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Curso sobre culinária saudável acontece na capital neste sábado (17)

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Você consome muitos alimentos industrializados, todos os dias?

Essa é uma pergunta que grande parte das pessoas responde positivamente. E, segundo a médica e diretora da Clínica Longevittá, dra. Juliana Lobato, isso é preocupante.

“A alimentação industrializada é, antes de tudo, perigosa. O impacto dela no corpo, a longo prazo, é catastrófico!” – alerta a dra. Juliana.

Em contraponto à recomendação clínica, a alimentação brasileira tem uma base grandemente industrializada – o que contribui para o aumento do índice de sobrepeso nos adultos, que já ultrapassa os 60%.

Foi observando esse, e outros dados, que a Longevittá está organizando um workshop prático, com enfoque em alternativas de culinária natural para a correria do dia a dia.

O curso, com duração de 3 horas, pretende ensinar aos participantes receitas práticas, deliciosas e 100% naturais.

“É importante que as pessoas saibam que a alimentação natural não está, obrigatoriamente, atrelada à falta de sabor ou exige uma grande habilidade na cozinha. Existem receitas naturais de todos os tipos.”, conclui a diretora da clínica.

O curso Culinária Saudável e Funcional: Módulo Básico acontece nesse sábado (17), das 8h às 12h da manhã, no endereço da clínica, e contará com a presença da renomada chef de cozinha Andréa Pinzon.

Mais informações podem ser encontradas nas redes sociais e no site da clínica. Inscrições devem ser realizadas pelo número (65) 3623-0004 ou pelo WhatsApp: (65) 8119-5914.

Wellbe Assessoria

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Economia

Governo mantém isenção de ICMS aos produtores de café de Mato Grosso

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O governador Mauro Mendes assinou nesta quinta-feira (15.08) o decreto que ratifica a cobrança diferida do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o café cru, em coco ou em grão, postergando a cobrança do imposto sobre o estabelecimento que realizar a última revenda do grão. Em outras palavras, o produtor que vender seu café para a indústria local não vai pagar ICMS.

O diferimento já era previsto pelo Decreto nº 2.212, de 20 de março de 2014, e apenas recebeu um ajuste textual em sua legislação. As alterações foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (16.08) e entram em vigor a partir da data de publicação. As mudanças trazem segurança jurídica e incidem diretamente sobre os produtores da agricultura familiar, responsáveis em 100% pela produção de café no Estado.

“Não podemos ser obstáculo para quem quer trabalhar e gerar renda em Mato Grosso. Atendemos a demanda do setor cafeeiro por entendermos sua coerência, e por entender que seja obrigação do Governo do Estado desburocratizar e simplificar o crescimento dessa importante cadeia produtiva, desenvolvida principalmente pelos nossos agricultores familiares. Tudo sempre dentro da ética e da transparência com que temos conduzido nosso trabalho para o incentivo dos setores produtivos do Estado. Certamente teremos mais empregos e renda distribuída entre os elos que compõem essa importante cadeia”, enfatizou o governador.

Representantes do setor cafeeiro de Colniza, acompanhados do secretário de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Silvano Amaral, chegaram a se reunir com o secretário de Fazenda, Rogério Gallo, para ponderar sobre a necessidade de alterações no decreto. A preocupação era de que a ambiguidade trazida em parte do texto, pudesse acarretar a cobrança indevida do tributo, inviabilizando o setor cafeeiro.

O titular da Seaf destacou que a adequação da legislação trabalha para o incentivo da economia e estímulo ao aumento da produção no Estado. “A máquina pública não pode atrapalhar quem quer produzir e a desburocratização é uma das prioridades da gestão”, pontuou Amaral.

Além de se reunir com o Governo do Estado, os produtores também buscaram apoio junto ao deputado federal Carlos Bezerra (MDB) e ao presidente da Assembleia Legislativa Eduardo Botelho (DEM), que se comprometeram em avaliar a criação de uma Câmara Setorial Temática  para o fortalecimento das políticas de incentivo que envolvem o setor cafeeiro.

INCENTIVO À CAFEICULTURA – O Governo se prepara para investir na implantação de 125 unidades demonstrativas de café. A meta do Programa MT Produtivo – Café é estimular o plantio de cultivares geneticamente mais resistentes e mais produtivos, saindo de uma produtividade média de 14 sacas por hectare para até 70 sacas. Hoje, Mato Grosso está entre os 10 maiores produtores do país. O objetivo da Seaf é fazer do Estado destaque nacional na produção do grão.

CAFÉ EM MATO GROSSO – Colniza possui cerca de 15 mil hectares de área dedicada à cafeicultura, sendo responsável por 53% de todo café produzido em Mato Grosso. O município é referência na produção do grão e no manejo de cultivares de alta performance. A expertise dos produtores tem permitido a colheita de até 65 mil sacas limpas de café ao ano, o que representa a economia de boa parte dos mais de 6,5 mil agricultores familiares do município. No ranking de produção do café, Colniza é seguida por outros 27 municípios produtores, com destaque para Juína, Nova Bandeirantes, Aripuanã e Cotriguaçu, que juntos colhem 2.241 toneladas.

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