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Várzea Grande

Articulações nos bastidores já começam a definir nomes para a Prefeitura de Várzea Grande em 2020

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Os eleitos em 2018 ainda não foram sequer diplomados pela Justiça Eleitoral e os partidos em Várzea Grande já estão na corrida para decidir quem serão os nomes que devem disputar a sucessão da prefeita Lucimar Campos (DEM).

A ciranda política é tamanha que todos os partidos já iniciaram conversações para analisar perfil, filiar potenciais candidatos e encontrar um representante que consiga chegar ao comando do Paço Couto Magalhães.

O PSDB combalido, de duas eleições vexatórias, ainda deve perder os dois vereadores que pretendem deixar a sigla assim que houver uma janela, já analisa o nome da filha do ex-prefeito Carlos Gomes, a empresária Karen Gomes, para disputar a prefeitura, além de Karen, o tucanato tem forte ligação com o ex-vice-prefeito o médico Arilson Arruda, do PDT e também já levantou a hipótese de emplacar a advogado, ex-presidente do Procon-MT, a suplente de deputada federal, Gisela Simona do PROS.

Por outro lado, o PSB, do deputado Max Russi, busca nomes e já iniciou uma roda de conversas com empresários, Juliano da Todimo, David Castelo, Tião da Zaeli  e flerta com Gisela também.

No PSD, dois vereadores já anunciaram que pretendem disputar a prefeitura, o vereador de seis mandatos e atual presidente do legislativo, Chico Curvo e o ex-presidente da Câmara Municipal, Jânio Calistro.

O PMDB, tem nomes como do ex-secretário Kalil Baracat.

Já o DEM pode lançar o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Eduardo Botelho, Nos bastidores o nome cogitado pelo grupo político do senador Jayme Campos é do vice-prefeito José Hazama, que pode encontrar dificuldades para registro da candidatura por conta das cassações do mandato e enfrentar resistência dentro do partido da prefeita, que trabalha há um ano o nome de Botelho. Outro nome que desponta é do secretário de Educação Silvio Fidelis, filiado ao PPS.

 

O alto índice de aprovação da gestão de Lucimar, que gira em torno de 80% entre ótimo, bom e regular deve somar para o grupo, fatores que são fundamentais na sucessão.  A oposição encontrará dificuldades para desbancar um candidato apoiado pela prefeita.

Fonte: Elisangela Neponuceno- MT de Fato

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Vereador Rogerinho é favorável a redução de número de vereadores e do duodécimo para Câmara de Várzea Grande

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O vereador por Várzea Grande, Rogério França Martins, o Rogerinho da Dakar (PV), usou a tribuna durante a sessão ordinária na Câmara Municipal, na manhã da última terça-feira (13), para propor uma emenda ao projeto do vereador Fábio Tardin, o Fabinho (DEM), eleito no mês passado para comandar a Câmara de Vereadores pelo próximo biênio (2019/2020), que visa reduz o número de vereadores da Cidade, de 21 para 17.

Rogerinho explicou que com a redução haverá uma economia considerável, que pode ser devolvida ao município. Segundo o parlamentar o recurso deve ser destinado à Saúde, principalmente para custear mamografias, para isto os vereadores precisam especificar no projeto e aprová-lo.

Martins frisou que hoje o legislativo recebe de duodécimo de 6% do valor total da arrecadação municipal e que a redução do número de vereadores permitirá sobra. Ele sugeriu que a prefeitura faça o repasse de 5% e 1% seja direcionado para a Saúde, um dos setores que mais necessita de recursos.

“Vamos formatar o projeto e já solicitar a redução do repasse no duodécimo e garantir para a Saúde o que restar nos cofres do legislativo, está é minha opinião”.

 

O projeto visa alterar o artigo 16 da Lei Orgânica do Município. Na justificativa, Fabinho explica que a emenda constitucional nº 58/2009, que trata da recomposição das câmaras municipais, impõe como limite máximo de 21 vereadores nos municípios que tiverem mais de 160 mil e até 300 mil habitantes, mas que esse teto não é obrigatório.

“Acredito que 15 vereadores já contemplam a necessidade de nossa Cidade, até porque a lei não estipula obrigando um número X de vereadores”, argumenta.

 

Para o presidente eleito, Fábio Tardin, o gasto com vereadores engessou o orçamento da Casa de Leis, que não tem mais condições de fazer reforma administrativa ou discutir possibilidade de plano de carreira dos servidores.

Ele pede que os colegas votem favorável e atendam ao anseio popular de reduzir os gastos. Destaca ainda a importância da pressão dos cidadãos para que o projeto será aprovado e se diz otimista, apesar de alguns vereadores questionarem a constitucionalidade do projeto.

Fonte: Assessoria

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