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Política MT

Emanuelzinho protocola documento no Ministério de Minas e Energia e solicita esclarecimentos sobre barragens em Mato Grosso

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Preocupado com a segurança das barragens de Mato Grosso, o deputado federal mais jovem de Mato Grosso, Emanuel Pinheiro Neto, o Emanuelzinho (PTB), protocolou um pedido ao Ministério de Minas e Energia solicitando esclarecimentos sobre a situação de riscos .

O documento apresentado contém 7 itens e, segundo o deputado federal, ele espera receber em breve e as informações para repassar a população mato-grossense, um diagnóstico completo.

 

Emanuel decidiu solicitar os dados,  por causa da preocupação da sociedade no estado após o rompimento da barragem de Brumadinho (MG) e a propagação de notícias falsas em redes sociais sobre rompimento de barragens em Mato Grosso, inclusive a da Usina Hidrelétrica de Manso.

 

 

No Facebook Emanuelzinho divulgou um vídeo onde explica os motivos para a sua primeira ação como parlamentar. “Estou solicitando os informes, quais são as empresas que administram essas barragens, quais os riscos de baixa, média e alta complexidade, além dos planos de segurança e revisão que garantam a segurança da nossa gente”.

 

No documento protocolado pelo deputado, são solicitadas informações como os riscos de acidentes e rompimento de cada barragem em Mato Grosso, dados sobre possíveis danos ambientais, declaração de estabilidade dessas barragens, regularidade de inspeções, medidas de segurança, além do questionamento se a mineradora Vale administra alguma barragem de mineração no estado.

 

Política MT

CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal suspende trabalhos

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A Assembleia Legislativa suspendeu provisoriamente os trabalhos da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga suspeitas de sonegação de impostos e ilegalidades em renúncia fiscal.

A decisão foi tomada no final da tarde desta quinta-feira (25) em comum acordo de todos os membros.

As diligências e demais investigações serão retomadas somente após a Mesa Diretora decidir pela contratação de uma equipe técnica que possa auxiliar os parlamentares.

Pelo Regimento Interno, a Assembleia Legislativa tem o prazo de 180 dias para concluir as investigações.

Com a suspensão provisória, os prazos permanecem suspensos, o que será devidamente oficializado em portaria a ser publicada no Diário do Legislativo.

A CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal é presidida pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB) e iniciou os trabalhos no dia 12 de março.

Ainda compõem a comissão os deputados Carlos Avalone (vice-presidente), Ondanir Bortolini, o Nininho (relator), Max Russi e Janaína Riva, estes dois últimos na condição de membros.

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