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Educação

Escola Técnica de Alta Floresta abre processo seletivo para três novos cursos

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A Escola Técnica de Alta Floresta irá abrir o processo seletivo com 120 vagas para três novos cursos de Formação Inicial Continuada (FIC) que são: Auxiliar de Geoprocessamento, Higienista de Serviço de Saúde e Cadista para a Construção Civil.

As inscrições começam na próxima segunda-feira (11.02) e vai até o dia 18 de fevereiro, das 7h30 às 11h, das 13h às 17h e das 19h30 às 21h30. Os candidatos devem apresentar RG, CPF e certificado de conclusão do Ensino Fundamental II. As aulas começam no dia 25 de fevereiro.

  As vagas são para estudantes que já concluíram o ensino fundamental II (6º ao 9º), ou equivalente e ter idade mínima de 16 anos completos até a data da matrícula, com exceção do curso de Higienista de Serviço de Saúde, o candidato deve ter idade mínima de 18 anos.

De acordo com a diretora da Escola Técnica, Emília Tarsitano, o curso FIC é um processo de ensino e aprendizagem voltado à formação para a elevação de escolaridade. Ainda segundo ela, as aulas na escola técnica iniciam no dia 11 deste mês para os cursos que estão em andamento.

O curso Auxiliar de Geoprocessamento tem carga horária de 160h, com 40 vagas disponíveis no período noturno. Já o curso de Higienista de Serviço de Saúde, tem 40 vagas e será de 240h no período noturno. O curso de Cadista para Construção Civil tem 40 vagas, será de 240h, no período vespertino.

Emilia explica que serão selecionados 120 candidatos que efetivarem suas inscrições por ordem de chegada, nos dias e horários estabelecidos conforme o Edital.

Serviço

Para obter mais informações, fale na Escola Técnica de Alta Floresta, que fica na Rua Canteiro Central entre as Travessas A e B, nº 10, Centro. Os contatos são: (66) 3521-4177 ou através do e-mail: unedaf@secitec.mt.gov.br.

Documentos para a Matrícula

  1. a) Histórico Escolar de Ensino Fundamental ou do Ensino Médio (original e fotocópia);
  2. b) Certidão de nascimento ou casamento (fotocópia);
  3. c) 01 (uma) foto 3×4 recente;
  4. d) Documento de identificação Oficial (original e fotocópia); RG;
  5. e) Cópia do CPF
  6. f) Cópia do Título de Eleitor (para candidatos com idade acima de 18 anos);
  7. g) Cópia da carteira de reservista ou comprovante quitação do serviço militar (para homens com idade acima de 18 anos);
  8. h) Cópia comprovante de endereço atualizado.

Att,

Soraya Medeiros

Educação

Luta nacional pela educação e aposentadoria ganha frente de defesa em Cuiabá

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A paralisação nacional em defesa da educação pública e contra o desmonte da aposentadoria nesta terça-feira (13.08), em todo o país, ganhou em Cuiabá uma proposta de luta ainda mais ampla, com o lançamento da Frente em Defesa da Educação Pública e Gratuita, da qual o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) participa.

Após suspender uma greve de 75 dias, os profissionais voltam para as ruas para mais esse enfrentamento, agora integrando um coletivo que exige o fim da mercantilização da educação e da aposentadoria. “Toda essa nossa mobilização é para dizer o que governo brasileiro está fazendo na política nacional e o desmonte daquilo que é essencial para os trabalhadores e trabalhadoras e para a sociedade brasileira”, destacou o presidente do Sintep/MT, Valdeir Pereira.

O presidente do Sintep/MT lembrou ainda que apesar da suspensão da greve, a batalha dos profissionais da educação continua em razão do não atendimento da pauta prioritária dos trabalhadores da educação, que é a defesa da Lei 510/2013. E mais, que os ataques do governo Mauro Mendes não são isolados e integram a agenda nacional.

Segundo a organização da Frente em Defesa da Educação Pública, a greve dos trabalhadores da rede estadual de Educação, que durou mais de 70 dias, foi um dos pontos que culminou na unidade de diversas entidades. Bem como, o corte do orçamento para as universidade, e a entrega da educação pública superior – produtoras de mais de 90% das pesquisas realizadas no país – nas mãos da iniciativa privada. “Precisamos compreender que as políticas implementadas pelos governos tem como objetivo o desmonte dos direitos sociais”, alertou Valdeir Pereira.

O ato na capital teve concentração na praça Alencastro, seguido por passeata pela Avenida Getúlio Vargas, Barão de Melgaço, Isaac Póvoas, Prainha (Tenente Coronel Duarte) até voltar ponto inicial.

Participaram da manifestação da Educação e da Frente em Defesa da Educação trabalhadores e trabalhadoras do Sintep/MT, bem como DCE/UFMT – Diretório Central dos Estudantes da UFMT; UJS – Unidade da Juventude Socialista; Fórum Permanente de Saúde; UNE – União Nacional dos Estudantes; FENET – Frente Nacional dos Estudantes de Ensino Técnico; Sintep-MT; Coletivo Negro; Unidade Classista; UJC – União da Juventude Comunista; Livre-Mente; Intersindical; Sinasefe – Seção Sindical Mato Grosso; Adufmat – Seção Sindical do ANDES; Sintuf – Sindicato dos Servidores Técnico-administrativos.

Assessoria/Sintep-MT

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