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Com possível desistência de Botelho, Hazama, Zaeli,Curvo, Rodrigo e Fabinho surgem como alternativas ao Paço Couto Magalhães

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Com uma possível desistência do deputado Eduardo Botelho (DEM), em disputar a prefeitura de Várzea Grande para lançar candidatura em Cuiabá, as articulações para a sucessão da prefeita Lucimar Campos (DEM), foram intensificadas nos bastidores.

Três vereadores correm para ganhar auxilio da família Campos e garantir apoio na disputa pelo Paço Municipal.

Rodrigo Coelho (PTB), Fábio Tardin (DEM) e Chico Curvo, já iniciaram as costuras com grupos políticos, para emplacar uma candidatura majoritária e buscam apoio dos colegas.

Rodrigo já não esconde de ninguém sua empolgação e já traçou metas para desenvolver a estrutura de campanha.

Por outro lado, Chico Curvo que deve lançar o irmão Moacir Curvo, corre por fora para massificar seu nome e ganha musculatura eleitoral.

Já o presidente da Câmara Municipal, Fábio Tardin, o Fabinho consolida seu trabalho à frente do legislativo, contratou uma equipe para cuidar tanto de sua imagem, como da imagem da Câmara.

Nos bastidores comenta-se que Coelho já tem apoio de inúmeros empresários que endossaram o nome de Rodrigo, pelo perfil atuante do petebista.

Chico Curvo busca convencer os vereadores, que sua candidatura é a ideal e Fabinho já trabalha de forma diferenciada, tentando conquistar vários públicos, por meio de redes sociais, reuniões e forte atuação no parlamento.

Apenas o vice-prefeito, teria hoje o apoio de Lucimar e Jaime Campos, para disputar a prefeitura em 2020. Hazama tem autonomia como vice e atua diretamente no Grande Cristo Rei, ventila-se que ele seria o escolhido da prefeita e do esposo senador.

O secretário de Educação Silvio Fidelis, que fez uma verdadeira revolução da educação do município é isto confere confiança, credibilidade a sua carreira política.

 

Por fora, o ex-prefeito Tião da Zaeli estaria costurando reforço da classe empresarial, caso consiga reverter as pendências judiciais e o registro de candidatura, Tião pode ser o candidato do PSDB. Do ex-governador Pedro Taques.

Fonte: Elisângela Neponuceno-MT de Fato

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Nossa e cada opcao! Misericordia.agora gostaria que o jrnal explicasse qual foi a revilucao de fidelis? Verbas federais, cerca de 80% das escolas caindo aos pedacos,pagam o pior salario da baixada.so pq Lulu inaugurou meia duzia de Cemeis quero vet manter a qulidade.

Política MT

Calúnias sobre crimes hediondos, como estupro, poderão ter pena aumentada

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Jane de Araújo/Agência Senado

A denúncia falsa sobre crimes hediondos, como estupro ou latrocínio, deverá ter punição endurecida pelo Código Penal. Um projeto de lei com esse objetivo (PL 3.462/2019) foi apresentado pelo senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e aguarda parecer do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Ao justificar a proposição, Flávio Bolsonaro aponta a gravidade de possíveis calúnias, balizadas por “argumentos pífios e desprovidos de qualquer fundamentação ou provas, com a única intenção de imputar a prática de crime hediondo à pessoa sabidamente inocente”.

Caso o projeto seja aprovado, a nova redação do Decreto-Lei 2.848, de 1940 (Código Penal), deverá prever o aumento de um terço até a metade da punição para quem se valer dessa conduta.

Em uma rede social, o senador declarou: “Denúncia caluniosa é crime grave e deve ter punição à altura. Vamos fortalecer as regras”.

Câmara

Projeto com teor parecido foi protocolado na Câmara dos Deputados. O PL 3.369/2019, do deputado Carlos Jordy (PSL-RJ), agrava a pena de denunciação caluniosa de crimes contra a dignidade sexual. Se o texto for aprovado, pessoas que fizerem acusações mentirosas sobre a prática de estupro, por exemplo, poderão ter a pena aumentada em até um terço.

A proposição foi apresentada no contexto da suposta agressão sexual que o jogador do time de futebol francês Paris Saint-Germain e da seleção brasileira, Neymar Junior, teria cometido contra a modelo Najila Trindade. Na justificativa, Jordy explica que é preciso preservar a reputação de quem é vítima de denúncia falsa.

Nas redes sociais, o apelido dado ao projeto — “Lei Neymar da Penha”, em alusão à Lei Maria da Penha, que protege mulheres vítimas de violência — tem dividido opiniões. Alguns internautas consideram a alcunha um deboche e uma ofensa ao sobrenome da mulher que deu origem ao nome da lei. Outros cidadãos consideram que “independentemente no nome”, a medida deverá ajudar a coibir condutas que podem prejudicar a vida de inocentes.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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