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Audiência pública discute nesta sexta-feira o fechamento de 21 delegacias em MT

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A Comissão de Segurança Pública e Comunitária, através do presidente, deputado Elizeu Nascimento (DC), solicitou via requerimento, uma audiência pública que será realizada no dia 15 de março, às 9 horas, no auditório Milton Figueiredo, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

A audiência pública propõe debater o estudo realizado pelo governo do estado sobre a possibilidade do fechamento de aproximadamente 21 delegacias de Polícia Civil no interior de Mato Grosso.

O presidente da comissão convidou todos os prefeitos e vereadores das cidades do interior que podem ter as delegacias fechadas. “Não podemos deixar um assunto sério como esse passar em branco (sem discussão). Por esse motivo, solicitamos essa audiência. É um absurdo o que estão querendo fazer com a segurança pública. Fechar delegacias é regredir. Estamos passando por uma fase na política que busca atrasar o sistema de crescimento (do estado). Estamos à beira de um caos”, afirmou Nascimento.

 

Fonte: Assessoria

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Governo de MT estuda demissões de servidores efetivos em estágio probatório

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O governo estadual disse na sexta-feira (24) que não descartaria a possibilidade de demitir servidores em estágio probatório para conseguir equilibrar as contas públicas. Segundo o secretário Estadual de Fazenda, Rogério Gallo o executivo poderá adotar a providência que é permitido Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

De acordo com o secretário a situação econômica do estado é preocupante e o governo tem estudado alternativas para cumprir a LRF e a determinação do Ministério Público Estadual (MPE) de que haja controle rígido das despesas.

“Desde o início do ano, o governo tem comunicado a sociedade que nós temos que ter um equilíbrio nos gastos públicos”, reforçou.

Segundo Rogério, o governo não tem a intenção de demitir servidores. Entretanto é uma possibilidade, caso não haja outras alternativas.

“Essa é uma das possibilidades que a lei coloca. Tenho dito que isso não é desejável e não é o que o governo quer. Nós vamos adotar todas as medidas antes de chegar a algo tão contundente quanto isso”, afirmou.

Gallo comentou ainda que não adianta fazer gasto exclusivamente em pessoal e deixar as despesas de manutenção de hospitais, escolas, estradas em segundo plano. E reafirmo que além do controle de gastos relacionados aos servidores públicos, vem ponderando em outras áreas que também são fundamentais.

Caso as demissões sejam necessárias, seriam de servidores contratados e efetivos em estágio probatório. A medida teria um impacto de R$ 800 milhões na folha de pagamentos que, atualmente, está acima do previsto na LRF.

“Essa controle de gastos é como fazemos na economia doméstica, em casa. E mesmo que exonerássemos servidores efetivos em estágio probatório, talvez nós não conseguíssemos reduzir o gasto do poder executivo”, declarou ele.

O secretário explicou que, caso o governo opte por demitir, não seria uma alternativa ilegal, mas com base no que é permitido por lei.

Por G1

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