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Política Nacional

Davi Alcolumbre é o novo presidente do Senado

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Geraldo Magela/Agência Senado

Com 42 votos, o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) foi eleito hoje (2) em primeiro turno presidente do Senado. O principal opositor de Alcolumbre, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), retirou a candidatura na tarde de hoje.

Senador de primeiro mandato, Alcolumbre teve uma atuação discreta nos primeiros quatro anos de mandato no Senado. Na disputa pelo comando da Casa, revelou-se um hábil articulador, congregando os adversários de Renan Calheiros e os aliados do governo federal.

O novo presidente contou com o apoio do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, também filiado ao DEM.

Aos 41 anos, o senador estreou na política no início deste século. Foi vereador em Macapá, três vezes deputado federal e chegou ao Senado em 2015. Nas eleições de outubro passado, concorreu ao governo do Amapá e ficou em terceiro lugar.

É um dos mais jovens senadores a assumir a presidência da Casa.

Eleição

A eleição para a presidência do Senado foi marcada por um embate sobre se a votação seria aberta ou secreta. Ontem (1º), após cinco horas de sessão, a maioria dos parlamentares decidiu pelo voto aberto. Mas uma decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli determinou que a votação deveria ser secreta.

A eleição foi feita em cédulas e teve que ser realizada duas vezes, pois na primeira apuração foi encontrada uma cédula a mais na urna. Após ser suspensa ontem, a sessão começou hoje por vota das 12h.

 

Fonte: Agência Brasil

Política Nacional

Projeto de Emanuelzinho garante reposição da inflação entre a União e os prefeitos

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  Cada vez mais a conta dos serviços de maior interesse da população como saúde, educação e infraestrutura, recai sobre os prefeitos. E assim, para resolver as demandas dos munícipes, os prefeitos fazem romaria a Brasília para conseguir mais recursos e atender as demandas da população. Nos ministérios, com o apoio de deputados, eles conseguem parcerias com a União: são os famosos convênios – verbas extras, com finalidade pré-definida, para amenizar os problemas.

A questão é que a União, de acordo com sua vontade, pode liberar ou não os recursos que prometeu aos prefeitos. Ou pode liberar apenas quando achar conveniente. Esse poder concentrado em Brasília é altamente prejudicial aos prefeitos e ao cidadão. Uma vez que o repasse atrasa, com a mesma verba já não é mais possível garantir o mesmo investimento por causa da inflação – de novo, o povo sai prejudicado.

Para mudar essa realidade, o deputado federal Emanuel Pinheiro Neto protocolou um projeto para mudar essa realidade: de acordo com a proposta, se a União atrasar o repasse dos convênios, ela deverá corrigir o valor acordado pela inflação, tudo para garantir o poder de compra e a qualidade dos serviços que os prefeitos poderão oferecer à população.

“Muitas vezes o valor acertado nos convênios, quando é repassado após determinado lapso temporal, já não corresponde ao mesmo potencial de compra e investimento que o município tinha um ano atrás”, afirma o deputado Emanuel Pinheiro Neto.

E complementa:

“A gente propõe esse projeto de lei para que se possa garantir a maior margem de investimento aos municípios do Brasil”.

Na justificativa formal do projeto, o deputado deixa claro que a medida favorece ao cidadão e, ao mesmo tempo, não é danosa ao erário da União. Considerando que, cada vez mais, Brasília tem repassado para os municípios a responsabilidade de atender as demandas básicas da comunidade – em 2017, de acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), existiam 392 Programas Federais sendo executados pelos municípios– é justo que o governo federal assuma o compromisso de repassar as verbas dentro do prazo de contrato.

É importante destacar que, quase sempre, a União atrasa repasses sob o argumento de que é preciso cumprir as metas fiscais de cada ano. Ou seja: a questão não é financeira, é apenas contábil.

Texto de: Adriano Barcelos

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