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Cidades

Fogo atinge residência e casal de idosos pede ajuda em MT

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Um incêndio destruiu parte de uma residência, na tarde desta terça-feira (4), no bairro do Junco, em Cáceres. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo pode ter ocorrido devido a um curto circuito elétrico

 

O fogo atingiu um quarto da residência e destruiu uma cama e guarda roupas, além de outros móveis que estavam no quarto.

 

A residência pertence a um casal de idosos, Ana Maria Leite dos Santos, de 74 anos e Maurício Gonçalves dos Santos, de 84 anos, além da neta do casal Luciana Santos de Almeida, que também mora no local.

 

Uma guarnição do Corpo de Bombeiros foi solicitada para atender um incêndio na referida residência, foi usada na ação o caminhão ABT e o Resgate UR, porém os populares já haviam jogando água. A partir desse momento a guarnição assumiu a ocorrência dando fim ao fogo, logo após efetuou o rescaldo, pois queimou guarda-roupa, camas e vários pertences pessoais que se encontrava no cômodo.

 

Os amigos e familiares pedem para a comunidade cacerense que possa auxiliar na ajuda ao casal, eles estão precisando de materiais de construção, assim como moveis que foram queimados no incêndio.

 

Quem puder realizar donativos somente ligar para a neta do casal, Luciana Santos de Almeida (65) 99667-7025. Ou no endereço Avenida Nossa Senhora do Carmo
Bairro junco, 1225
 no Bairro do Junco, ao lado do Mercado Alvorada.

As doações também podem ser feitas através da Conta Bancária:

Banco do Brasil
Ag 0184-8
Conta 57322-1
Luciana Santos de Almeida

 

Por: JONER CAMPOS

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Cidades

Mais de 500 cidades têm risco de surto de doenças causadas pelo Aedes

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Pelo menos 504 municípios brasileiros registram alto índice de infestação pelo Aedes aegypti e apresentam risco de surto para doenças transmitidas pelo vetor – incluindo dengue, zika e chikungunya.

Dados divulgados hoje (12) pelo Ministério da Saúde revelam que, das 5.358 cidades que realizam algum tipo de monitoramento do mosquito, 1.881 estão em situação de alerta, enquanto 2.628 apresentam índices considerados satisfatórios.

Capitais

O mapa da dengue, como é chamado o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), mostra que, das 27 capitais em todo o país, Palmas (TO), Boa Vista (RR), Cuiabá (MT) e Rio Branco (AC) estão em risco de surto não apenas de dengue, mas também de zika e chikungunya.

Outras 12 capitais, de acordo com o estudo, registram situação de alerta: Manaus (AM), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), São Luís (MA), Belém (PA), Vitória (ES), Salvador (BA), Porto Velho (RO), Goiânia (GO) e Campo Grande (MS).

Já Curitiba (PR), Teresina (PI), João Pessoa (PB), Florianópolis (SC), São Paulo (SP), Macapá (AP), Maceió (AL), Fortaleza (CE) e Aracaju (SE) têm índices considerados satisfatórios. Natal (RN) e Porto Alegre (RS) fizeram a coleta de dados por armadilha – metodologia utilizada quando a infestação pelo mosquito é muito baixa ou inexistente.

Criadouros

Além de identificar onde estão concentrados os focos do mosquito em cada município, o levantamento revela quais os principais tipos de criadouros por região. No Nordeste, por exemplo, o armazenamento de água no nível do solo (doméstico), como tonel, barril e tina, foi o principal tipo identificado.

No Sudeste, o maior número de depósitos encontrados foi em domicílio, caracterizados por vasos e frascos com água e pratos e garrafas retornáveis. Já nas regiões Centro-Oeste, Norte e Sul, predominou o lixo, como recipientes plásticos, garrafas PET, latas, sucatas e entulhos de construção.

Dengue

Dados do ministério apontam que, até 3 de dezembro, foram notificados 241.664 casos de dengue em todo o país – um pequeno aumento em relação ao mesmo período de 2017 (232.372 casos). A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 115,9 casos para cada 100 mil habitantes.

Em relação ao número de óbitos causados pela doença, a queda é de 19,3% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, passando de 176 mortes em 2017 para 142 neste ano.

Chikungunya

No mesmo período, foram notificados 84.294 casos de chikungunya no Brasil – uma redução de 54% em relação ao mesmo período de 2017 (184.344 casos). A taxa de incidência da doença é de 40,4 casos para cada 100 mil habitantes.

Em relação ao número de óbitos, a queda é de 81,6% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, passando de 191 mortes em 2017 para 35 neste ano.

Zika

Os números mostram ainda que, até 3 de dezembro, foram notificados 8.024 casos de zika em todo o país – uma redução de 53% em relação ao mesmo período de 2017 (17.025 casos). A taxa de incidência é de 3,8 casos para cada 100 mil habitantes.

Este ano, foram registrados quatro óbitos causados pelo vírus Zika.

Edição: Lílian Beraldo

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