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Cultura

III Mostra de Cinema Negro de Mato Grosso

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O evento é realizado pelo Coletivo Audiovisual Negro Quariterê e começa nessa sexta (9.11) e vai até domingo (11.11), no Auditório do Centro Cultural da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá.

Na sexta, teremos a abertura oficial da Mostra as 19h e em seguida a Mostra Competitiva, no sábado a Mostra Competitiva inicia as 15h com um intervalo as 17h, voltando as 19h e no domingo inicia uma Mostra de Exibição de um longa-metragem com debate após o filme tendo intervalo as 17h e retonando as 19h onde se continua a Mostra de Exibição, as 21h30 começa o debate mais aguardado da Mostra, encabeçado por Adélia Sampaio (a primeira negra a dirigir um longa-metragem no Brasil e passar nos cinemas) e Joyce Prado (presidente da Associação de Profissionais do Audiovisual Negro – Apan).

Confira a programação completa:

9 de novembro (sexta-feira)

19 horas – Abertura.

 – Mostra Competitiva.

– Aborta o Machismo: Em Resistência Pela Subjetividade (MG), de Amanda Vitória e Thales Rodrigues. Documentário, 52 min., 2017.

– Mar de Elas (RJ), do Coletivo Mar de Elas. Experimental, 10 min., 2018.

– Carne (RJ), de Mariana Jaspe. Ficção. 12 min., 2018.

– Cartuchos de Super Nintendo em Anéis de Saturno (CE), de Leon Reis. Ficção Afrofuturista, 19 min., 2018.

– Hic (ES), de Alexander S. Buck. Ficção, 15 min., 2017.

– Como Ser Racista em 10 Passos (MT), de Isabela Ferreira. Ficção, 14 min., 2018.

– Gardênia (RJ), de Isabela Aquino. Ficção, 17 min., 2017.

10 de novembro (sábado)

15 horas – Mostra Competitiva.

– Cabelo Bom (RJ), de Swahili Vidal e Claudia Alves. Documentário, 15 min., 2017.

– Òpárá de Òsùn: quando tudo nasce (BA), de Pâmela Peregrino. Ficção, 4 min., 2018.

– Fábula de Vó Ita (SP), de Joyce Prado e Thallita Oshiro. Ficção, 5 min., 2016.

– Esconde-Esconde (RJ), de Don Felipe e Luciana Bollina Experimental, 6 min., 2016.

– Carta sobre o Nosso Lugar – Mulheres do Vila Nova (AP), de Rayanne Penha. Documentário, 13 min., 2017.

–. Maestrina da Favela (BA), de Falani Afrika. Documentário, 82 min., 2018.

17h – Intervalo

19 horas – Mostra Competitiva

– Giramundá: O Congo e a Diáspora (MT), de Cláudio Dias e Gilson Costa. Documentário, 52 min., 2018.

– Mandinga (RJ), de Wagner Novais. Ficção, 14 min., 2016.

– Bup (PE), de Dandara de Morais. Experimental, 3 min., 2018.

– Tia Ciata (RJ), de Mariana Campos e Raquel Beatriz. Documentário, 26 min., 2017.

– Eu, Oxum (SE), de Héloa e Martha Sales. Documentário, 22 min., 2017.

– Ana (SP), de Vitória Felipe. Ficção, 16 min., 2018.

– Terra Não Dita, Mar Não Visto (PE), de Lia Letícia. Experimental, 9 min., 2017.

– CorpoStyleDanceMachine (BA), de Ulisses Arthur. Documentário, 7 min., 2017.

11 de novembro (domingo)

15 horas – Mostra de Exibição.

– O Caso do Homem Errado (RS), de Camila de Moraes. Documentário, 77 min., 2017.

– Debate sobre O Caso do Homem Errado.

17 horas – Intervalo

19 horas – Mostra de Exibição

– Kbela (RJ), de Yasmin Thayná. Experimental, 22 min., 2015.

– 111 Tiros na Alma Negra (RJ), de Filó Filho e Pedro Oliveira. Documentário, 20 min., 2018.

– Antonieta (SC), de Flávia Person. Documentário, 15 min., 2016.

– O Mundo de Dentro (RJ), de Adélia Sampaio. Ficção, 9 min., 2017.

– Debate com Adélia Sampaio e Joyce Prado.

20h50 – Premiação

22h – Encerramento da III Mostra de Cinema de Mato Grosso.

Serviço:

Endereço: Auditório do Centro Cultura da UFMT – Av. Edgar Vieira, 513-549 – Boa Esperança, Cuiabá – MT, 78070-090

Horário: sexta-feira às 19h / sábado às 15h / domingo às 15h

Entrada: gratuita

Para mais informações:

https://www.facebook.com/3mostracinemanegromt/

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Cultura

Na Índia, cuiabanos conquistam prêmio com curta metragem

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Valorizando a arte em suas mais variadas manifestações, a Prefeitura de Cuiabá celebra o “Orgulho Cuiabano” junto aos atores Thiago Mourão e Eduardo Butakka a conquista internacional com o curta “Quem é Vanessa?” que venceu o prêmio Golden Fox Award no título de “Melhor filme para web e novas mídias”, desbancando 150 filmes entre 70 países no festival Calcutta International Cult Film, na Índia.

Em primeira mão, a dupla já adiantou que pretende continuar com a história do curta, em uma versão multimídia misturando teatro com cinema, para o público cuiabano.

“Cada vez que temos a oportunidade de representar nossa cidade pelo mundo, é como se uma parte da classe artística em todas as esferas pudessem atingir esse espaço de reconhecimento e de abertura para novas oportunidades. É muito bom, representar a cidade, o país, fazendo aquilo que a gente gosta de forma livre e independente mesmo em momento tão difícil como esse que estamos passando no campo político”, disse o ator Thiago Mourão.

A história é baseada em abordagens modernas e atemporais de um casal, que relata a dificuldade de manter um relacionamento pela falta de comunicação entre as pessoas. O filme tem a duração de um minuto e 18 segundos.

“Na nossa categoria houve várias finalistas de diferentes lugares do mundo e umas das nossas surpresas foi ver a reação do público que curtiu muito o nosso trabalho”, ressaltou o ator Eduardo Butakka

Para o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, a representatividade dos cuiabanos no festival nos motiva a investir nos talentos e acreditar que Cuiabá tem um potencial grandioso para a ser explorado.

“Me orgulho muito a arte vinda da cuiabania, porque é a arte da minha terra. Como gestor da Capital, me alegra muito ver jovens como Eduardo Butakka, Thiago Mourão e muitos outros que são dedicados em seus objetivos, mas principalmente que lutam para conquistar um espaço nesse meio tão concorrido. Meus parabéns para os premiados e continuarei torcendo para que muitos prêmios ainda sejam conquistados!” reforçou o prefeito Emanuel Pinheiro.

Fonte: ANDRESSA SALES

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