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Botelho nomeia comissão para emitir parecer técnico sobre CPI dos Grampos

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Diante da polêmica sobre o requerimento de instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), a chamada CPI dos Grampos, na Assembleia Legislativa, o presidente da Casa de Leis, deputado Eduardo Botelho (DEM), decidiu nomear um comissão interna para analisar a situação. Botelho anunciou a comissão durante a terceira sessão plenária desta terça-feira (7) e nomeou o procurador-geral da ALMT e o consultor jurídico da Mesa Diretora, Grhegory Paiva Pires Moreira Maia e Xisto Bueno, respectivamente, para que façam um levantamento das três sessões ocorridas no dia e apresentem um parecer técnico.

A definição pelo pedido de um parecer técnico ocorreu por conta de um pedido de questão de ordem da deputada Janaina Riva (MDB), antes do término da terceira sessão. A parlamentar arguiu a aplicação do artigo 373 do Regimento Interno, que no seu parágrafo primeiro, diz que “a CPI será constituída automaticamente, atendendo a requerimento subscrito por um terço dos membros do Parlamento” e, no parágrafo segundo, diz que “recebido o requerimento, o presidente, no prazo de 48 horas, o despachará à publicação, desde que satisfeito os requisitos constitucionais”.

O deputado Wilson Santos (PSDB) e a deputada Janaina Riva (MDB) apresentaram requerimentos durante a primeira sessão plenária desta terça-feira (7), solicitando abertura da CPI dos Grampos. “A deputada alega que o requerimento do deputado não tinha número suficiente de assinaturas. Não chequei e decidi nomear uma comissão, com o procurador, o consultor e mais uma pessoa, para fazer um levantamento. Se for o caso, ver todas as sessões, tudo foi gravado e apresentar um parecer para a Mesa de quem é o direito da CPI. Se da Janaina ou do Wilson”, argumentou o presidente da Casa, deputado Eduardo Botelho.

O parecer técnico, conforme Botelho, deve ser apresentado para a Mesa Diretora no prazo de 24 horas. “Depois desse parecer, vamos apresentar a decisão em plenário na próxima terça-feira”, disse.

Ainda durante a sessão, a deputada Janaina Riva sugeriu a formalização de um pedido conjunto, que deve ser elaborado entre os deputados da oposição e da base de governo, para o encaminhamento da CPI dos Grampos. “Podemos formalizar uma junção e permitir que a CPI dos Grampos ocorra”, destacou a parlamentar.

“Acho que chegamos num consenso. Longo dia, três sessões”, disse o deputado Wilson Santos (PSDB). “Fico satisfeito com a posição da deputada Janaina. Ela concorda que a data de início dos trabalhos, da CPI dos Grampos, seja a partir de novembro de 2018, após as eleições”, destacou o deputado.

Segundo Wilson Santos, outro ponto que foi acordado com a deputada está na realização de uma CPI ampla, geral e irrestrita, ou seja, extensiva a todos os Poderes. “Todos os que utilizaram o sistema de barriga de aluguel para a prática das escutas clandestinas, ou seja, dos Poderes, das Polícias Militar e Civil, do Gaeco, do Poder Judiciário e do Ministério Público do Estado, devem ser investigados pela CPI”, disse o parlamentar.

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Conheça o perfil dos candidatos no Portal do TRE-MT; 15 já tiveram registro deferido

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso já julgou 15 Requerimentos de Registros de Candidaturas, todos deferidos. Ao todo foram requeridas 519 candidaturas em todo o Estado. A relação dos candidatos aptos e também inaptos para concorrer nas Eleições 2018 pode ser conferida no Portal do TRE na internet (www.tre-mt.jus.br). Basta acessar o banner das Eleições 2018 e depois clicar no link Estatísticas Eleitorais. A atualização dos dados no site é realizada três vezes por dia.

Neste link também estão disponíveis a relação de candidatos por cargo, o quantitativo por vaga disputada, a situação da candidatura, estatísticas de gênero, estado civil e faixa etária.

 

Apenas 54% concluiu uma faculdade

 

Os dados fornecidos pelos próprios partidos ou coligações mostram que apenas 54,72% dos candidatos a cargos eleitos em Mato Grosso possuem o ensino superior completo. Outros 43% não concluíram a faculdade. E 23,7%  possuem o ensino médio completo.

Dos candidatos apresentados, 6.36% concluíram o ensino fundamental, mas sequer começaram a cursar o ensino médio.

Os que começaram, mas não concluíram o ensino médio totalizam 3,66% do total.

Outros 2,5% possuem o ensino fundamental incompleto e quatro deles declararam que leem escrevem.

 

Mulheres representam 31%

 

Das 519 candidaturas pleiteadas, 161 são de mulheres, o que representa 31,02% do total. São seis candidatas a deputada estadual, seis a federal e uma segunda suplente de senador.

Apenas 9,83% se declararam negros, 41.62% se declararam pardos e três candidatos disseram ser indígenas. Quanto aos candidatos indígenas, dois deles pleiteiam o cargo de deputado federal e um está disputando o cargo de deputado estadual.

A profissão mais frequente é a de empresário (12,14%), seguida de advogado (7,51%). Há ainda os candidatos que são servidores públicos (4,05%) e médicos (3,28%). Um total de 5,97% informou como ocupação a atividade de vereador. E 3,66%, ou seja, 19 candidatos, disseram que sua ocupação é a de deputado.

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