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Ex-prefeito de Várzea Grande prestigia reinauguração do Polo Centro e descarta disputar eleição em 2020

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O ex-prefeito de Várzea Grande, empresário do ramo de alimentos, Sebastião dos Reis Gonçalves, o Tião da Zaeli, prestigiou a reinauguração do Supermercado Polo Centro em Nobres, na manhã deste sábado.

Amigo dos proprietários e representante da marca Zaeli no Estado, o ex-prefeito disse durante entrevista ao Nobres Noticias, que não pretende disputar a eleição em 2020. Decepcionado com a politica e os políticos, ele foi enfático ao dizer, que em Várzea Grande existe muito malandro no meio.

“Lá tem muito malandro, eu não quero me envolver e não serei candidato a nada”, declarou.

A afirmação de Tião, cunhado do vice-prefeito José Anderson Hazama, jogou um balde de “água fria”, na pretensão de presidentes de partidos, que tentam garantir a filiação do ex-prefeito.

Animado com a festa de reinauguração, ele parabenizou os irmãos Dalmolin pelo empreendedorismo.

O evento contou com a presença da matriarca da família, dona Isolina Dalmolin, do prefeito Leocir Hanel, secretários municipais, do ex-prefeito Gilmarzinho da Ecoplan.

 

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Reforma da Previdência pode ser votada em 1º turno nesta terça-feira

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A reforma da Previdência terá um capítulo decisivo nesta semana. Está marcada para a próxima terça-feira (24), no plenário do Senado, a votação em primeiro turno da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma. Segundo parlamentares, o clima é favorável a uma aprovação.

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet (MDB-MS), disse que a reforma da Previdência está “blindada”. Pela manhã, será votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o relatório referente às emendas recebidas em plenário. Após, a PEC para o plenário. A expectativa é cumprir o calendário, votando em segundo turno no dia 10 de outubro.

“Na semana seguinte, começarmos a votação em segundo turno. Em 10 de outubro, temos condições de entregar para o Brasil a reforma da Previdência”, disse Tebet.

Na primeira passagem da reforma pela CCJ, o relator da PEC, Tasso Jereissati (PSDB-CE), leu e submeteu seu parecer à comissão, que foi aprovado por 18 votos a 7 e levado ao plenário. No plenário, foram realizadas cinco sessões de discussão do tema.

Nem todas as sessões reservadas à reforma tiveram um quórum alto. Em algumas, poucos senadores pediram espaço para fala. O deputado Paulo Paim (PT-RS) pediu alteração das regras de aposentadoria especial, para profissões danosas à saúde e  mudanças nas regras de pensão por morte.

Em seu relatório, referente às emendas de plenário, Jereissati rejeitou 76 emendas recebidas no plenário do Senado que poderiam modificar a proposta e obrigar a volta do texto à análise dos deputados. O relator, no entanto, mudou a redação sobre o ponto que trata da criação de uma alíquota de contribuição mais baixa para os trabalhadores informais.

Cientes de que o relator não fará mudanças que provoquem a volta do texto à Câmara, alguns senadores jogam suas fichas na chamada PEC Paralela. A PEC, também relatada pelo tucano, promete trazer regras mais benéficas aos trabalhadores e foi criada para evitar alterações na PEC principal e, consequentemente, possibilitar uma aprovação em outubro.

A expectativa de Jereissati e Tebet é que haja uma diferença de 15 dias entre as votações da PEC original e as votações da paralela. No caso dessta, porém, a aprovação definitiva ainda levará tempo, uma vez que ainda precisa ser apreciada pela Câmara dos Deputados.

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