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Interior

Homem é preso por atear fogo no antigo ecoponto do Sagrada Família

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Neste domingo (12), por volta das 17h, a polícia civil, por meio do Gabinete de Apoio à Segurança Pública (Gasp), enquanto realizava a fiscalização no antigo ecoponto do Sagrada Família, prendeu O.J.F., de 51 anos, por atear fogo no local. Com o homem, que foi conduzido para a 1ª Delegacia de Polícia de Rondonópolis, foi encontrado um rolo de papel higiênico em seu bolso e um isqueiro nas proximidades, materiais que teriam sido utilizados para iniciar o incêndio no local. O.J.F. deve responder por crime ambiental.

O coordenador do Gasp, Valdemir Castilho, Biliu, informou que as fiscalizações no ecoponto do Sagrada Família, que foi desativado, está sendo feita 24 horas por dia, tanto pela polícia civil, como pela polícia militar ambiental, e a intenção é coibir que pessoas persistam em descartar qualquer tipo de lixo no local.

Biliu também destacou que nos próximos dias a Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis (Coder) irá promover a limpeza do espaço e na sequência o local passará por uma revitalização e será urbanizado.

O coordenador do Gasp lembrou ainda que enquanto nos novos ecopontos não ficam prontos para uso da população, o poder público já indicou as alternativas, tanto para o descarte de restos de podas de árvores e gramas para os jardineiros, tanto para o resto da população, que quando precisar realizar algum tipo de descarte de material que não está inserido entre os que são levados na coleta de lixo da cidade, pode utilizar o antigo lixão da Mata Grande para isto.

A fiscalização no antigo ecoponto do Sagrada Família, de acordo com Biliu continua, e a orientação é para que as pessoas não descartem nenhum tipo de material no local que foi desativado, pois quem fizer isto poderá responder por crime ambiental. Qualquer outro ato, como o que ocorreu neste domingo, também será coibido.

 

Fonte: Assessoria

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Interior

Câmara de Nobres descumpre Lei de transparência; portal está desatualizado há mais de um ano

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Acompanhar a gestão financeira da administração municipal pela internet é um direito que moradores de todas as cidades brasileiras têm, desde 2011, com a lei de responsabilidade fiscal.

O princípio constitucional da publicidade e da  transparência, lei n. 12527/2011, que  determina que o poder público deve dar publicidade de seus atos, facilitando o acesso à informação aos cidadãos, com publicações de algumas informações por meio eletrônico e demais meios, está sendo desrespeitada pela Câmara Municipal, que não atualiza o portal do legislativo há mais de um ano.

Sob justificativa de que necessita de uma nova empresa para administrar o site, o atual presidente, André Avelino Bezerra já levou praticamente um semestre inteiro e não conseguiu finalizar a nova formatação.

A Câmara até contratou a mesma empresa que presta serviço para a prefeitura de Nobres para atualizar o portal transparência e enviar dados ao sistema Aplic do Tribunal de Contas, mas os atos, projetos, leis e indicações dos vereadores, continuarão sem divulgação.

O Tribunal de Contas está multando a maioria dos gestores que não empregam o que preconiza a lei de transparência e não será diferente com a Câmara de Nobres.

Na contramão, os parlamentares se arvoram em divulgar seus feitos e ações em suas próprias redes sociais o que acaba sendo ainda mais trágico, pois confundem o serviço do vereador, postando obras do executivo, como feitos deles próprios, usam fotos inadequadas e o pior de tudo é aguentar a “VERBORRAGIA”, utilizada.

Com os  erros crassos de português, que chegam a ser um verdadeiro desserviço ao leitor, principalmente aos adolescentes que estão no Ensino Fundamental que necessitam de textos concisos para aprender o bom e correto português, pagam o maior MICO, achando que estão prestando um serviço de comunicação, na verdade estão dando vexame publico.

A conotação social da trágica atitude do legislativo nobrense é que a maior parte dos vereadores não trabalha, pois não existe divulgação dos serviços realizados, isto pode implicar na reeleição de muitos, como aconteceu na última eleição, onde a população rejeitou a grande maioria reelegendo apenas dois vereadores, Adelian Messias e Zilmai Ferreira.

O que temos é uma página ultrapassada que apresenta links com erro, falta de informações e dados desatualizados. A lei determina que as páginas devem ser de fácil acesso e disponibilizar receitas e despesas em tempo real, informando inclusive o nome dos fornecedores. “Ao cidadão não pode ser negado o que está na lei.

“Ao cidadão cabe  ao Ministério Público ou associações que protegem o direito de acesso à informação.

 

 

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