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Bebê engasgado com chá de alecrim é salvo por policiais militares

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Na tarde desta sexta-feira (05.07) um bebê de um mês e seis dias vida foi salvo por um policial militar, depois se engasgar com o chá de alecrim que era servido pela mãe da criança, em Guiratinga.

Aflito, o avô da criança foi até o 2º Pelotão de Polícia Militar pedir ajuda dos policiais para socorrer o neto recém-nascido. O tenente Vinicius Ribeiro Coelho Felix Goes, que atendeu o bebê, conta que ao chegar à residência da família, no bairro Areão, percebeu que a criança apresentava sinais de asfixia e estava ficando roxa.

O policial explica que de imediato colocou o bebê de bruços, deitado em cima do antebraço e usou o dedo médio e o indicador para dar leves tapas de pressão nas costas do bebê. Ainda comovido, o tenente lembra o momento em que a criança expeliu o líquido e chorou ao voltar a respirar.

“Quando eu vi o João Lucas expelir o líquido no meu braço e voltar a respirar, a sensação foi de alívio e dever cumprido. Já prendi muita gente, mas essa ocorrência foi com certeza uma das mais marcantes pra mim que sou pai. Eu sempre fico muito feliz quando vejo esse tipo de ocorrência, é a efetivação do nosso lema, servir e proteger. A maioria da população só vincula nossa imagem com a repressão, mas estamos prontos para também servir de diversas outras formas, seja prestando primeiros socorros, seja dando palestras educativas, ou até segurando o trânsito para um idoso ou cadeirante atravessar”, contou.

Ao voltar a respirar, o bebê foi encaminhado pelos militares imediatamente para o Hospital Oswaldo Cruz, onde recebeu os cuidados necessários. A criança foi submetido a um processo de aspiração do restante do liquido engasgado, fez exame de raio-x nos pulmões, em que foi descartada alguma complicação. O recém-nascido já recebeu alta médica e já está em casa.

 

Redação

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O jornalismo tem que ser escravo dos fatos, diz Alexandre Garcia

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Com mais de 50 anos de profissão, o jornalista Alexandre Garcia é taxativo ao afirmar que “o jornalismo tem que ser escravo dos fatos” e complementa: “os fatos não precisam de ajuda. Na hora que a gente for ajudar os fatos, a gente estará deturpando-os sob o nosso ponto de vista, sob a nossa ética. Porque nós não somos isentos, neutros, anjos, assexuados. A gente tem que respeitar os fatos”.

Em entrevista à jornalista Roseann Kennedy, no programa Impressões, que vai ao ar nesta terça-feira (23), às 23h, na TV Brasil, da EBC, Garcia se revela assustado com a militância exercida por alguns profissionais, desde o ambiente acadêmico.

“Eu testemunhei um professor gritando comigo, dizendo que ensina os seus alunos a serem militantes ideológicos para combater o status quo opressor. Ora, isso não é jornalismo, isso é militância, é partido político”, avalia.

Depois de passar por redações de grandes veículos de imprensa do país – somente na TV Globo trabalhou durante 30 anos – neste ano, Alexandre Garcia migrou para o ambiente virtual. No Twitter, tem quase 1,6 milhão de seguidores, no Youtube, mais de 700 mil. Mas ele também faz análises políticas para 300 rádios e 20 jornais, sempre sem medo de polêmicas.

Garcia brinca quando é perguntado sobre o ambiente hostil nas redes sociais. “Que agressividade?”, indaga. Ele conclui que o problema nesses casos é de quem agride.

“O sujeito está gastando os humores do corpo dele. Meu Deus, que burrice! No jornalismo, a gente não deve se envolver na notícia como não deve se envolver nas agressividades. O problema do agressor é do agressor”, afirma.

Pragmatismo

O jornalista revela que foi da mãe que guardou esse pragmatismo. “Ela lembrava das coisas boas. Eu falava com ela todas as noites, às 21h30, e um dia eu disse a ela que morreu um amigo do pai. Aí ela disse: meu filho, desculpa, mas o Grêmio está entrando em campo agora, e mudou de assunto”.

Para Alexandre, focar nas coisas boas faz bem para o coração, o cérebro e o espírito.

O jornalista ressalta que preza pelas raízes. “Cultivar a vida das famílias é cultivar a história do país também. O nome disso é patriotismo”, diz, relatando que, todo fim de semana, hasteia a bandeira do Brasil no topo de sua casa.

Na entrevista, ele fala, ainda, das transformações que o país está vivendo, da vitória da direita na política e da importância do entusiasmo para impulsionar a economia no país.

agAlexandre Garcia conta bastidores do seu dia a dia, enquanto caminha pela área verde de sua casa, em Brasília, onde recebeu a equipe da TV Brasil. Um local tranquilo com muita vegetação nativa do cerrado, distante do centro do poder em Brasília. “É uma casa pra se viver. Eu vim embora para Pasárgada”, finaliza.

Edição: Kleber Sampaio

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