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Política Nacional

Bolsonaro anuncia fim do Ministério do Trabalho

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O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (7) que o Ministério do Trabalho será “incorporado” a alguma outra pasta, sem indicar qual, dentro de seus planos confusos de redução do número de ministérios no governo.

“O Ministério do Trabalho vai ser incorporado a algum ministério”, disse ele em Brasília, sem dar maiores detalhes.

Na terça-feira, quando já circulavam rumores sobre o fim da pasta, o ministério lançou uma nota destacando seus “88 anos de existência” como “casa materna” da classe trabalhadora brasileira.

O comunicado afirma que “o futuro do trabalho e suas múltiplas e complexas relações precisam de um ambiente institucional adequado”.

A Força Sindical criticou o anúncio de Bolsonaro por considerar que o Ministério do Trabalho é crucial “como órgão fiscalizador e como o equilíbrio das relações entre capital e trabalho”.

Durante a campanha, Bolsonaro prometeu reduzir o número de ministérios, em um contexto de corte de gastos do Estado.

Contudo, desde sua vitória, em 28 de outubro, seus anúncios e subsequentes idas e vindas geraram polêmica e confusão.

Inicialmente, ele disse que reduziria o número de ministérios de 29 para 15, mas na quarta-feira ele sugeriu que esse número poderia subir para 18.

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Política Nacional

Governador recebe apoio de presidente da Câmara dos Deputados para liberação do FEX

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O governador Mauro Mendes recebeu nesta sexta-feira (18.01), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, a visita do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

Mendes aproveitou a oportunidade para pedir apoio na liberação do recurso do Fundo de Auxílio às Exportações (FEX), no valor de aproximadamente R$ 500 milhões.

O recurso era aguardado em dezembro de 2018, mas não foi liberado e não há previsão de recebimento do valor por parte do Governo Federal.

“No ano passado, o Senado votou e não chegou à Câmara, mas certamente no mês de fevereiro vamos dar uma solução para esse projeto, que veio do Senado para a Câmara e o Governo Federal terá que se ajustar conosco para organizar o orçamento e cobrir o FEX, como aconteceu nos anos anteriores. A gente constrói a solução de forma negociada”, salientou Rodrigo Maia.

De acordo com o governador Mauro Mendes, a articulação da bancada federal presente é bem-vinda, principalmente na busca por recursos financeiros diante da crise econômica que assola o Estado. Atualmente o governo acumula restos a pagar na ordem de R$ 3,9 bilhões.

Maia apoiou as medidas econômicas tomadas pela nova gestão estadual                                                        Mayke Toscano/Gcom-MT

“Tenho absoluta convicção que ele [Rodrigo Maia] poderá ser um grande parceiro não só de Mato Grosso, como do Brasil. Acredito muito no potencial e nas ideias que tem”, afirmou o governador.

Durante a reunião também foram discutidas adequações na Lei Kandir, reforma das despesas do Estado e o decreto de calamidade financeira anunciado em Mato Grosso nesta semana. O documento foi protocolado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso como medida emergencial para buscar o reequilíbrio das contas do Estado.

“Concordo com as decisões corajosas do governador, pois se há uma crise, as medidas devem ser tomadas no início do governo para que se possa organizar o Estado o mais rápido possível”, concluiu Rodrigo Maia.

Também participaram da visita a deputada Sheridan, deputada Laura Carneiro, deputado Marcos Pereira e deputado Fernando Monteiro. Além dos deputados federais eleitos Emanuelzinho, Neri Geller, Juarez Costa, Rosa Neide e Dr. Leonardo; deputados federais Adilton Sachetti e Victorio Galli; senador José Medeiros; senador eleito Jayme Campos; e pelo ex-governador Julio Campos.

 

Por Evelyn Ribeiro

Fonte: Gcom-MT

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