conecte-se conosco


Política MT

Dr. Leonardo é nomeado tesoureiro nacional do Solidariedade

Publicado

em

O deputado federal Dr. Leonardo assumiu o cargo de 1º tesoureiro da executiva nacional do Solidariedade, em reunião realizada em São Paulo, nesta quinta-feira (15.08) para discutir e planejar os passos do partido para o segundo semestre deste ano e projetar as metas até 2026. Ao lado da bancada de parlamentares na Câmara dos Deputados e diversas lideranças nacionais, o parlamentar traçou metas para dobrar o número de prefeitos e vereadores  em Mato Grosso.

“Tenho percorrido Mato Grosso, em primeiro lugar, como deputado federal Câmara Federal, fiscalizando e debatendo. Aproveitamos também para convidar mais pessoas para o Solidariedade. É impressionante como existe gente disposta a entrar na política, participar da construção das políticas públicas. Já passei por 35 cidades neste primeiro semestre e teremos muitos candidatos fortes no próximo pleito eleitoral”, afirmou Dr. Leonardo.

Atualmente o Solidariedade conta com 61 vereadores, quatro vice-prefeitos e quatro prefeitos em Mato Grosso, entre eles o prefeito Zé do Pátio, segunda maior economia de Mato Grosso, Rondonópolis.

Na reunião em São Paulo também foram tratadas mudanças estatutárias para tornar o Solidariedade um partido cada vez mais moderno e antenado com as exigências da sociedade brasileira. Também esteve em pauta o planejamento para as eleições municipais de 2020.

“O Solidariedade é um partido jovem e queremos manter isso, a sintonia com a população, com os anseios do cotidiano. Por isso não podemos ficar engessados, precisamos de mudanças estatutárias para atualizar o partido de acordo com sua bancada”, disse o deputado.

O encontro também debateu os projetos Lidera+ e PoliticAção, que são cursos de formação de pessoas para o ano eleitoral que está chegando. Essas iniciativas prepararão os candidatos para os desafios eleitorais do próximo ano.

Ficou decidido que na próxima semana os deputados federais do Solidariedade se reunirão em Brasília para discutir a reforma tributária e preparar propostas para ela ser justa à população.

Fonte: Assessoria

Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Política MT

Reforma da Previdência pode ser votada em 1º turno nesta terça-feira

Publicado

em

A reforma da Previdência terá um capítulo decisivo nesta semana. Está marcada para a próxima terça-feira (24), no plenário do Senado, a votação em primeiro turno da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma. Segundo parlamentares, o clima é favorável a uma aprovação.

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet (MDB-MS), disse que a reforma da Previdência está “blindada”. Pela manhã, será votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o relatório referente às emendas recebidas em plenário. Após, a PEC para o plenário. A expectativa é cumprir o calendário, votando em segundo turno no dia 10 de outubro.

“Na semana seguinte, começarmos a votação em segundo turno. Em 10 de outubro, temos condições de entregar para o Brasil a reforma da Previdência”, disse Tebet.

Na primeira passagem da reforma pela CCJ, o relator da PEC, Tasso Jereissati (PSDB-CE), leu e submeteu seu parecer à comissão, que foi aprovado por 18 votos a 7 e levado ao plenário. No plenário, foram realizadas cinco sessões de discussão do tema.

Nem todas as sessões reservadas à reforma tiveram um quórum alto. Em algumas, poucos senadores pediram espaço para fala. O deputado Paulo Paim (PT-RS) pediu alteração das regras de aposentadoria especial, para profissões danosas à saúde e  mudanças nas regras de pensão por morte.

Em seu relatório, referente às emendas de plenário, Jereissati rejeitou 76 emendas recebidas no plenário do Senado que poderiam modificar a proposta e obrigar a volta do texto à análise dos deputados. O relator, no entanto, mudou a redação sobre o ponto que trata da criação de uma alíquota de contribuição mais baixa para os trabalhadores informais.

Cientes de que o relator não fará mudanças que provoquem a volta do texto à Câmara, alguns senadores jogam suas fichas na chamada PEC Paralela. A PEC, também relatada pelo tucano, promete trazer regras mais benéficas aos trabalhadores e foi criada para evitar alterações na PEC principal e, consequentemente, possibilitar uma aprovação em outubro.

A expectativa de Jereissati e Tebet é que haja uma diferença de 15 dias entre as votações da PEC original e as votações da paralela. No caso dessta, porém, a aprovação definitiva ainda levará tempo, uma vez que ainda precisa ser apreciada pela Câmara dos Deputados.

Continue lendo

Artigos

Polícia

Política MT

Várzea Grande

Cuiabá

Mais Lidas da Semana