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Jayme e Mauro acreditam em vitória no primeiro turno

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O candidatos ao Senado da coligação “Pra Mudar Mato ”, Jayme Campos (DEM), Carlos Fávaro (PSD) e o candidato ao governo Mauro Mendes (DEM), participaram de carreata na tarde desta quarta-feira em Rosário Oeste e Nobres e afirmaram confiança na vitória de Mendes no primeiro turno.
O ex-governador Jayme Campos afirmou ter certeza da vitória do correligionário. Mauro também falou com exclusividade ao MT de Fato e revelou confiança nas pesquisas, que apontam que o ex-prefeito que deverá ser eleito no primeiro turno no próximo dia 07 de outubro. Os números mostram o democrata com percentual, em todos cenários e simulações, acima da soma de todos outros quatro adversários

Empolgados com a adesão voluntária, de moradores do município e com o crescimento contante nas pesquisas, eles percorreram ruas e avenidas, da região central, acompanhados de vereadores, coordenadores de campanhas de deputado e admiradores que aderiram ao projeto do DEM para renovar o Estado;
A militância participou em peso, da carreata e vibrou com a energia da equipe, que foi recepcionada por moradores do município e aderiram a manifestação para acompanhar os candidatos do DEM.
Há 10 dias das eleições a caravana da coligação “Pra Mudar Mato “, visita vários municípios para fortalecer, a campanha dos candidatos que estão em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, isto demonstra a confiança de todos que preparam a reta final da disputa.
Em analise realizada pelo coordenador de marketing, da campanha do candidato ao Senado Jayme Campos (DEM), Marcos Lemos, ele lembrou que historicamente no dia da eleição no Brasil e pouco mais no Mato Grosso, entre 12 e 15% dos que votam decidem na urna, no momento do voto.
” Historicamente no dia da eleição no Brasil e pouco mais no Mato Grosso, entre 12 e 15% dos que votam decidem na urna, no momento do voto, indecisos que optam por quem vai ganhar, com essa mensuração ambos tendem a crescer entre 8 a 12% liquidando a fatura no dia 7.

Fonte: Elisângela Neponuceno -MT de fATO

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Mãe solteira, Alyne Lary, conta como venceu a depressão e o preconceito

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A modelo Alyne Lary tem 29 anos e acumula uma legião de fãs nas redes sociais, que a todo tempo, a cada foto postada, elogiam sua beleza e suas curvas, o que tem atraído diversas marcas e parcerias pelo . Por trás do sucesso como modelo e de chegar a estampar a capa de uma famosa revista masculina, existe a história de uma mãe solteira, que venceu a depressão, o preconceito e hoje é um sex symbol, referencial de beleza, auto estima e empoderamento.
Alyne é nascida e criada na cidade de Chapecó, em Santa Catarina, mas precisou mudar-se para Balneário Camboriú devido à situação econômica do país: “Eu fui bancária por 10 anos, mas há dois anos atrás, quando a economia do Brasil estava no pior momento da crise, e também devido a muita pressão no ambiente de trabalho, resolvi voltar para a profissão que sempre amei, que é a de modelo. Saí do banco e vim para Camboriú, e comecei a investir meu tempo na rede social, com fotos e vídeos no Instagram. Assim, acumulei muitos seguidores e surgiu o convite para a Revista Sexy”, revela.
No passado, a modelo já foi campeã de concursos de beleza na região sul, e por isso decidiu voltar a investir na carreira de modelo. No entanto, Alyne relata que foi vítima de preconceito por essa escolha: “Após minha separação, e o fim de um casamento que durou 7 anos, tive depressão e voltar a modelar me ajudou a dar a volta por cima. Superar os meus medos e angústias foi mais um motivador para vir para Balneário Camboriú e retomar a carreira. Fui muito criticada, tanto por ser uma mulher separada e consequentemente mãe solteira, como por ter decidido abraçar a profissão de modelo”.
Alyne mudou-se com seus dois filhos em busca de uma nova vida e conta como conseguiu vencer a depressão: “meus filhos foram minha motivação, e por eles aprendi a lidar com o preconceito de cabeça erguida. Não tive apoio de ninguém. Corri atrás, me formei em gestão, paguei sozinha pelos meus estudos na faculdade, segui a carreira de bancária, mas hoje trabalho somente como modelo, e me sinto realizada”.

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