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Política Nacional

Emanuelzinho defende exame da OAB para garantir qualidade da advocacia no país

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O deputado federal Emanuel Pinheiro da Silva Primo, o Emanuelzinho (PTB), disse ser contrário ao projeto do deputado federal José Medeiros (Pode) que pede o fim da prova de exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para que os bacharéis no curso de Direito possam exercer a profissão de advogado. O projeto de Medeiros é na verdade uma reapresentação do projeto de Jair Bolsonaro (PSL), quando ainda era deputado federal, em 2007.
Conforme Emanuelzinho, hoje o mercado das faculdades de Direito se apresenta muitas vezes sem critérios mínimos de qualidade, está se abrindo o tempo todo no país.
“A cada dia vemos uma nova faculdade abrindo no Brasil, e só não se abriu uma faculdade a distância porque a OAB não permitiu”, afirmou, ressaltando que a saturação no mercado está no limite, citando a média salarial dos advogados que saem das faculdades, que levam três, quatro ou até cinco anos e não conseguem estabilidade, tendo que buscar muitas vezes outras atribuições.
Emanuelzinho afirma que o exame da Ordem serve para garantir uma maior qualidade dos profissionais, e se for aberto esse leque, entraria mais gente no mercado de trabalho sem que fosse checada a qualidade do trabalho prestado.
“E quem perde com isso, no final das contas é o cidadão, o consumidor, a pessoa que foi lesada fisicamente, no caso de homicídio, em qualquer caso de crime, o bom advogado, a qualidade da advocacia, tem que ser mantido”, frisou.
Ele ainda ressalta que não se pode aceitar o pretexto de que por outras categorias não terem exames para avaliarem os formados, o exame da Ordem deveria ser extinto. “Isso é querer nivelar por baixo o nível da advocacia no Brasil”, finalizou o deputado.

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Política Nacional

Cidades brasileiras registram atos em apoio ao governo Bolsonaro

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Rio de Janeiro, 12h20: Manifestantes reunidos na orla de Copacabana em defesa do presidente Jair Bolsonaro e das medidas do governo — Foto: Reprodução/GloboNews

Pelo menos 55 cidades em 12 estados e no Distrito Federal tiveram protestos entre a manhã e a tarde deste domingo (26) em defesa do presidente Jair Bolsonaro e de medidas do governo, como a reforma da Previdência e o pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro.

As convocações ganharam força após os protestos em defesa da educação do último dia 15, contra os cortes anunciados pelo governopara os ensinos superior e técnico federais.

Grupos de manifestantes saíram em passeatas e carreatas a partir desta manhã levando bandeiras do Brasil e faixas com frases de apoio a propostas apresentadas pelo governo de Bolsonaro. Até a última atualização desta reportagem, os atos eram pacíficos.

Os protestos também apoiavam a reforma ministerial do governo Bolsonaro, com redução de 29 para 22 no número de ministérios. Houve, ainda, grupo de manifestantes no Rio de Janeiro que pedia o fechamento do Congresso, o que é ilegal, inconstitucional e contra a democracia.

Bolsonaro fala em ‘recado’ para quem temia ‘velha política’

Neste domingo, por volta de 14h, 55 cidades em 12 estados e no Distrito Federal tinham tido protestos. No dia das manifestações em defesa da educação, às 13h07, 146 cidades de todos os 26 estados e do Distrito Federal tinham registrado atos

Ao participar de culto no Rio de Janeiro ainda durante a manhã deste domingo, o presidente Jair Bolsonaro disse que as manifestações pró-governo são um “recado” aos que “teimam com velhas práticas” e, segundo afirmou, não permitem que o “povo se liberte”. O presidente disse que a manifestação era “espontânea”, tinha pauta definida e respeitou leis e instituições.

Por G1

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