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Esportes

Cuiabá receberá etapa nacional de campeonato de Hard Enduro

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Prova vai gerar impactos na economia e no turismo

Como o próprio nome sugere, Hard Enduro significa ação extrema em locais iguais. A corrida de motocross off road mistura endurance (provas de longa duração) com trials (escalada de pedras), coragem e certo sadismo dos competidores. A modalidade começa a ganhar popularidade no Brasil e chega à Cuiabá em julho, com provas realizadas no Parque Tia Nair.

O local foi definido na sexta-feira (10), durante reunião entre organizadores do Cuiabá Hard Enduro, Willians Kauffman e Gustavo Furlaneto, o vice-prefeito, Niuan Ribeiro e secretário de Cultura, Esporte e Turismo, Francisco Vuolo.

De acordo com Willians, a prática ainda está concentrada nos Estados de São Paulo e Minas. Contudo, a vitória do mato-grossense Gustavo Furlaneto no campeonato brasileiro de 2018 voltou as atenções para cá. “No ano passado fizemos a primeira edição aqui e o objetivo é difundir o esporte aqui e no interior do Estado.”

Os atletas se encontram periodicamente no Coxipó do Ouro nos sábados e domingo a partir de 8h da manhã. É aberto para quem quiser participar. “Sempre vai ter algum piloto experimente para dar as primeiras indicações.”

A quarta etapa do campeonato nacional acontece nos dias 13 e 14 de julho, na Capital. Barão de Cocais-MG, Socorro-SP e Ozório-RS, sediaram as três as primeiras fases da competição. Depois daqui, o campeonato segue ainda para as pistas de Morungapa-SP e Poços de Caldas-MG.

Gustavo explica que o primeiro dia de provas é chamado de prólogo. É a partir dele que se define os posicionamentos de largada do segundo dia. A estimativa é de que o evento atraia 150 pilotos, o dobro da média registrada no último ano.

“É preciso considerar o impacto deste número no turismo e serviços na cidade, uma vez que cada piloto vem acompanhado por um mecânico e muitos trazem a família. Sendo assim, esperamos receber cerca de 500 pessoas para a competição”, diz Gustavo.

Niuan lembra que o esporte concentra atletas de poder aquisitivo médio e alto, o que também deve ser considerado para se entender o impacto na economia.

“Tudo isso converge com a proposta do prefeito, Emanuel  Pinheiro, de trazer dinheiro de fora para circular aqui, aquecer o comércio de bares, restaurantes e demais setores, além é claro de contribuir com o esporte. Existe ainda uma parte social nesse projeto, que é a visita às escolas, na qual as crianças conhecem as motos, os equipamentos.”

Vuolo avalia que a realização do Rally Ecológico, na abertura da comemoração dos 300 anos trouxe resultado positivo e apresentou alta adesão.

“Agora por iniciativa do vice-prefeito, estamos trazendo de forma exclusiva o evento para Cuiabá. O objetivo é consolidar a Capital neste circuito, fazendo com que atraiamos pilotos não só do nosso país, mas, por estarmos no centro geodésico da américa do sul, fazermos um elo de integração com os países sul-americanos.

Portanto, por meio do turismo e do esporte radical, vimos essa possibilidade de integração. Isso potencializa o turismo, há atrações voltadas para o esporte radical nas proximidades de Cuiabá, como em Nobres, Jaciara e no Pantanal. Isso por si só já faz da cidade uma grande atração.”

Segundo o secretário em outros países o evento chega a receber 2000 participantes. “Em relação ao espaço escolhemos um local que cause o menor impacto possível ao trânsito. O parque é um espaço que agrega essa questão e ao mesmo tempo oferece uma beleza natural que é um atrativo a mais”, finaliza.

Fonte: Assessoria

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Ex-jogador da seleção é preso durante jogo no Mané Garrincha, em Brasília

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Uma operação da Polícia Civil no Distrito Federal prendeu durante a tarde deste sábado (25) o ex-jogador do Fluminense e da Seleção Brasileira, Roni. A prisão foi durante o jogo entre Botafogo e Palmeiras, no estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Também foi detido o presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal, Daniel Vasconcelos. As prisões ocorreram após dois anos de investigação sobre um grupo criminoso especializado em fraudar o erário na realização de jogos de futebol.

Há suspeitas de inclusão de dados falsos no borderô, que são os boletins financeiros das partidas. Os advogados dos suspeitos não quiseram falar sobre as prisões.

Segundo os investigadores, o grupo informava um valor de arrecadação menor para pagar menos impostos e um aluguel menor pelo estádio Nacional Mané Garrincha, na capital. A prisão, comandada pela Coordenação Especial de Combate ao Crime Organizado da Polícia Civil do DF, envolveu cerca de 150 policiais e foi feita em um dos camarotes do estádio.

Fraude pode envolver outras cidades

De acordo com o delegado Leonardo de Castro, da Coordenação Especial de Repressão ao Crime Organizado, à Corrupção, aos Crimes contra a Ordem Tributária e aos Crimes contra a Administração Pública, o alvo da investigação é um grupo de empresários, funcionários de empresas e pessoas ligadas ao esporte que, segundo a polícia, fraudava o fisco e recolhia menos impostos.

O ex-jogador Roniéliton Pereira dos Santos, o Roni, é dono de uma empresa que promove jogos e vende os ingressos. Roni teria comprado partidas dos clubes e levado para “outras praças”, como Brasília.

No Mané Garrincha, conforme o delegado, o ex-jogador tinha o apoio do presidente da Federação de Futebol do DF, Daniel Vasoncelos.

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