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Política MT

Dirigente do PSL protesta contra intervenção de Barbudo no diretório de Cuiabá

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O presidente regional do PSL, deputado federal Nelson Barbudo, decidiu intervir no diretório da sigla na capital. O deputado proibiu o atual presidente da comissão provisória do partido, o líder comunitário Emidio de Souza de se manifestar como dirigente da sigla em Cuiabá.

Souza afirma que foi proibido por Barbudo de falar em nome do partido.

Antes da intervenção em Cuiabá, o ex-deputado federal Victório Galli, destituiu o diretório de Várzea Grande e nomeou pessoas ligadas ao seu grupo para comandar o partido na cidade.

Galli, já havia anunciado que todos os diretórios do Estado sofreriam intervenção em reunião realizada em Várzea Grande no mês de fevereiro,

Os filiados alegam “traição” e dizem que levaram uma rasteira.

Revoltado, Emídio que participou da reunião em Várzea Grande e foi “barrado” por Barbudo, no último sábado (13), fez um post em sua página no facebook, pedindo que os filiados compartilhem para que chegue ao conhecimento do presidente da República, Jair Bolsonaro e do presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, os encaminhamentos dados pelos dirigentes no Estado.

 

Souza ainda alfinetou o deputado, dizendo que ninguém se elege sozinho e que o federal foi eleito devido o coeficiente eleitoral com a soma dos votos de outros filiados,  arregimentados pelo líder quilombola, que não aceitou coligação com outros partidos.

 

 

VEJA NOTA DE EMIDIO

Sou EMÍDIO DE SOUZA, um dos FUNDADORES do PSL/MT/BRASIL filiado desde 16/07/1997.

A primeira LIDERANÇA QUILOMBOLA do BRASIL a manifestar apoio à candidatura de JAIR BOLSONARO para a Presidência da República (VEJAM ESSE VÍDEO), num momento que ele estava sendo atacado como racista, fato que demonstrei não ter fundamento.

PUBLICAMENTE venho manifestar INDIGNAÇÃO, posto que, fui proibido de falar em nome do PSL/MT a partir de 13/04/2019 pelo atual Presidente Provisório Estadual NELSON BARBUDO, o Deputado Federal eleito devido ao coeficiente eleitoral com a soma dos votos que tiveram os meus companheiros filiados, a maioria arregimentados por mim, Emídio de Souza, dado ao meu conhecimento como dirigente partidário de longa data, cujo objetivo de CHAPA PURA foi de não deixar o nosso PSL servir de escada para outros Partidos.

Ninguém foi eleito sozinho, apesar da onda Bolsonaro na qual muitos surfaram, e depois de assumirem esqueceram os compromissos que almejavam o futuro crescimento partidário, entretanto, implantaram coronelismo e nepotismo no nosso PARTIDO LIBERAL, agremiação que prima pela DEMOCRACIA, numa clara violação das normas estatutárias com agressivo atentado às aspirações dos filiados e da população brasileira.

COMPARTILHEM esta postagem para chegar até o Presidente JAIR BOLSONARO e de LUCIANO BIVAR, Presidente do PSL/BRASIL, eles precisam saber como os Dirigentes do PSL/MT estão me destratando, um dos FUNDADORES do PSL/BRASIL, agindo contra as bases aqui em Mato Grosso, prejudicando o crescimento do PSL nas ELEIÇÕES MUNICIPAIS de 2020.

 

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Parabéns Emídio de Souza, nós sabemos do vosso trabalho e da sua luta. O senhor tem seus méritos.

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Parabéns Emídio de Sousa

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Governo de MT estuda demissões de servidores efetivos em estágio probatório

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O governo estadual disse na sexta-feira (24) que não descartaria a possibilidade de demitir servidores em estágio probatório para conseguir equilibrar as contas públicas. Segundo o secretário Estadual de Fazenda, Rogério Gallo o executivo poderá adotar a providência que é permitido Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

De acordo com o secretário a situação econômica do estado é preocupante e o governo tem estudado alternativas para cumprir a LRF e a determinação do Ministério Público Estadual (MPE) de que haja controle rígido das despesas.

“Desde o início do ano, o governo tem comunicado a sociedade que nós temos que ter um equilíbrio nos gastos públicos”, reforçou.

Segundo Rogério, o governo não tem a intenção de demitir servidores. Entretanto é uma possibilidade, caso não haja outras alternativas.

“Essa é uma das possibilidades que a lei coloca. Tenho dito que isso não é desejável e não é o que o governo quer. Nós vamos adotar todas as medidas antes de chegar a algo tão contundente quanto isso”, afirmou.

Gallo comentou ainda que não adianta fazer gasto exclusivamente em pessoal e deixar as despesas de manutenção de hospitais, escolas, estradas em segundo plano. E reafirmo que além do controle de gastos relacionados aos servidores públicos, vem ponderando em outras áreas que também são fundamentais.

Caso as demissões sejam necessárias, seriam de servidores contratados e efetivos em estágio probatório. A medida teria um impacto de R$ 800 milhões na folha de pagamentos que, atualmente, está acima do previsto na LRF.

“Essa controle de gastos é como fazemos na economia doméstica, em casa. E mesmo que exonerássemos servidores efetivos em estágio probatório, talvez nós não conseguíssemos reduzir o gasto do poder executivo”, declarou ele.

O secretário explicou que, caso o governo opte por demitir, não seria uma alternativa ilegal, mas com base no que é permitido por lei.

Por G1

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