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Com queda de torre de energia, rodovia no Ceará permanece interditada

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O Anel Rodoviário de Fortaleza permanece interditado por causa da queda de uma torre de transmissão de energia após ataque criminoso que explodiu uma bomba na base de apoio da estrutura, informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O trecho interditado, onde a fiação de alta tensão caiu sobre a pista, fica no quilômetro 423 da BR-020, perto da Cerbras, no município de Maracanaú, na região metropolitana de Fortaleza. Equipes da PRF estão no local.

A PRF orienta os motoristas a evitarem o trecho entre a BR-116 e a rotatória da Ceasa. Equipes de técnicos da Chesf e da Enel Distribuição Ceará ainda trabalham no local. Não há previsão para conclusão dos trabalhos, e, consequentemente, a liberação da rodovia.

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Rodovia é interditada no Ceará após queda de torre de energia alvo de ataque criminoso – PRF/Divulgação

A Polícia Militar do Ceará informou que os ataques a torre de transmissão de energia e a uma concessionária de veículos ocorreram na madrugada deste sábado (12). O estado entrou no 11º dia seguido de ataques atribuídos a facções criminosas.

De acordo com a PM, a torre de transmissão teve a base explodida na cidade de Maracanaú, região metropolitana de Fortaleza, e caiu. Em função do ataque, moradores relataram queda de energia nas regiões próximas. Na capital cearense, por volta das 5h, uma explosão atingiu o pátio de uma concessionária e danificou veículos que estavam expostos para venda.

Torre, Crimes, Fortaleza, Ceará
Torre de transmissão de energia cai no Ceará após ataque criminoso – Paulo Whitaker/Reuters/Direitos reservados

Segundo a Secretaria de Segurança do Ceará, 319 pessoas foram presas até o momento. Todas elas autuadas em flagrante por participação nos atos criminosos registrados no estado desde o dia 2 de janeiro.

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Banco lança linha de crédito para financiamento do setor florestal em Mato Grosso

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O Banco do Brasil lança, nesta quarta-feira (20), durante um evento em Sinop, uma linha de crédito diferenciada para atender, especificamente, o setor de base florestal de Mato Grosso. A conquista é resultado de uma parceria do Banco com o Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) e a ong WWF-Brasil que há algum tempo vem discutindo a necessidade de ter um financiamento para incentivar a conservação da floresta amazônica, mediante o financiamento da cadeia produtiva do manejo florestal madeireiro sustentável.

O aporte financeiro do Banco inclui apoio para as atividades de desenvolvimento de manejo florestal madeireiro sustentável, de formação de floresta comercial, de adoção de sistemas de gestão, de projetos de modernização do parque industrial, de exportação, de implantação de sistemas de geração e eficiência energética, além de aquisição de capital de giro. Os recursos disponibilizados serão oriundos de linhas de créditos como o FCO Verde, FCO Empresarial, BNDES Finame, Proger Urbano e Proex e acessíveis aos empresários dos municípios mato-grossenses através das respectivas agências bancárias.

Para o Banco do Brasil, os produtos e serviços financeiros têm potencial de induzirem os empreendimentos à competitividade mediante o apoio ao incremento dos rendimentos e da margem de lucro, conforme a necessidade de cada empresa, considerando não só a tecnologia de processamento industrial (máquinas, equipamentos, layout, etc.), mas também, a gestão do negócio como um todo, incluindo o treinamento da mão de obra operacional e gerencial e acesso a novos mercados consumidores.

O presidente do Cipem, Rafael Mason, destaca que os instrumentos financeiros podem ser direcionados para ações que aumentem a capacidade de representatividade da cadeia produtiva, que opera segundo os preceitos legais, bem como fortaleçam a capacidade de gestão das empresas. “Essa é uma excelente notícia, aguardada com ansiedade pelos empresários do setor. Com certeza teremos um impacto muito positivo de incremento do setor com essa medida”, analisou.

Na perspectiva do WWF-Brasil, a iniciativa potencializa as ações de apoio científico (pesquisa e desenvolvimento) e de comunicação socioambiental das boas práticas do manejo florestal e da industrialização sustentável de produtos madeireiros, usando as florestas tropicais brasileiras.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Cipem

 

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