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Com apoio de vereadores, Botelho intensifica campanha em VG

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Prestigiado pela classe política de Várzea Grande, o presidente da Assembleia Legislativa e candidato a reeleição, deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), foi recepcionado pelos vereadores Rodrigo Coelho (PTB), que mobilizou 700 pessoas, no  buffet Cravo e Canela, no centro de Várzea Grande e pelo vereador Neni do Chimarrão (PTC), que concentrou mais de 600 moradores do bairro Jardim dos Estados, para ouvir as propostas do democrata.

A primeira reunião, organizada por Coelho, reuniu lideranças comunitárias, religiosas, jornalistas, apoiadores e moradores de vários bairros da cidade, que acompanharam um balanço do trabalho desenvolvido por Botelho em todas as regiões do Estado. Um  VT apresentado durante o evento fez uma retrospectiva do primeiro mandato e apontou os projetos que Botelho pretende lançar caso se reeleja.

Coelho enfatizou a luta do deputado para liberar emendas parlamentares que contribuíram com a administração municipal, melhorando o atendimento na saúde, Educação e  infraestrutura.

“É fácil, falar de Botelho, ele não caiu de paraquedas aqui e apareceu apenas agora no período eleitoral, ele tem serviço prestado, isto para nós é gratificante”, lembrou Coelho.

Já no bairro Jardim dos Estados, o deputado foi recebido pela prefeita Lucimar Campos (DEM), o deputado estadual José Domingos Fraga (PSD), o deputado federal e candidato a suplente do senador Jayme Campos, o deputado federal Fábio Garcia (DEM), a vereadora Gisa Barros (PSB),o ex-governador Júlio Campos e o empresário Wilson Grafite que representou o candidato a deputado federal Emanuel Pinheiro (PTB).

Lucimar pediu voto para o esposo,  Jayme Campos, falou do carinho do ex-governador pela cidade e lembrou da importância de um congressista para apoiar o município em Brasília. A prefeita revelou ainda que atingiu 87% de aprovação, na última pesquisa divulgada e que o empenho da Coligação é pela vitória do candidato Mauro Mendes ao governo no primeiro turno.

Júlio Campos convicto da vitória de Botelho, arriscou dizer que o presidente da AL/ MT pode concorrer à prefeitura de Várzea Grande na próxima eleição.

Botelho ressaltou que foi um dos deputados que mais destinou recursos para o município e sempre esteve atento aos clamores da sociedade. Com seu jeito bem humorado pediu aos que simpatizam com sua candidatura para intensificar o pedido de voto nesta reta final e prometeu trabalhar ainda mais em um eventual segundo mandato.

“Vou continuar, tratando Várzea Grande com o respeito e carinho que merece e saberei honrar cada voto em mim depositado”, finalizou.

Fonte: Redação

 

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Senado prepara-se para votar flexibilização da Lei de Ficha Limpa

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Alguns senadores tentaram aprovar hoje (19), em regime de urgência, o projeto que flexibiliza a Lei da Ficha Limpa. No entanto, o esforço esbarrou na resistência de parlamentares que discordavam da urgência e da possibilidade de reduzir o período de inelegibilidade para políticos condenados por abuso de poder econômico pela Justiça Eleitoral antes de 2010.

O relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2019, senador Dalírio Beber durante reunião da Comissão Mista de Orçamento.
O senador Dalírio Beber, autor da proposta que flexibiliza a Lei da Ficha Limpa  –  Arquivo/Agência  Brasil

Em meio a polêmicas, a discussão e votação ficaram para a amanhã (20).

Com a urgência, o projeto tem prioridade e passa na frente de outros para ser votado. O projeto que altera a Lei da Ficha Limpa foi proposto pelo senador Dalírio Beber (PSDB-SC) e já está na pauta da sessão desta terça-feira (20).

Para impedir que o assunto seja novamente discutido, são necessárias 41 assinaturas dos 81 parlamentares. O senador José Reguffe (sem partido-DF) passou parte do dia recolhendo assinaturas dos colegas. “Há uma decisão do Supremo [Tribunal Federal], já tomada, que não deve ser alterada por esta Casa, na minha opinião. Portanto, sou contra esse projeto”, afirmou Reguffe.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) disse que não havia necessidade de urgência para a proposta. Para ela, as mudanças na proposta fragilizam a Lei da Ficha Limpa. Segundo Ana Amélia, há risco de retrocesso. A senadora lembrou que a Lei da Ficha Limpa nasceu “como ação popular” e que tal iniciativa tem de ser respeitada.

Proposta

A proposta (PLS 396/2017) do senador Dalírio Beber determina que as penas previstas na lei só podem ser aplicadas a casos de condenação após a entrada da norma em vigor, em junho de 2010.

O texto foi apresentado em outubro de 2017, pouco depois de o Supremo Tribunal Federal dizer que os condenados que cumpriram os três anos de inelegibilidade poderiam disputar as eleições. Porém, pela decisão da Suprema Corte, os sentenciados deveriam cumprir oito anos de inelegibilidade.

Ao sugerir as alterações na Lei da Ficha Limpa, o senador justificou que a punição de oito anos “penaliza” a cidadania. “Um tal aumento configura, de modo inequívoco, um claro exemplo de retroatividade de lei nova para conferir efeitos mais gravosos a fatos já consumados.”

O projeto ainda precisa de parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), que deve ser dado em plenário.

*Com informações da Agência Senado

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