 300 Mulheres: Letras, Histórias e Equidade, realizada pela Academia Mato-Grossense de Letras, em parceria com a Prefeitura Cuiabá, na quinta-feira (14), na sede da instituição.

“É uma satisfação imensa estar ao lado de tantas mulheres que fizeram e são parte da história de Cuiabá. Essas mulheres do passado, são exemplo para nós mulheres do presente que estamos buscando contribuir com uma sociedade mais justa, de respeito, de direito iguais, sobretudo para com a mulher. É preciso reconhecer as lutas delas porque foram elas que tornaram possível nós sermos o que somos hoje”, disse Márcia. O evento teve a propositura da juíza de Direito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e coordenadora-membro da Academia Mato-grossense de Letras, Amini Haddad. Segundo a magistrada, a ação é um diálogo entre o passado e o presente, na história de Cuiabá, construído por tantas mulheres ao longos dos quase 300 anos da Capital.

“Que esses 300 anos sejam, 300 anos de memória de equidade, que seja de fato 300 anos que possam nos dizer sobre o universo feminino, de todas oportunidades para hoje estarmos aqui. Quero agradecer a todas elas”, externou Amini.

A escolha foi de mulheres que ofereceram grandes contribuições para a história da cuiabania, de todas as áreas, vertentes e que foram além das suas perspectivas individuais e dimensionaram novos horizontes à sociedade.

A anfitriã da noite ainda reforçou a importância única de se fazer o registro dessas mulheres para a sua projeção histórica e de suas ações de modo que não se percam no tempo.

“Algumas mulheres nem conseguimos confirmar a existência. Como é o caso, específico, da Mãe Bonifácia, essa senhora que é catalogada em vários contos não foi confirmada a existência e dados tornando impossível seu catálogo porque todos esses 300 nomes serão, posteriormente, efetivados em livro denominado glossário dos 300 anos da nossa Cuiabá”, explicou.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, citou nomes de diversas personalidades femininas históricas da cuiabania. Dentre elas, destacou a ex-primeira-dama do Estado, Maria Ligia Borges Garcia, mulher atuante da década de 70 que quebrou o paradigma do papel figurativo de primeira-dama.

“Ela mudou aquela postura de primeira-dama pouco participativa. Maria Ligia Borges Garcia foi um divisor de águas na figura da participação da primeira-dama na sociedade em que vivemos. Quebrou a tradição da eterna companheira ser um ou dois passos atrás de seu marido para estar à frente, à frente de seu tempo no comportamento da mulher primeira-dama”, relembrou.

A cerimônia de homenagem, também alusiva ao Mês da Mulher, comemorado em março, contou com diversas atrações culturais como música e poesia, além de lançamentos de livros.

 

 

Fonte: Assessoria

Foto: Luiz Alves

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Cuiabá

Setromat defende “licitação viável” do sistema de transporte intermunicipal

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O Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Passageiros do Estado de Mato Grosso (Setromat) vem a público firmar seu posicionamento FAVORÁVEL À LICITAÇÃO do sistema de transporte coletivo intermunicipal de passageiros, pois a segurança jurídica para exploração dessa importante atividade econômica depende da formalização dos contratos das empresas prestadoras do serviço com o Estado de Mato Grosso assegurando aos usuários (os passageiros) um serviço de qualidade, seguro com regularidade e conforto a preços módicos.
O Setromat concorda com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso de que deve ser realizada a licitação e a formalização dos contratos de todo o Sistema de Transporte Público Coletivo Rodoviário Intermunicipal de Passageiros do Estado de Mato Grosso, tanto é que, não se insurgiu judicialmente ou administrativamente contra o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o MP de Mato Grosso e a AGER-MT (Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados) em 25 de setembro de 2007.
Contudo, reivindica que a licitação não possua vícios estruturais, respeite os princípios da viabilidade econômica e não criminalize o direito constitucional das empresas auferirem lucro pelo exercício de atividade econômica de forma legal e ética. O Setromat entende que o procedimento licitatório iniciado em 2012 é inviável exatamente por ter sido concebido de forma equivocada, especialmente na mensuração do mercado licitado, o valor da outorga e todo seu plano operacional.
Em resumo, os erros de projeto e consequentemente do edital de 2012 são tantos que tornaram a atividade inviável do ponto de vista OPERACIONAL e ECONÔMICO, conduzindo fatalmente à inexequibilidade dos contratos já assinados, DECRETANDO A FALÊNCIA das empresas com a consequente DEMISSÃO DE MAIS DE 5 MIL TRABALHADORES diretos e indiretos vinculados atualmente às empresas que atuam no setor.
A prova irrefutável da inviabilidade do edital em curso está no fato de que as empresas vencedoras do certame de 2012 já interpelaram a AGER em busca de recomposição tarifária e ampliação de mercado, tendo por objetivo diminuir os prejuízos que experimentam em razão do projeto e edital mal feitos.
Infelizmente, persistem os erros de projeto ainda hoje, porque o edital 2017 é apenas uma continuação do edital de 2012, e o projeto de ambos é tão inviável do ponto de vista operacional/financeiro que das mais de seis mil empresas do setor de transporte de passageiros existentes no Brasil, nenhuma delas participou do certame em 2017. Ou seja, o modelo de negócio é tão ruim que nenhuma empresa de fora do Estado se dispôs a investir no Mato Grosso.
Ao mesmo tempo em que o Setromat reconhece a prerrogativa do Poder Executivo em definir a regra da licitação, entende que o Ministério Público de Mato Grosso extrapola suas prerrogativas legais e pressiona indevidamente a Secretaria de Estado de Infraestrutura (SINFRA-MT) e a AGER a manterem inalteradas as regras da licitação de um projeto de 2011 que já se mostrou suficientemente inviável, sob a ameaça de aplicar uma multa de mais de R$ 22 milhões ao Estado.
O Ilustre Promotor de Justiça Ezequiel Borges ameaçou de penalizar pessoalmente os agentes públicos que lideram a SINFRA e AGER, caso admitissem revisar os pontos sabidamente inconsistentes do indigitado projeto e edital de 2012, conforme ofício encaminhado ao Secretário de infraestrutura de em janeiro de 2017, nestes exatos termos: “Registro que doravante esta promotoria adotará todas as medidas de coerção processual que se fizerem necessárias [cominação de multa pessoal, afastamento das funções públicas], seja de forma incidental nas ações de execução em curso, seja em ação civil pública autônoma, sobretudo em face ao aparente desinteresse de Vossa Excelência no cumprimento de obrigações pactuadas, fato que vem acumulando enormes danos às finanças do Estado, ao sistema jurídico e à população usuária do sistema de transporte coletivo intermunicipal (sic)”.
O embaraço em que se meteu o referido promotor é tamanho que, no afã de fazer valer seu insustentável ponto de vista, promove advocacia indireta da empresa baiana Viação Novo Horizonte (que firmou contrato sob a égide do edital de 2012) ao forçar a AGER e a SINFRA (Poder Concedente) a conceder a ela, sem licitação, o direito de exploração de mercado não licitado (Mercado 8 – Sinop) para equilibrar seu fluxo de caixa, e assim legitimar e validar o certame licitatório de 2012, viabilizando, mesmo que ilegalmente um contrato sabidamente inexequível. Ou seja, para validar seu discurso o Promotor preferiu distorcer a realidade e ofender a lei ao invés de reconhecer os fatos!
O festival de malfeitos não acaba aqui, porque o Estado (SINFRA e AGER) lançou na praça um edital para a CONTRATAÇÃO PRECÁRIA e EMERGENCIAL de empresas de transporte de passageiros, com prazo de 180 dias, com regras inviáveis e inexequíveis. Tal edital emergencial se for levado a termo, fatalmente conduzirá todas as empresas que atualmente atendem a população nos referidos trechos à insolvência, com as consequentes demissões em massa de seus empregados, inadimplência e o desmantelamento de toda a estrutura empresarial de transporte deste Estado. Talvez seja esse o preço final a ser pago pelo injustificado radicalismo do MP na exigência de um edital superado e flagrantemente inviável e inadequado para a realidade mato-grossense.
O Sindicato, frente a isso, tudo faz um apelo público às autoridades constituídas para que suspendam os editais em curso e promovam audiências públicas ou formem uma câmara multissetorial composta por Sinfra, Ager, Ministério Público, Assembleia Legislativa e o Setromat, para que todos juntos, e em prazo previamente definido, elaborem um projeto de transporte e edital que atenda aos interesses da sociedade matogrossense e também assegure às empresas a viabilidade econômica para fazerem investimentos condizentes com uma prestação de serviços públicos de transporte coletivo de passageiros de qualidade e a preço justo.
Fonte: Assessoria

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