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Cultura

Entra em vigor lei que autoriza rodeios e vaquejadas no país

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou proposta que regulamenta as práticas de vaquejada, rodeio e laço. O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados no final de agosto. Não houve vetos e a norma (Lei 13873/19), publicada nesta quarta-feira (18), já está em vigor.

De acordo com o texto sancionado, ficam reconhecidos o rodeio, a vaquejada e o laço como expressões esportivo-culturais pertencentes ao patrimônio cultural brasileiro de natureza imaterial, sendo atividades intrinsecamente ligadas à vida, à identidade, à ação e à memória de grupos formadores da sociedade brasileira.A nova lei define as modalidades que passam a ser reconhecidas como esportivas, equestres e tradicionais. Na lista estão, entre outras, o adestramento, o concurso completo de equitação, o enduro, o hipismo rural, as provas de laço e velocidade, a cavalgada, a cavalhada, o concurso de marcha, a corrida, as provas de rodeio e o polo equestre.

A nova lei define as modalidades que passam a ser reconhecidas como esportivas, equestres e tradicionais. Na lista estão, entre outras, o adestramento, o concurso completo de equitação, o enduro, o hipismo rural, as provas de laço e velocidade, a cavalgada, a cavalhada, o concurso de marcha, a corrida, as provas de rodeio e o polo equestre.

A lei determina ainda que deverão ser aprovados regulamentos específicos para o rodeio, a vaquejada, o laço e as demais provas equestres, por suas respectivas associações, no Ministério da Agricultura.

Os regulamentos terão de contemplar regras que assegurem a proteção e o bem-estar dos animais, e prever punições para os casos de descumprimento.

Sem prejuízo de outras leis que tratem do bem-estar dos animais, deve-se, em relação à vaquejada, assegurar água e alimentação suficiente sempre à disposição, assim como um local apropriado para o descanso.

Também será necessário prevenir ferimentos e doenças por meio de instalações, ferramentas e utensílios adequados, além da prestação de assistência médico-veterinária.

Redação

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Cultura

Um quintal de muitas emoções em São Gonçalo beira Rio

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O Quintal de Domingas Leonor, na comunidade de São Gonçalo beira rio, é um espaço tradicional, considerado berço das raízes e da preservação da cultura Matogrossense, sede da Associação Cultural Flor Ribeirinha, onde o renomado grupo  realiza todas as suas ações. No mesmo espaço, onde se cultiva o Siriri, estão presentes o artesanato em cerâmica, as artes plásticas nos muros e os projetos Sementinha para as crianças, Vivências para os jovens e o Flor da idade para os idosos, além de outras atividades diárias.  O  Quintal de Dona Domingas é um ponto de cultura, já classificado pela prefeitura, como um dos pontos de atração turística na Capital.

Projeto Sementinha – Aos sábados, o projeto reúne mais de 70 crianças para dançar o Siriri, brincar e se divertir. O Sementinha oferece aulas gratuitas de Siriri para as crianças de até dez anos, moradoras da comunidade e de bairros da região. Durante os encontros, as crianças entram no universo da cultura popular e praticam os ensaios com animação e alegria. Após as aulas, recebem o lanche da manhã. As crianças  também participam de apresentações do grupo. As ações são do projeto “Quintal da Domingas, fazeres ribeirinhos da cultura popular”.

 

Projeto Vivências – Aos domingos, o quintal fica mais cheio, com a presença de visitantes e dos jovens interessados em aprender a dançar. O projeto foi idealizado com o objetivo de acolher novos dançarinos. As aulas gratuitas acontecem a partir das 17h e sempre revelam novos talentos.

 

Projeto Flor da Idade – foi idealizado no quintal para dar oportunidade as pessoas de realizar os seus sonhos,  de dançar e viver com mais estímulo e qualidade de vida. Os encontros são sempre felizes, cheios de alegria e de uma energia contagiante.

O diretor artístico e coreógrafo do grupo Flor Ribeirinha, Aviner Augusto, coordena a formação de dançarinos e destaca que é uma oportunidade para conhecerem a prática do Siriri. Os jovens podem ter essa experiência e aplicar o conhecimento em outra situação, “como também, participar do Flor Ribeirinha, através de um processo seletivo. É muito gratificante trabalhar os projetos desenvolvidos no quintal”, disse ele.

Vivências Culturais – o projeto  recebe com muita frequência, estudantes de diferentes escolas e universidades, seja pública ou privada, além de instituições sociais, interessadas em conhecer um pouco mais sobre a histórica comunidade e as manifestações culturais.

A Mestre em Cultura Popular, Domingas Leonor da Silva, recebe de braços abertos, todos que visitam o quintal. Ela relata com orgulho a sua trajetória e a luta para manter viva as tradições. Muitas pessoas demonstram o reconhecimento e a valorização dos saberes e fazeres do modo de vida da comunidade ribeirinha de São Gonçalo Beira Rio.

Artesanato-Domingas e sua filha Edilaine, ministraram oficinas de artesanato no quintal, com aulas bem animadas e interativas. Todos colocam a mão no barro, matéria-prima para a confecção das peças em cerâmica. A técnica do artesanato é uma herança dos índios bororos, que vem passando por gerações. Muitas crianças e jovens vivenciam  esta arte que é referência na comunidade São Gonçalo Beira Rio. “A arte com o barro, aprendí com a minha mãe, que trouxe de minha vó. E segue mais gerações”, observou.

Arte no Muro –Quem chega no quintal se depara com um novo cenário e enche os olhos com as pinturas dos renomados artistas Adriano Figueiredo e Regis Gomes. Em cores fortes e vibrantes, eles retrataram personagens a fatos históricos da cultura popular.

As atividades no quintal não param. Recentemente, tiveram início as aulas de preparação e técnica vocal, além de dança de salão e o treinamento olímpico para todos os integrantes do grupo Flor Ribeirinha. O objetivo é oferecer novas alternativas e expandir as ações do renomado grupo, que já conquistou um prêmio mundial.

‘A escritora Cecília Meireles dizia que “não há nada mais universal do que o regional” (1901-1964). Algumas décadas depois, uma outra mulher, Domingas Leonor, vivenciou a poesia da escritora. Em julho de 1993, criou o grupo de siriri Flor Ribeirinha, no próprio quintal de sua casa’.

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Fotos: divulgação 

Assessoria de Imprensa 

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