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Educação

Encerra hoje prazo para renovação de contratos do Fies

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Hoje (5) é o último dia para renovar os contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do primeiro semestre de 2019. Para a renovação, os estudantes precisam validar as informações prestadas pelas instituições de ensino no Sistema Informatizado do Fundo de Financiamento Estudantil (SisFies).

Os contratos do Fies precisam ser renovados a cada semestre. O pedido de aditamento é feito inicialmente pelas instituições de ensino para depois ter as informações validadas pelos estudantes, no sistema.

Também encerra hoje o prazo para os estudantes estenderem o prazo de utilização do financiamento e pedirem a transferência integral de curso ou de instituição.

Caso a renovação tenha alguma alteração nas cláusulas do contrato, o estudante precisa levar a nova documentação ao agente financeiro (Banco do Brasil ou Caixa Econômica), para finalizar o processo.

Nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.

A estimativa do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação é de que neste semestre, cerca de 600 mil contratos sejam renovados.

O Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação.

 

Fonte: Agência Brasil

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Educação

Luta nacional pela educação e aposentadoria ganha frente de defesa em Cuiabá

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A paralisação nacional em defesa da educação pública e contra o desmonte da aposentadoria nesta terça-feira (13.08), em todo o país, ganhou em Cuiabá uma proposta de luta ainda mais ampla, com o lançamento da Frente em Defesa da Educação Pública e Gratuita, da qual o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) participa.

Após suspender uma greve de 75 dias, os profissionais voltam para as ruas para mais esse enfrentamento, agora integrando um coletivo que exige o fim da mercantilização da educação e da aposentadoria. “Toda essa nossa mobilização é para dizer o que governo brasileiro está fazendo na política nacional e o desmonte daquilo que é essencial para os trabalhadores e trabalhadoras e para a sociedade brasileira”, destacou o presidente do Sintep/MT, Valdeir Pereira.

O presidente do Sintep/MT lembrou ainda que apesar da suspensão da greve, a batalha dos profissionais da educação continua em razão do não atendimento da pauta prioritária dos trabalhadores da educação, que é a defesa da Lei 510/2013. E mais, que os ataques do governo Mauro Mendes não são isolados e integram a agenda nacional.

Segundo a organização da Frente em Defesa da Educação Pública, a greve dos trabalhadores da rede estadual de Educação, que durou mais de 70 dias, foi um dos pontos que culminou na unidade de diversas entidades. Bem como, o corte do orçamento para as universidade, e a entrega da educação pública superior – produtoras de mais de 90% das pesquisas realizadas no país – nas mãos da iniciativa privada. “Precisamos compreender que as políticas implementadas pelos governos tem como objetivo o desmonte dos direitos sociais”, alertou Valdeir Pereira.

O ato na capital teve concentração na praça Alencastro, seguido por passeata pela Avenida Getúlio Vargas, Barão de Melgaço, Isaac Póvoas, Prainha (Tenente Coronel Duarte) até voltar ponto inicial.

Participaram da manifestação da Educação e da Frente em Defesa da Educação trabalhadores e trabalhadoras do Sintep/MT, bem como DCE/UFMT – Diretório Central dos Estudantes da UFMT; UJS – Unidade da Juventude Socialista; Fórum Permanente de Saúde; UNE – União Nacional dos Estudantes; FENET – Frente Nacional dos Estudantes de Ensino Técnico; Sintep-MT; Coletivo Negro; Unidade Classista; UJC – União da Juventude Comunista; Livre-Mente; Intersindical; Sinasefe – Seção Sindical Mato Grosso; Adufmat – Seção Sindical do ANDES; Sintuf – Sindicato dos Servidores Técnico-administrativos.

Assessoria/Sintep-MT

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