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Várzea Grande

Duplicação da Avenida Filinto Muller entra na reta final para conclusão

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O Governo do Estado de Mato Grosso e a Prefeitura de Várzea Grande deram inicio as obras  de conclusão da duplicação dos 12 quilômetros da Avenida Filinto Muller e de acesso a diversos bairros da cidade e que atendem a uma demanda populacional de 60 mil habitantes que residem diretamente nas adjacências e outros 100 mil usuários que diariamente se utilizam da via que assegura a integração do centro da cidade com a região Oeste ou o Grande São Mateus.

Essa última etapa de obras demandará a necessidade de desvios para que as obras complementarem sejam realizadas, por isso foram definidos uma série de medidas como vias alternativas para o desvio do trânsito, os bloqueios que serão realizados pela Prefeitura de Várzea Grande com suporte da Guarda Municipal.

O ponto de obstrução se situa entre a escola municipal de Educação Básica (EMEB), ´Honorato Pedroso de Barros’, no sentido bairro São Mateus-Centro, e no posto de gasolina, sentido Centro-São Mateus. As rotas de desvio conduzirão o fluxo para os bairros Jardim Paula II, por meio da rua Marechal Mascarenhas de Moraes à rua Sergipe, já no bairro Nova Várzea Grande. Desse ponto, os motoristas podem seguir pela Avenida Alzira Santana, para retornar ao Centro, bem como seguir em direção ao Costa Verde, Aeroporto e Cristo Rei. Qualquer uma das opções pela Avenida Alzira Santana também condizem os motoristas à Capital, Cuiabá.

Por meio da rota, há acesso para o bairro São Mateus e à Rodovia dos Imigrantes. Como mostra o mapa, a rota em traçado branco é obrigatória para veículos pesados. Já o traçado em azul, pode ser utilizado como alternativa aos carros de passeio e veículos leves. Todos os acessos, como chamam à atenção a Guarda Municipal e as secretarias de Viação, Obras e Urbanismo e de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, devem ter os limites de velocidade respeitados e exigem maior atenção dos condutores.

Moradores dos trechos sob bloqueio terão acesso de forma integral a suas residências. Toda a extensão sob obras e as rotas alternativas estarão sinalizadas com placas verticais, manilhas e fitas zebradas.

Orçada inicialmente em R$ 31 milhões e após o processo licitatório com a participação de 12 empresas que reduziu os custos para R$ 24 milhões, com uma economia de R$ 7 milhões para os cofres públicos, as obras efetivamente se iniciaram em 2017, sendo que restam menos de 15% para serem concluídas.

Concebida como um novo corredor comercial, a duplicação da Avenida Filinto Muller, faz parte de um projeto de integração de todas as principais regiões de Várzea Grande e sua posição estratégica ao lado da Capital de Mato Grosso e passagem obrigatória para o Norte de Mato Grosso e do Brasil.

“Estamos entrando na fase final de uma grande obra de 12 quilômetros aproximadamente que contempla diversas regiões de Várzea Grande e reforça sua posição geográfica ao lado de Cuiabá e de passagem obrigatória para quem vai para o Norte de Mato Grosso ou do Brasil ou de quem vai para o Sul do Estado ou do País, portanto, estamos no corredor do agronegócio e no Estado que mais cresce na atualidade”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos que informou estar a Prefeitura trabalhando para entregar essa obra ainda em 2019.

O secretário de Viação e Obras Públicas, Luiz Celso Morais sinalizou que as obras de duplicação entram na parte mais difícil por demandarem desapropriações, demolições, recuos de construções particulares e públicas e outra infinidade de pequenas incursões que acabam protelando a conclusão da mesma, mas como tudo está dentro do cronograma estabelecido no início das obras, a Prefeitura de Várzea Grande e o Governo do Estado estão atuando no sentido de acelerar esta reta final que vai do cruzamento da Avenida Filinto Muller com a Avenida Alzira Santana.

“Depois de concluída teremos uma via moderna rápida, moderna,  eficiente, segura e e que permitirá desde o Aeroporto Marechal Rondon até a Rodovia dos Imigrantes, por onde passam cerca de 25 mil veículos diariamente um trânsito de melhor qualidade com menos tempo parado e menor consumo de combustível para automóveis, ônibus e caminhões, além é claro de maior segurança para os pedestres que se utilizaram da mesma para caminhadas e lazer”, explicou o titular da pasta de Viação e Obras Públicas.

Esta última etapa de envolve uma extensão de 500 metros, mais agrega o trecho mais complexo, onde houve necessidade de desapropriações e será necessário ainda, todo um trabalho de investigação das tubulações subterrâneas para avaliar se as estruturas atuais condizem com a nova organização da via. A exemplo de tudo que já foi realizado na via – 12 quilômetros de avenida nos dois sentidos – haverá necessidade de muitas escavações e de troca de tubulações. O secretário de Viação, Luiz Celso de Moraes, explica que região concentra muitos córregos, o que exige um trabalho e atenção redobrados em relação às galerias de águas fluviais e ao escoamento das águas pluviais. “São apenas 500 metros, mas em compensação vamos atuar sobre um trecho bastante urbanizado e movimentado. Por isso, a previsão de conclusão da duplicação é até o final do ano. Vamos contar com o bom andamento do cronograma nesse período de seca”.

PREPARAÇÃO – Desde o mês passado, a prefeitura municipal está estruturando o entorno da Avenida Filinto Müller para amenizar ao máximo os transtornos na região. Além das sinalizações, as ruas que fazem parte da rota de desvio (trecho em branco do mapa) foram todas recapeadas. “A rua Marechal Mascarenhas de Moraes será totalmente recuperada, ou seja, desde o lado que dá acesso à Avenida Filinto Müller até a rua Pará, já no Nova Várzea Grande. “Esse trecho, já bastante movimentado, estará intensificado pelo acesso obrigatório de veículos pesados como caminhões e ônibus. Por isso esse trabalho prévio precisou ser de fato muito bem feito, para não tornar a rotina residencial mais impactada ainda”.

A OBRA – Várzea Grande está concretizando seu novo corredor comercial com o avanço das obras de duplicação da Avenida Filinto Müller. A obra – a de maior peso estruturante da região metropolitana do Vale do Rio Cuiabá, vai interligar a região oeste de Várzea Grande com o Centro e cria um novo Rodoanel com a Rodovia Imigrantes/Avenida Júlio Campos/Rodovia Mário Andrezza.

Dos R$ 24 milhões orçados para a conclusão da duplicação da avenida, R$ 15 milhões já foram investidos. Da demanda total, R$ 3,5 milhões são de contrapartida do Município.

O secretário Luiz Celso de Moraes explica que o projeto de duplicação prevê ciclo faixa, pista de caminhada, iluminação em LED, canteiro central e calçadas, “Na prática estamos estabelecendo uma nova ponte de integração com a região norte da cidade. Queremos impedir que uma nova parte da cidade de Várzea Grande, o Grande São Mateus, seja seccionado como aconteceu com o Aeroporto Marechal Rondon em relação ao Grande Cristo Rei”.

Fonte: Assessoria

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Várzea Grande

Experiência para reeducandos será colocada em prática em Várzea Grande

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Várzea Grande vai participar de projeto que visa a recuperação dos reeducandos do Sistema Prisional de Mato Grosso, abrindo perspectivas para geração de emprego e renda para aqueles infratores da lei que estão cumprindo pena.
Menos de um em cada cinco presos (18,9%) trabalha hoje no país. O percentual de presos que estudam é ainda menor: 12,6%. Levando em conta os 737.892 mil presos do sistema (incluindo os em regime aberto), 139.511 exercem algum tipo de atividade laboral. São 92.945 os que estudam.
Em audiência com a prefeita Lucimar Sacre de Campos e com o senador Jayme Campos, o desembargador Orlando de Almeida Perri, supervisor do grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e o juiz da Vara de Execuções Penas, Geraldo Fidelis, apresentaram propostas para geração de emprego e renda e oportunidade para os reeducandos.
Um presidiário tem um custo anual da ordem de R$ 70 mil, enquanto as despesas com um trabalhador reeducando e as vantagens asseguradas a ele representaria um valor estimado da ordem de R$ 12 mil/ano, informaram os membros do Poder Judiciário de Mato Grosso.
“Temos resultados mais do que positivos em relação ao trabalho daqueles infratores da lei que deixam de lado o crime para se tornarem cidadãos de bem e poderem no futuro retornarem ao convívio social”, disse o desembargador Orlando de Almeida Perri, sinalizando que o Poder Judiciário assim como a Fundação Nova Chances são os elos com os demais parceiros na definição daqueles infratores que poderão usufruir do trabalho para remissão de suas penas.
A ideia é que a Prefeitura de Várzea Grande utilize a mão de obra de reeducandos na execução de serviços importantes para a cidade e sua gente e também promovam junto a empresas prestadoras de serviço que parte dos trabalhadores também aproveitem a mão de obra, permitindo assim a reintegração dos mesmos, durante o cumprimento de suas penas a atividades importantes.
O juiz da Vara de Execuções Penais, Geraldo Fidélis, lembrou que em várias cidades de Mato Grosso e até mesmo do Brasil, este tipo de mão de obra está sendo aproveitada de várias maneiras e com resultados positivos não apenas para o Poder Público, mas também para a sociedade e para a família dos infratores.
“O princípio do Sistema Penal é permitir a ressocialização, permitir que aqueles que cometeram crimes de menor poder ofensivo possam se recuperar e voltar ao convívio de todos. O Sistema Penal existe para assegurar que aqueles que desrespeitaram as leis, possam ser punidos cumprindo suas penas e possam novamente voltar a normalidade da vida”, disse Geraldo Fidélis.
Além da contratação de mão de obra de forma direta ou indireta, a prefeita Lucimar Sacre de Campos determinou o estudo para possibilidade de capacitação profissionais de reeducandos e até mesmo a implantação de uma fábrica de bloquetes e pavers de concreto para urbanização de calçadas, ruas, avenidas, unidades escolares e praças.
“Recebemos diversas propostas apresentadas pelo desembargador Orlando de Almeida Perri e pelo juiz Geraldo Fidélis e vamos colocar as mesmas em prática para atender a demanda existente, lembrando que compete ao Poder Público em todas as esferas definir políticas públicas que atendam a todos, inclusive aqueles que necessitam ser reintegrados ao convívio social”, explicou Lucimar Sacre de Campos.
O que mais atrai os gestores públicos, além da possibilidade de ajudar os infratores, são os custos reduzidos, já que legislação federal torna essas atividades desonerada de impostos, além da não incidência nos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF.
Para o senador Jayme Campos, toda e qualquer política pública ou mesmo privada que permita se promover a recuperação e reintegração de pessoas que por algum motivo infringiram a lei, é bem vinda, ainda mais pelo alto custo que um detento gera para a gestão pública que já demonstrou ter a possibilidade de reintegrar alguns com boas práticas.
“Boas práticas, só necessitam ser colocadas em prática e se temos a possibilidade de contribuir, de ajudar, vamos fazê-lo”, assegurou o senador Jayme Campos se colocando a disposição para apresentação de novas propostas junto ao Congresso Nacional para aperfeiçoar ainda mais instrumentos que ajudem na recuperação daqueles que cometeram infrações que são passíveis de serem corrigidas.
Tanto a prefeita Lucimar Sacre de Campos quanto o senador Jayme Campos garantiram apoio as iniciativas do Poder Judiciário e também vão abrir perspectivas junto a iniciativa privada para que a mesma se sinta estimulada a participar, garantir mão de obras para os egressos do Sistema Prisional entre outros mecanismos como legislação específica para atender as demandas.

Redação

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