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Polícia

DERF Várzea Grande prende ladrão de loja com mais de 10 passagens

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Leandro Antônio Assunção Marques, 34 anos, foi preso em flagrante por policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), da Polícia Judiciária Civil de Várzea Grande, por furto em lojas. O suspeito, conhecido por “Tutu”, tem mais de dez passagens policiais, registradas desde o ano de 2003, nos crimes de furto, tráfico de drogas e roubo.

A prisão em flagrante foi efetuada em Várzea Grande, na quinta-feira (10), horas após ele praticar furto com rompimento de obstáculo, na mesma loja, que já tinha subtraído produtos no dia 20 de dezembro de 2018.

O suspeito entrou pelo telhado da loja, localizada na região central de Várzea Grande, e do estabelecimento levou 45 peças de roupas, totalizando prejuízo estimado em R$ 1.200, 00. Os produtos foram vendidos na área do Zero Quilômetro, em Várzea Grande.

Em dezembro passado ele havia furtado R$ 2 mil, em mercadorias da mesma loja, além do dinheiro do caixa. Ele foi reconhecido pela proprietária da loja.

Durante interrogatório, o suspeito afirmou ser usuário de drogas e confessou ter furtado duas vezes a loja. Sobre o furto de  quarta-feira (09) disse que vendeu as peças para travestis da área do Zero Km. Ele também contou que usou o dinheiro para comprar entorpecente.

Diante da conduta reiterada, o suspeito foi autuado por furto e permanece sob custódia do Sistema Prisional.

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Setor de Desaparecidos pede ajuda para localizar parentes de mulher

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Maria Lourenço Henride da Silva, 46 anos, procurou o Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), da Polícia Judiciária Civil, em Cuiabá, pedindo ajuda para encontrar sua mãe ou outro parente.

A mãe, que supostamente se chama Saturnina da Silva, nunca conheceu. “Quero encontrar meus pais. Quero encontrar minha mãe ou algum parente, um irmão, um primo, avó, tio. Alguém que seja do meu sangue. Tenho essa idade e até hoje não consegui descobrir quem são meus parentes. Quero saber minha origem”, contou.

Ela pouco se lembra de sua infância e juventude. Foi criada em casas de famílias, passou por lares assistenciais e também ficou internada na antiga Fundação Centro de Atendimento Socieducativo ao Adolescente (Febem).

“Fui criada na casa de famílias boas e na Febem. Tive o azar de não ser adotada por ninguém. Tanto é que minha certidão de nascimento foi feita quando eu tinha 14 anos, através dos exames que fazem das mãos (papiloscopia), dai que me deram um nome, uma idade, uma nacionalidade e o nome de uma suposta mãe, Santurnina  da Silva, mas eu não sei se é, de onde é”, fala. “Não tenho lembranças de rosto, de nome, de cidade, de nada”, complementa.

Maria Lourenço conta que já morou em São Paulo com uma família, que depois foi para Brasília, onde sofreu violência doméstica. “Dai eu fugi dessa casa e tive problemas e conheci um homem na rua (…) quando engravidei”, afirma.

Maria Lourenço Henride da Silva hoje mora no bairro Três Poderes, em Cuiabá ,  é mãe de quatro filhos.

Parentes dela podem estar morando na região de Cáceres ou na Baixada Cuiabana. Qualquer informação que possa ajudar na localização de paredes dela podem ser encaminhadas ao Setor de Desaparecidos da Polícia Civil no telefone (65) 3901-4823 ou (65) 9 9982-7766 (Whatsapp).

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