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Emanuelzinho cobra transparência nos gastos do VLT e diz que foi boicotado em criação de comissão de fiscalização das obras

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O deputado federal, Emanuel Neto (PTB), o Emanuelzinho, usou a tribuna da Câmara Federal, na última quinta-feira (17), para criticar  a falta de transparência sobre os gastos para conclusão do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Neto disse ainda que está sendo “boicotado” e acusa o governo do Estado, de omitir ou tentar esconder informações.

Neto lembrou as centenas de cobranças que recebe da população e a ausência de dados concretos para debater com os responsáveis a melhor forma de solucionar o impasse de continuidade das obras ou a mudança para o Bus Rapid Transit (BRT), de forma que o problema seja definitivamente resolvido.

Segundo ele, as obras estão “rasgando a cidade no meio” e já viraram motivo de vergonha para capital.

O VLT começou a ser construído em 2012 pelo consórcio VLT, com um custo inicial de R$ 1,4 bilhão. O prazo de entrega era 13 de março de 2014, desde então, o modal vem sofrendo uma série de judicializações e obras paradas. Os vagões estão jogados próximo ao aeroporto e se deteriorando.

 

“Venho hoje nesta tribuna manifestar minha indignação com a falta de transparência do Governo do Estado, pois até hoje, não sabemos o que se gastou e o que precisar gastar para terminar esta obra, o governo encomendou um estudo de viabilidade técnica, junto a Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana, do Ministério de Desenvolvimento Regional e não chamou um deputado estadual, nem federal, para participar ”, disse.

Indignado o parlamentar apontou que houve intervenção da bancada governista, para que a Comissão não saísse do papel.

 

“Tentei criar uma Comissão externa de fiscalização para reunir os dados, convocar os integrantes do Consórcio responsável pelas obras, mas fiquei sabendo até mesmo pela imprensa que fizeram de tudo para boicotar a comissão, isto é no mínimo falta de transparência”, enfatizou.

 

Fonte: Elisângela Neponuceno-MT de Fato

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Motoristas deverão passar por validação facial para renovar CNH

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Reconhecimento facial - Foto por: Secom-MTReconhecimento facial

Desde o último dia 11 de novembro o Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) está habilitado para o novo sistema de Validação Facial, que consiste na coleta de foto e biométrica dos condutores. A Validação Facial é usada no momento da captura de imagens para os processos de Habilitação como renovação, alteração de dados, adição e mudança de categoria.

O sistema foi estabelecido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), em maio deste ano, e as imagens são enviadas ao banco de dados do órgão para averiguação de similaridade com as imagens já armazenadas, referente ao último requerimento iniciado pelo condutor, independente de qual Estado brasileiro o mesmo tenha realizado a captura de imagem.

Caso a similaridade da validação facial seja menor que 90%, o processo será encaminhado para análise manual do servidor do Detran-MT. Se ainda assim houver dúvidas quanto aos traços faciais do condutor, documentos complementares poderão ser solicitados, como o RG ou a CNH anterior, para comprovação da identidade do motorista.

O diretor de Habilitação, Alessandro Andrade, ressalta que se os documentos solicitados comprovarem que a pessoa que realizou a validação facial não seja o condutor, o processo será identificado como fraude.

“A validação facial deverá reduzir muito as fraudes em processos de renovação, alteração de dados, adição e mudança de categoria”, destacou Alessandro, lembrando ainda que o novo sistema não substitui a biometria, que continua sendo obrigatória em todos os processos de habilitação.

O sistema de validação facial já está em funcionamento na sede do Detran-MT, em Cuiabá, e também nas unidades da autarquia interior do Estado. “Nas unidades do interior, será realizada a coleta de imagem, escaneada e enviada para a sede do Detran para conferência da veracidade dos dados do condutor no sistema”.

O novo sistema foi desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), que cuida dos processos de dados do Denatran, e teve custo zero para o Detran-MT. (Sob supervisão da jornalista Lidiana Cuiabano)

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