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“DEM oficializará convite para Roberto França se filiar a sigla”, afirma Botelho

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), afirmou durante entrevista ao programa Estúdio Band, na noite desta terça-feira (20), que não disputará eleição para prefeitura em nenhum município, como vinha sendo cogitado nos bastidores.

Botelho jogou um “balde de água fria” nos correligionários que acreditavam em sua disposição em  concorrer ao Palácio Alencastro ou ao Couto Magalhães.

 

O deputado adiantou que o Democratas terá candidato em Cuiabá, inclusive analisa os nomes do ex-deputado federal Fábio Garcia, do Secretário de Comunicação do Governo Mauro Mendes, Mauro Carvalho, do secretário de Estado de Fazenda Rogério Gallo.

Conforme, o presidente, a cúpula do partido estará reunida na noite de hoje para formalizar o convite de filiação ao ex-prefeito de Cuiabá e apresentador do programa Resumo do Dia, Roberto França, sem a certeza de que será candidato em 2020.

“Vamos chamar o Roberto França, o convite será feito após uma reunião do diretório, esperamos que ele aceite, mesmo com a filiação, não podemos garantir que ele será nosso candidato a prefeito em Cuiabá”, declarou.

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Reforma da Previdência pode ser votada em 1º turno nesta terça-feira

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A reforma da Previdência terá um capítulo decisivo nesta semana. Está marcada para a próxima terça-feira (24), no plenário do Senado, a votação em primeiro turno da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma. Segundo parlamentares, o clima é favorável a uma aprovação.

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet (MDB-MS), disse que a reforma da Previdência está “blindada”. Pela manhã, será votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o relatório referente às emendas recebidas em plenário. Após, a PEC para o plenário. A expectativa é cumprir o calendário, votando em segundo turno no dia 10 de outubro.

“Na semana seguinte, começarmos a votação em segundo turno. Em 10 de outubro, temos condições de entregar para o Brasil a reforma da Previdência”, disse Tebet.

Na primeira passagem da reforma pela CCJ, o relator da PEC, Tasso Jereissati (PSDB-CE), leu e submeteu seu parecer à comissão, que foi aprovado por 18 votos a 7 e levado ao plenário. No plenário, foram realizadas cinco sessões de discussão do tema.

Nem todas as sessões reservadas à reforma tiveram um quórum alto. Em algumas, poucos senadores pediram espaço para fala. O deputado Paulo Paim (PT-RS) pediu alteração das regras de aposentadoria especial, para profissões danosas à saúde e  mudanças nas regras de pensão por morte.

Em seu relatório, referente às emendas de plenário, Jereissati rejeitou 76 emendas recebidas no plenário do Senado que poderiam modificar a proposta e obrigar a volta do texto à análise dos deputados. O relator, no entanto, mudou a redação sobre o ponto que trata da criação de uma alíquota de contribuição mais baixa para os trabalhadores informais.

Cientes de que o relator não fará mudanças que provoquem a volta do texto à Câmara, alguns senadores jogam suas fichas na chamada PEC Paralela. A PEC, também relatada pelo tucano, promete trazer regras mais benéficas aos trabalhadores e foi criada para evitar alterações na PEC principal e, consequentemente, possibilitar uma aprovação em outubro.

A expectativa de Jereissati e Tebet é que haja uma diferença de 15 dias entre as votações da PEC original e as votações da paralela. No caso dessta, porém, a aprovação definitiva ainda levará tempo, uma vez que ainda precisa ser apreciada pela Câmara dos Deputados.

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