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Em filiação, Medeiros rasga elogios a Selma e ataca “pré-candidatos” ao Senado

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O deputado federal José Medeiros (Pode), vice-líder do Governo de Jair Bolsonaro na Câmara, fez questão de participar, na tarde desta quarta-feira (18), do ato de filiação da ex-juíza e atual senadora, Selma Arruda, que deixou o PSL para aderir à sigla de Medeiros e de Álvaro Dias (Pode/PR). Durante coletiva de imprensa, Medeiros enviou um recado direto a muitos que estão de olho na vaga de Selma, que responde a um processo no Tribunal Superior Eleitoral – TSE, e sugeriu que “tirem o cavalo da chuva”, ressaltando a confiança na permanência de Arruda no cargo.
“Quem perdeu está querendo levar na “mão grande” como se também não tivessem feito pré-campanha. O Podemos está de braços abertos, casa aberta, ar-condicionado ligado e tapete vermelho estendido para a senadora. Para nós, é uma honra, uma satisfação. Sua ajuda fará o Podemos ainda mais forte. Ter uma parlamentar da sua moral e caráter representa muito pra nós. Hoje muitos já estão se apresentando como pré-candidatos ao Senado, mas é bom tirarem o cavalo da chuva porque já está trovejando. Selma fica até o último dia do mandato”, afirmou.
Medeiros relembrou o histórico de luta da nova companheira de partido, que desde a campanha de 2018, até depois que conquistou a vitória, tem sido alvo constante de uma pressão exercida pelos grandes grupos políticos do estado. “Para Mato Grosso, foi uma grata surpresa a eleição da Selma. Ela foi a mais votada e a escolhida pelo povo. É preciso ressaltar isso para lembrar a injustiça que ela vem sofrendo. A eleição para o Senado foi uma verdadeira carnificina em Mato Grosso. Muita gente que não tinha mais voto se movimentava para ganhar as eleições de todo jeito e antes mesmo de começar, ainda em momento anterior à campanha, ela (Selma) já foi perseguida. Acabou a eleição, já criaram o discurso: “ela ganhou, mas não assume”. A verdade é que ela não cometeu crime algum, marcou a história como a segunda mulher na história de Mato Grosso a virar senadora. O crime dela foi ousar contra as oligarquias e este tipo de coisa parece que não deixam passar impune por lá”, atacou Medeiros.
*Bancada*
Com a presença de Selma, o Podemos passou a ter a segunda maior bancada do Senado Federal, com dois parlamentares a menos que o MBD. O senador Major Olímpio (PSL/SP), porém, participou do ato de filiação de Selma no novo partido e fez questão de lhe deixar um público “até breve”, trazendo a sinalização de sua iminente migração partidária para o mesmo destino. A sigla, que ainda conta com 10 deputados federais, se prepara para crescer ainda mais e mira novas filiações. Em Mato Grosso, a ideia é lançar candidatos a prefeito em várias cidades, sobretudo os polos regionais mais destacados. O atual vice-prefeito de Cuiabá, Niuan Ribeiro, já é nome praticamente certo para tentar a Prefeitura da capital.
Fonte: Assessoria

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Emanuelzinho cobra transparência nos gastos do VLT e diz que foi boicotado em criação de comissão de fiscalização das obras

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O deputado federal, Emanuel Neto (PTB), o Emanuelzinho, usou a tribuna da Câmara Federal, na última quinta-feira (17), para criticar  a falta de transparência sobre os gastos para conclusão do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Neto disse ainda que está sendo “boicotado” e acusa o governo do Estado, de omitir ou tentar esconder informações.

Neto lembrou as centenas de cobranças que recebe da população e a ausência de dados concretos para debater com os responsáveis a melhor forma de solucionar o impasse de continuidade das obras ou a mudança para o Bus Rapid Transit (BRT), de forma que o problema seja definitivamente resolvido.

Segundo ele, as obras estão “rasgando a cidade no meio” e já viraram motivo de vergonha para capital.

O VLT começou a ser construído em 2012 pelo consórcio VLT, com um custo inicial de R$ 1,4 bilhão. O prazo de entrega era 13 de março de 2014, desde então, o modal vem sofrendo uma série de judicializações e obras paradas. Os vagões estão jogados próximo ao aeroporto e se deteriorando.

 

“Venho hoje nesta tribuna manifestar minha indignação com a falta de transparência do Governo do Estado, pois até hoje, não sabemos o que se gastou e o que precisar gastar para terminar esta obra, o governo encomendou um estudo de viabilidade técnica, junto a Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana, do Ministério de Desenvolvimento Regional e não chamou um deputado estadual, nem federal, para participar ”, disse.

Indignado o parlamentar apontou que houve intervenção da bancada governista, para que a Comissão não saísse do papel.

 

“Tentei criar uma Comissão externa de fiscalização para reunir os dados, convocar os integrantes do Consórcio responsável pelas obras, mas fiquei sabendo até mesmo pela imprensa que fizeram de tudo para boicotar a comissão, isto é no mínimo falta de transparência”, enfatizou.

 

Fonte: Elisângela Neponuceno-MT de Fato

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