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Cultura

Flor Ribeirinha faz apresentação durante a Feira Cultural no Comper

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As comemorações dos 300 anos de Cuiabá continuam na Feira Cultural com exposição de artesanatos e apresentações típicas no Supermercado Comper, do CPAI até o dia 13 de abril com apresentação do grupo Flor Ribeirinha, no encerramento, às 19h, gratuitamente.

De acordo com a gerente Regional de Operações da empresa Izilda Maria, o objetivo da Feira vai além de homenagear Cuiabá e também oportunizar aos artesãos locais mostrarem e comercializar os seus produtos de diversos segmentos, dentre eles: aromatizantes, fantoches, bonecas de tecido, chinelos bordados, diversos produtos indígenas. E também muitas guloseimas, licores, paçoca de pilão e banana frita.

Para o expositor Kalleo da empresa Seu biscoito é muito importante participar desta Feira Cultural. “Estamos no ramo de biscoitos artesanais há 25 anos, fundado pela minha avó D. Lúcia e estamos felizes em ter a oportunidade de oferecer nossos produtos caseiros aos clientes da rede Comper, sendo ainda o ano em que Cuiabá completa seus 300 anos”, disse entusiasmado.

A expectativa dos clientes para apresentação do grupo Flor Ribeirinha também é grande. Fundado há 25 anos por Domingas Leonor da Silva o grupo trabalha para divulgação e preservação da cultura mato-grossense. Recentemente esteve na China onde participou do evento ‘Culturas do Mundo’ e mostrou através do espetáculo ‘Mato Grosso Dançando o Brasil’, as belezas do País através das danças que homenageou as regiões brasileiras com foco  no siriri cuiabano enraizado na comunidade de São Gonçalo Beira Rio, que encantou o povo chinês. Da mesma forma a apresentação deste sábado mais uma vez vai encantar os clientes do Comper.

Domingas Leonor da Silva sempre frisa que mesmo diante das dificuldades enfrentadas, ela nunca deixou de lutar pela preservação da cultura Mato-grossense. “Nos esforçamos muito para que os nossos valores culturais sejam  conhecidos lá fora, no Brasil e na nossa cidade’, finalizou.

 

 

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Cultura

Professor de Cuiabá ganha prêmio nacional de literatura

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O professor de Língua Portuguesa, Felipe Holloway é o ganhador do Prêmio Sesc de Literatura 2019 na categoria romance. O anúncio foi feito pelo Sesc nesta quarta-feira (12). A obra premiada “O legado de nossa miséria” será publicada pela editora Record e o escritor será incluído nas programações literárias do Sesc.

Felipe Holloway é natural de Canindé, no Ceará, mas vive em Cuiabá. Formado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em Letras e mestrando em Estudos Literários pela mesma instituição. O escritor bateu 1.042 inscritos em sua categoria.

“A gente passa a vida adulta inteira ensaiando para o dia em que isso (talvez) vai acontecer, o dia chega e tudo o que a gente consegue dizer é: EEIITA!”, comentou Felipe em seu perfil no Facebook.

Emocionado, o escritor agradeceu a todas as pessoas que passaram em sua vida e que, de alguma forma contribuíram para a realização desse sonho, que já vinha tentando alcançar desde 2015, quando foi pré-selecionado no prêmio que acaba de vencer com o romance “Spoiler”.

“Eu jamais conseguiria elencar todas essas pessoas aqui sem que minha memória acabasse sendo injusta com algumas ou várias delas. Mas vocês sabem quem são, sabem o que fizeram. E eu quero que saibam também que eu não teria conseguido sem vocês. Obrigado. Obrigado”, finalizou o escritor em sua rede social.

O Prefeito Emanuel Pinheiro recebeu a notícia com alegria e empolgação. “É Cuiabá sendo reconhecida por seus talentos. Eu sempre fiz questão que a cultura tivesse um destaque na minha gestão. No fim do ano passado, nós lançamos um edital que comtempla a literatura com R$ 300 mil. Foram mais de 2 milhões do Fundo Municipal de Apoio e Estímulo à Cultura em Cuiabá de 2019 para projetos neste ano dos 300 anos de Cuiabá. É importante que nossos talentos tenham apoio necessário e sejam reconhecidos”, comentou o prefeito.  

O livro

Em “O legado de nossa miséria”, um crítico de literatura e professor universitário é convidado para um evento sobre Jornalismo Literário numa fictícia cidade do interior de Minas Gerais, onde conhece pessoalmente um famoso escritor cuja obra sempre havia admirado. No evento, os personagens rememoram suas respectivas carreiras – uma trajetória em que a paixão pela arte foi muitas vezes empregada como atenuante para condutas imorais, e na qual os fracassos éticos e estéticos se alternam.

(Com informações do Prêmio Sesc de Literatura)

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