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Política MT

Câmara rejeita requerimento e impede Rogerinho de fiscalizar serviço de pintura em ruas e avenidas do município

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O vereador Rogério França Martins, o Rogerinho da Dakar, voltou a cobrar explicações sobre a qualidade das obras e serviços realizados pela empresa vencedora do processo licitatório que presta serviço ao município, por meio da Secretaria de Serviços Públicos de Várzea Grande, para pintura e sinalizações nas vias urbanas da cidade.

Dakar apresentou mais um requerimento para apurar valores pagos na aquisição de material utilizado na pintura de faixas de pedestres, ruas e avenidas, sinalizações de trânsito e nos prédios públicos do município.

O parlamentar afirma que está cansado de acompanhar serviços de pintura que não duram um mês.

“Eles passam tinta, é só ir verificar em uma semana está apagada, eu não sei de quem é a culpa, mas quero ter acesso aos dados que estou solicitando neste requerimento, peço ajuda de todos para termos nas mãos as informações solicitadas”, frisou.

Em seu requerimento 60/2019, o vereador solicita relatório discriminado dos serviços realizados, apontando todos os pontos, onde foram realizados, valores gastos, material utilizado para analisar se a empresa está cumprindo o que prevê o contrato.

 

A Câmara rejeitou por oito votos contrários e quatro abstenções,  o requerimento de Rogerinho impedindo o direito de fiscalizar, que é uma das prerrogativas do vereador.

 

 

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Emanuelzinho cobra transparência nos gastos do VLT e diz que foi boicotado em criação de comissão de fiscalização das obras

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O deputado federal, Emanuel Neto (PTB), o Emanuelzinho, usou a tribuna da Câmara Federal, na última quinta-feira (17), para criticar  a falta de transparência sobre os gastos para conclusão do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Neto disse ainda que está sendo “boicotado” e acusa o governo do Estado, de omitir ou tentar esconder informações.

Neto lembrou as centenas de cobranças que recebe da população e a ausência de dados concretos para debater com os responsáveis a melhor forma de solucionar o impasse de continuidade das obras ou a mudança para o Bus Rapid Transit (BRT), de forma que o problema seja definitivamente resolvido.

Segundo ele, as obras estão “rasgando a cidade no meio” e já viraram motivo de vergonha para capital.

O VLT começou a ser construído em 2012 pelo consórcio VLT, com um custo inicial de R$ 1,4 bilhão. O prazo de entrega era 13 de março de 2014, desde então, o modal vem sofrendo uma série de judicializações e obras paradas. Os vagões estão jogados próximo ao aeroporto e se deteriorando.

 

“Venho hoje nesta tribuna manifestar minha indignação com a falta de transparência do Governo do Estado, pois até hoje, não sabemos o que se gastou e o que precisar gastar para terminar esta obra, o governo encomendou um estudo de viabilidade técnica, junto a Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana, do Ministério de Desenvolvimento Regional e não chamou um deputado estadual, nem federal, para participar ”, disse.

Indignado o parlamentar apontou que houve intervenção da bancada governista, para que a Comissão não saísse do papel.

 

“Tentei criar uma Comissão externa de fiscalização para reunir os dados, convocar os integrantes do Consórcio responsável pelas obras, mas fiquei sabendo até mesmo pela imprensa que fizeram de tudo para boicotar a comissão, isto é no mínimo falta de transparência”, enfatizou.

 

Fonte: Elisângela Neponuceno-MT de Fato

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