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Interior

Lancha de luxo furtada em Barão de Melgaço é recupera em Cáceres

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Uma lancha de luxo furtada na cidade de Barão de Melgaço (113 km ao Sul) foi recuperada pela Polícia Civil de Cáceres (228 km a Oeste), na tarde desta quarta-feira (15.05), em um estacionamento de barcos no município. O suspeito de deixar a embarcação no local foi identificado e possui passagens anteriores por roubo e adulteração de sinal identificador de veículo. 

As investigações iniciaram após os policiais da Delegacia de Cáceres serem informados de que em uma marina, no bairro Jardim Paraíso, havia uma lancha, cachara de 20 pés, com motor Mercury de 150 HP – 4 tempos,, acoplada em uma carretinha de transporte.

Em checagem no sistema, foi verificado que o veículo náutico foi furtado na cidade de Barão de Melgaço, no dia 15 de fevereiro deste ano. Diante da informação, própria empresa entrou em contato com a vítima, informado o paradeiro da embarcação.

O veículo foi encaminhado para o pátio da 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres. Posteriormente a vítima compareceu a Delegacia Regional, onde realizou o reconhecimento da lancha, do motor e da carretinha, apresentando os documentos probatórios.

Em continuidade as investigações, os policiais identificaram a pessoa que teria deixado a embarcação na marina, sendo que verificado que o suspeito possui passagens anteriores pelos crimes de roubo e adulteração de sinal de veículo automotor.

Foram realizadas diversas diligências em busca do suspeito, porém ele não foi localizado e deverá responder em inquérito policial pelo crime de receptação.

 

Redação

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Câmara de Nobres descumpre Lei de transparência; portal está desatualizado há mais de um ano

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Acompanhar a gestão financeira da administração municipal pela internet é um direito que moradores de todas as cidades brasileiras têm, desde 2011, com a lei de responsabilidade fiscal.

O princípio constitucional da publicidade e da  transparência, lei n. 12527/2011, que  determina que o poder público deve dar publicidade de seus atos, facilitando o acesso à informação aos cidadãos, com publicações de algumas informações por meio eletrônico e demais meios, está sendo desrespeitada pela Câmara Municipal, que não atualiza o portal do legislativo há mais de um ano.

Sob justificativa de que necessita de uma nova empresa para administrar o site, o atual presidente, André Avelino Bezerra já levou praticamente um semestre inteiro e não conseguiu finalizar a nova formatação.

A Câmara até contratou a mesma empresa que presta serviço para a prefeitura de Nobres para atualizar o portal transparência e enviar dados ao sistema Aplic do Tribunal de Contas, mas os atos, projetos, leis e indicações dos vereadores, continuarão sem divulgação.

O Tribunal de Contas está multando a maioria dos gestores que não empregam o que preconiza a lei de transparência e não será diferente com a Câmara de Nobres.

Na contramão, os parlamentares se arvoram em divulgar seus feitos e ações em suas próprias redes sociais o que acaba sendo ainda mais trágico, pois confundem o serviço do vereador, postando obras do executivo, como feitos deles próprios, usam fotos inadequadas e o pior de tudo é aguentar a “VERBORRAGIA”, utilizada.

Com os  erros crassos de português, que chegam a ser um verdadeiro desserviço ao leitor, principalmente aos adolescentes que estão no Ensino Fundamental que necessitam de textos concisos para aprender o bom e correto português, pagam o maior MICO, achando que estão prestando um serviço de comunicação, na verdade estão dando vexame publico.

A conotação social da trágica atitude do legislativo nobrense é que a maior parte dos vereadores não trabalha, pois não existe divulgação dos serviços realizados, isto pode implicar na reeleição de muitos, como aconteceu na última eleição, onde a população rejeitou a grande maioria reelegendo apenas dois vereadores, Adelian Messias e Zilmai Ferreira.

O que temos é uma página ultrapassada que apresenta links com erro, falta de informações e dados desatualizados. A lei determina que as páginas devem ser de fácil acesso e disponibilizar receitas e despesas em tempo real, informando inclusive o nome dos fornecedores. “Ao cidadão não pode ser negado o que está na lei.

“Ao cidadão cabe  ao Ministério Público ou associações que protegem o direito de acesso à informação.

 

 

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