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Várzea Grande

Hospital e Pronto Socorro completam 30 anos com média de 18 mil atendimentos/mês

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O Hospital e Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande completa 30 anos , na data de hoje, 13 de setembro com novos serviços para a população. Com sua reforma geral já com 90% das obras conclusas, foram retomadas cirurgias, exames de alta tecnologia, implantação da Rede Cegonha, novos leitos de UTIs neonatal, infantil e adulto, sistema de gestão informatizado. Os avanços vêm de encontro à reestruturação da Rede de Serviços do Sistema Único de Saúde, que também completa nesta data 30 anos.Foi realizado Culto Ecumênico nas dependências da unidade hospitalar para comemorar a data festiva.

A Rede SUS está fortalecida no nosso município

Todas estas mudanças prevê a ampliação do serviço de média e alta complexidade na unidade hospitalar, que por mês chega a realizar 18 mil atendimentos e procedimentos. Desde o inicio da reforma já foram investidos R$ 6 milhões entre obras e equipamentos. Mais R$ 400 mil devem ser investidos ainda para a conclusão total das obras.

Para o diretor geral, Ney Provenzano, hoje a unidade tem motivos de sobra para festejar esse aniversário. “Podemos citar o crescimento do hospital junto a sua  taxa de ocupação superior a 95%, média de permanência na maternidade de 2 dias e na clínica médica de 6 dias, passamos  a realizar 624 partos, tendo o mais importante: integração da equipe multiprofissional e, consequente melhoria na qualidade da assistência aos usuários do SUS; funcionamento 24 horas para atender à sociedade; a qualificação no quadro de funcionários, além do melhorar a qualidade e os indicadores que avaliam o serviço”, afirma.

O secretário Municipal de Saúde, Diógenes Marcondes lembra que todas as unidades de saúde avançaram, inclusive o Hospital e Pronto Socorro que já conta com exames de última geração como a Tomografia Computadorizada e a Ultrassonografia, ambos os exames gratuitos, 24 horas por dia e com laudo em duas horas após a realização da mesma. Além disso a unidade conta agora com o sistema 100% informatizado que integra os dados dos pacientes desde o primeiro atendimento até os resultados de exames.

“Temos convicção de que a saúde avançou muito nos últimos meses, mas ainda é pouco diante da necessidade da população e pelo fato de que entre 40 e 45% dos atendimentos realizados pela unidade é de pacientes de outros municípios e até mesmo Estados do Brasil.Hoje a Rede SUS está fortalecida no nosso município”, disse ele.

Diógenes lembrou ainda que a saúde pública poderá contar com novas Unidades Básicas de Saúde (USB) que elevarão para 70% a cobertura da Atenção Básica, ou seja, a saúde preventiva, que é aquela aonde o paciente recebe os primeiros atendimentos, deixando os casos de urgência e emergência para as demais unidades a UPA IPASE e o Hospital e Pronto Socorro. Em breve será inaugurada também mais uma Unidade de Pronto Atendimento 24h, a Upa Cristo Rei.

A prefeita Lucimar Sacre de  Campos também esteve presente no Culto Ecumênico realizado na unidade em comemoração ao aniversário do HPSM-VG, ela agradeceu aos colaboradores que por sua vez prestaram homenagens a gestora. “Quero parabenizar a todos pelos 30 anos de Hospital e Pronto Socorro, são 30 anos de atendimento, dedicação e de vida. Porque a gente faz com muito amor, a gente trabalha muito para proporcionar a vocês condições de exercer esse papel, tão bonito que é de salvar e dar vida a quem precisa de nós, meu muito obrigado”.

Dona Jocenil da Costa Ventura, “Juju”, como é mais conhecida entre os colegas, se orgulha em completar 30 anos de função dentro da unidade hospitalar. Dona juju começou como cozinheira, estudou, se formou e começou a atuar na farmácia onde já está a quase 22 anos. “Comecei essa caminhada junto com o surgimento do hospital, há 30 anos atrás, que até então, não tinha nenhum Pronto Atendimento na cidade  Para buscar um atendimento de urgência e emergência a gente tinha que se deslocar até Cuiabá. Hoje além de comemorar os meus 30 anos de pronto socorro, comemoro também essa reforma que já está quase concluída e será entregue pela nossa querida prefeita Lucimar Campos, que tanto faz pelo povo Várzea-grandense”, diz Dona Juju.

Já foram entregues com as reformas da unidade hospitalar, a UTI neonatal e pediátrica com 07 leitos para neonatologia e 03 leitos de pediatria; a Sala de Medicação com 10 poltronas para pacientes, 10 cadeiras para atendimento ao paciente para procedimentos invasivos (punção e infecção entre outros) e Posto de Enfermagem Exclusivo. A UTI adulto com 10 leitos;a Sala Vermelha adulto (Box) com 10 leitos;o Bloco E (Sala de Observação) com Posto de Enfermagem e Prescrição Médica com 16 Leitos divididos entre masculinos e femininos;o Centro Cirúrgico com 3 salas, a recepção Adulto, os Blocos A e B com 71 leitos ambos, Boco C (Infantil) com 13 leitos e uma brinquedoteca e dois postos de enfermagem. A Rede Cegonha com 10 leitos de enfermaria e 3 PPP (salas de parto), além de outros setores. No total são 172 leitos entregues totalmente reformados e ampliados até essa etapa da reforma. Na ultima etapa de obras serão reformados os pavimentos que compõem a Sala Vermelha Infantil (Box) com 10 leitos, o Laboratório e a Agência Transfusional (Banco de Sangue).

 

Fonte: Secom-VG

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Várzea Grande

Vereador de VG, teria comprado rádio comunitária, diz denúncia

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O MT de Fato, recebeu denúncia que um vereador de Várzea Grande, teria comprado uma rádio comunitária na cidade.  O denunciante informou que o Ministério das Comunicações já foi informado, pois segundo a Lei 9612 de 1998, é terminantemente proibido  vender outorga de rádio comunitária.

Conforme a lei, denomina-se Serviço de Radiodifusão Comunitária a radiodifusão sonora, em freqüência modulada, operada em baixa potência e cobertura restrita, outorgada a fundações e associações comunitárias, sem fins lucrativos, com sede na localidade de prestação do serviço.

Entende-se por baixa potência o serviço de radiodifusão prestado a comunidade, com potência limitada a um máximo de 25 watts ERP e altura do sistema irradiante não superior a trinta metros.

Entende-se por cobertura restrita aquela destinada ao atendimento de determinada comunidade de um bairro e/ou vila.

Confira trechos da Lei:

Art. 3º O Serviço de Radiodifusão Comunitária tem por finalidade o atendimento à comunidade beneficiada, com vistas a:

I – dar oportunidade à difusão de idéias, elementos de cultura, tradições e hábitos sociais da comunidade;

II – oferecer mecanismos à formação e integração da comunidade, estimulando o lazer, a cultura e o convívio social;

III – prestar serviços de utilidade pública, integrando-se aos serviços de defesa civil, sempre que necessário;

IV – contribuir para o aperfeiçoamento profissional nas áreas de atuação dos jornalistas e radialistas, de conformidade com a legislação profissional vigente;

V – permitir a capacitação dos cidadãos no exercício do direito de expressão da forma mais acessível possível.

Art. 4º As emissoras do Serviço de Radiodifusão Comunitária atenderão, em sua programação, aos seguintes      princípios:

I – preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas em benefício do desenvolvimento geral da comunidade;

II – promoção das atividades artísticas e jornalísticas na comunidade e da integração dos membros da comunidade atendida;

III – respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família, favorecendo a integração dos membros da comunidade atendida;

IV – não discriminação de raça, religião, sexo, preferências sexuais, convicções político-ideológico-partidárias e condição social nas relações comunitárias.

  • 1º É vedado o proselitismo de qualquer natureza na programação das emissoras de radiodifusão comunitária. (Vide ADIN Nº 2566)
  • 2º As programações opinativa e informativa observarão os princípios da pluralidade de opinião e de versão simultâneas em matérias polêmicas, divulgando, sempre, as diferentes interpretações relativas aos fatos noticiados.
  • 3º Qualquer cidadão da comunidade beneficiada terá direito a emitir opiniões sobre quaisquer assuntos abordados na programação da emissora, bem como manifestar idéias, propostas, sugestões, reclamações ou reivindicações, devendo observar apenas o momento adequado da programação para fazê-lo, mediante pedido encaminhado à Direção responsável pela Rádio Comunitária.

Art. 5º O Poder Concedente designará, em nível nacional, para utilização do Serviço de Radiodifusão Comunitária, um único e específico canal na faixa de freqüência do serviço de radiodifusão sonora em freqüência modulada.

Parágrafo único. Em caso de manifesta impossibilidade técnica quanto ao uso desse canal em determinada região, será indicado, em substituição, canal alternativo, para utilização exclusiva nessa região.

Art. 6º Compete ao Poder Concedente outorgar à entidade interessada autorização para exploração do Serviço de Radiodifusão Comunitária, observados os procedimentos estabelecidos nesta Lei e normas reguladoras das condições de exploração do Serviço.

Parágrafo único. A outorga terá validade de três anos, permitida a renovação por igual período, se cumpridas as exigências desta Lei e demais disposições legais vigentes.

Parágrafo único. A outorga terá validade de dez anos, permitida a renovação por igual período, se cumpridas as exigências desta Lei e demais disposições legais vigentes.  (Redação dada pela Lei nº 10.597, de 2002)

Art. 6o-A.  A entidade autorizada a prestar serviços de radiodifusão comunitária que desejar a renovação da outorga deverá dirigir requerimento para tal finalidade ao Poder Concedente entre os doze e os dois meses anteriores ao término da vigência da outorga.    (Incluído pela Lei nº 13.424, de 2017)

  • 1o  Caso expire a outorga de radiodifusão sem decisão sobre o pedido de renovação, o serviço poderá ser mantido em funcionamento em caráter precário.      (Incluído pela Lei nº 13.424, de 2017)
  • 2o  A autorizada com funcionamento em caráter precário mantém todos os seus deveres e direitos decorrentes da prestação do serviço.     (Incluído pela Lei nº 13.424, de 2017)
  • 3o  Não havendo solicitação de renovação da outorga no prazo previsto no caput deste artigo e não havendo resposta tempestiva à notificação prevista no art. 6o-B, o Poder Concedente aplicará a perempção, nos termos da legislação vigente.    (Incluído pela Lei nº 13.424, de 2017)

Art. 6o-B.  A autorizada de serviço de radiodifusão comunitária que não apresentar o pedido de renovação de outorga no prazo previsto no caput do art. 6o-A será notificada pelo Poder Concedente, a partir do penúltimo mês da vigência da outorga, para que se manifeste em tal sentido, sendo-lhe concedido o prazo de trinta dias para resposta.     (Incluído pela Lei nº 13.424, de 2017)

  • 1o  Caso expire a outorga de radiodifusão sem o recebimento da notificação pela entidade ou sem decisão sobre o pedido de renovação, o serviço poderá ser mantido em funcionamento em caráter precário.     (Incluído pela Lei nº 13.424, de 2017)
  • 2o  A autorizada com funcionamento em caráter precário mantém todos os seus deveres e direitos decorrentes da prestação do serviço.     (Incluído pela Lei nº 13.424, de 2017)
  • 3o  Na hipótese prevista no caput deste artigo, em caso de resposta solicitando a renovação da outorga, a autorizada sujeitar-se-á à sanção de multa enquadrada como infração média, segundo as regras do art. 59 da Lei no 4.117, de 27 de agosto de 1962.      (Incluído pela Lei nº 13.424, de 2017)
  • 4o  A aplicação da sanção prevista no § 3o não será elidida caso a autorizada apresente requerimento de renovação antes de receber a notificação.     (Incluído pela Lei nº 13.424, de 2017)

 

 

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